VOTE! Melhores e Piores do GP da Malásia

Está na hora de você dar sua opinião! Vote e espalhe sua opinião para seus amigos cabeças de gasolina.

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Clique em quem você achou que foi o melhor e pior deste GP da Malásia:

GP da Malásia - Qual foi o pior piloto ou acontecimento (ASNO VOLANTE)?

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GP da Malásia: Qual foi o melhor piloto ou acontecimento (TROFÉU PODCAST F1 BRASIL)?

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Vídeo de hoje: Roda com Roda #4

Nosso vídeo desta sexta-feira, deixe suas impressões:

http://youtu.be/4tODy2vO6dA

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Ferrari da Sexta-Feira: Ferrari 641 (1990)

Na nossa coluna semanal de Sexta-Feira, hoje falaremos da Ferrari 641, de 1990. Esse foi o carro que Alain Prost usou para desafiar Ayrton Senna pelo título de 1990. Foi difícil escolher entre a 641 e sua antecessora 640, porque ambas são muito parecidas. Acabei decidindo pela 641 porque lutou pelo título, enquanto a revolucionária 640 abandonou muitas corridas em 1989, apesar de ter conseguido três vitórias.

Alain Prost e sua Ferrari 641
Alain Prost e sua Ferrari 641

O projeto 640/641 era chefiado justamente por John Barnard, responsável pela vitoriosa série MP4 da rival McLaren, com uso pioneiro do monocoque de fibra de carbono. Curiosamente, a filosofia por trás do chassis 641 seria justamente o contrário das lendárias McLaren MP4/4 e MP4/5,  vencedoras em 1988-89-90. A McLaren ficou famosa por ter o centro de gravidade baixo, com todo o carro bem rente ao chão, com radiadores baixos e largos. Na Ferrari, o engenheiro John Barnard optou por uma solução diferente, que no fundo persiste até hoje: o carro é mais estreito, com  nariz mais pontudo, e radiadores mais altos e mais perto da linha central.

Esse arranjo permitia uma aerodinâmica menos turbulenta, com a traseira do chassis formando uma “garrafa de Coca-Cola” elegante e eficiente. Além disso, a Ferrari  641 usava o revolucionário câmbio semi-automático da irmã mais velha. Hoje em dia qualquer carro de rua um pouco mais metido a besta já tem câmbio com trocas de marcha por borboletas atrás do volante, mas é importante deixar claro que esse conceito foi popularizado pelas irmãs Ferrari 640/641. Nessa época, Ayrton Senna ainda trocava de marcha com pedal de embreagem e alavanca, algo completamente anacrônico perto do que Mansell e Prost usavam, já sem pedal e com alavancas atrás do volante, o chamado paddle-shift.

Com maior confiabilidade e com um piloto da classe “gênio”, a Ferrari 641 conquistou seis vitórias em 1990 (cinco delas com Prost). Perto do final da temporada, Senna ainda conseguia fazer seus malabarismos em treinos de classificação, mas em ritmo de corrida a Ferrari de Prost já conquistava vitórias incontestáveis, como a de Jerez naquele ano, que foi a última corrida antes da  célebre finalíssima de Suzuka. Essa talvez fosse uma das razões de Senna ter sido tão agressivo na negociação sobre o grid de largada: em ritmo de corrida, a Ferrari já era ameaçadora mesmo se Senna mantivesse a ponta na primeira curva, e seria uma catástrofe fenomenal perder a liderança na largada. Isso explica muita coisa…

Um abração pra todo mundo e até a próxima Ferrari da Sexta-feira!

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Retrovisor: Crônicas de Sepang (Especial Pré-Malásia)

Amigos, toda sexta-feira será dia de relembrarmos Programas Especiais que já foram lançados no PF1BR. Esta semana vamos recapitular nosso Especial que fizemos antes do GP da Malásia, com as Crônicas de Sepang. Esse foi o programa Vamos lá:

Host, Editor-Chefe, Contínuo, Boss e Office-Boy: Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Sérgio Dias, do Boteco F1

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

Eduardo Casola Filho , da Estante do Casola

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Patetices habituais com erros de gravação no final do programa.

Vitaly Petrov testando o relevo malaio em 2011 com com sua Renault R31
  • Sepang é o segundo Tilkódromo usado na F1, após o A-1 Ring
  • Recorde: 1:34.223 (Juan Pablo Montoya, Williams-BMW, 2004)
  • Curvas 1 e 2: desafiadoras
  • Curvas 5 e 6: alta velocidade
  • Curvas 11 e 14: frenagem enquanto esterça
  • Nenhum brazuca nunca venceu o GP da Malásia
  • Maiores vencedores (3 vitórias): M. Schumacher, Alonso, Vettel
  • Equipe com mais vitórias: Ferrari (6 vitórias)

Corrida clássica em Sepang: 1999 (por  Valesi)

Irvine vence em Sepang 1999
  • Ano da fratura de Schumacher
  • Corrida do retorno do alemão
  • Título em jogo (Irvine vs. Hakkinen)
  • Schumacher: pole por larga margem
  • Schumacher fez o que quis, deixou Irvine passar, bullying com Hakkinen
  • Polêmica dos defletores laterais das Ferraris

Corrida clássica em Sepang: 2001 (por Sergião)

  • Corrida mostrada num vídeo clássico do Boteco F1:

  • Fisichella erra a posição de largada e fica atravessado na pista
  • Montoya não consegue largar e sai correndo para pegar o reserva
  • Toque Ralf Schumacher x Barrichello
  • Schumacher e Barrichello saem da pista no início súbito do dilúvio
  • Entrada do Safety Car
  • Grande corrida de Verstappen
Alesi prestes a ser ultrapassado pelas Ferraris
  • Recuperação espetacular das Ferraris de Schumacher e Barrichello, terminando numa dobradinha após terem estado em décimo e décimo-primeiro

 Corrida clássica em Sepang: 2012 (por Del Valle)

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Alonso no dilúvio de Sepang 2012
  • Dobradinha da McLaren no grid, largada com chuva
  • Dilúvio total, bandeira vermelha
  • McLaren pior no retorno à corrida
  • Alonso vs. Sergio Pérez
  • Sergio Pérez entrega a rapadura no final
  • Teorias da conspiração Sauber e Ferrari

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Emulando a Vida Saudável de Um Piloto de F1 em 10 Passos

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Há cerca de 6 meses, tive uma ideia: “Por que não utilizar a boa influência da vida saudável dos pilotos da F1 no meu dia-a-dia?” E passei a pesquisar, estudar e implementar a rotina dos nossos heróis.

O Joshué Fusinato já escreveu um artigo nesse sentido aqui no Podcast F1 Brasil há algumas semanas e você pode ler aqui.

Claro, vale dizer que tudo na medida da minha realidade, afinal, não sou pago para correr pela Mercedes :( Nem pela McLaren :´( e muito menos pela Red Bull.

Mark Webber Challenge

Saiba que para aguentar toda a força G, elevações na pista, horas de simuladores, climas desumanos, como os do Grande Prêmio da Malásia ou a exigência da concentração extrema como Cingapura, o piloto de F1 deve ser sim, um atleta completo.

Então, listo os dez hábitos que ajudam esses caras a atingirem o potencial extremo nas pistas e como você pode emulá-los na sua vida, tornando o seu físico melhor, sua saúde supimpa e qualidade de vida maraviwonderful!

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1. AO ACORDAR, TOME UMA GARRAFA DE ÁGUA ANTES DE QUALQUER COISA.

Assim que seus olhos abrirem, vá até a cozinha e tome uma garrafa de água. Importante, a água deve estar na temperatura ambiente e não gelada.

Esse hábito ajuda na ativação da musculatura e funcionamento do intestino, por isso que se diz que tomar água pela manhã tem efeito desintoxicante. Vale lembrar que é preciso também tomar de 2 a 3 litros de água por dia para ajudar a eliminação de impurezas pela urina.

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2. PRATIQUE ALGUM EXERCÍCIO FÍSICO JÁ PELA MANHÃ.

Isso é regra para todos os pilotos. Eles sempre começam o dia com algum exercício físico. A corrida, por exemplo, é um dos esportes mais populares da atualidade e não exige muito dinheiro investido.

Correr pela manhã, por exemplo, é mais interessante por ter uma temperatura mais amena. E além do mais, correr é um dos exercícios mais eficazes para o ser humano, como você pode ver nesse vídeo do canal Nerdologia.

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3. ACORDE CEDO

Eu sei, eu sei. Eu mesmo, fui um adepto dos horários noturnos durante muitos dias de minha vida. Até hoje, tenho que editar, esporadicamente, alguns vídeos na madrugada, mas acordar cedo te traz muitas vantagens.

Sua produtividade aumenta e o seu cansaço diminui, pois a sensação do dia pesado fica para trás, ao acordar. Vale dizer, que é importantíssimo ter, no mínimo, 7 horas de sono por noite e dormir no escuro para que seu nível de melatonina seja eficaz.

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4. ALIMENTE-SE ADEQUADAMENTE

Procure um nutricionista bacana e gente fina e se torne um cliente regular. Ter uma alimentação balanceada mudará totalmente seu físico, qualidade de pele/cabelos e acredite, até seu humor. Se você não tem tanto dinheiro, NO MOMENTO, use o app TecnoNutri que já ajudará você a escolher melhor seus alimentos.

Siga uma rotina alimentar personalizada para suas necessidades e adentre um mundo novo, onde, acredite, até o seu paladar irá agradecer.

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5. PRATIQUE YOGA 

A yoga é uma excelente forma de exercitar a resistência física aliada a concentração mental, assim como respiração. Nico Rosberg disse no ano passado, que não conseguia respirar dentro da Mercedes quando fazia curvas.

Isso, com certeza, influenciou no desempenho dele na pista, afinal, travar a respiração não é normal e afeta nossa cognição na hora de uma decisão rápida.

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6. PROCURE UMA BOA ACADEMIA E CRIE SÉRIES

Uma boa academia, com um bom instrutor é a pedida certa para aumentar a resistência física e a qualidade de vida. Não caia nessa da “busca do corpo perfeito”, mas sim na da rotina saudável.

O piloto de F1 precisa sim ter muita força para pisar em acelerador, freio e até para virar o volante em altas concentrações de gravidade, como uma Eau Rouge ou a famosa curva 1 na China.

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7. TENHA MOMENTOS DE LAZER

Saia com os amigos para dançar, comer, assistir um filme, jogar videogame…qualquer coisa que lhe faça feliz. É importante para a qualidade de vida, sentir-se bem, para quando voltar ao batente, poder render 100%.

O Instagram trouxe esse lado dos pilotos para bem próximo da gente. Eles estão sempre jantando fora, saindo com os amigos, indo a eventos interessantes e coisas do tipo. Lembre-se que se divertir é um dever seu para com sua saúde.

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8. SEJA RESILIENTE!

Resiliência é um conceito psicológico, emprestado da física, que define a capacidade que uma pessoa tem ao lidar com problemas, superá-los, resistir à pressões e não entrar em surto.

Não se importe muito com que as pessoas pensam de você, siga fazendo o seu trabalho e se você acredita que está no caminho certo, seja forte o bastante para perseguir sua felicidade e objetivos.

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9. JOGUE JOGOS DE REAÇÃO.

Os pilotos tem materiais próprios para esses treinamentos de reflexo que ajudam muito para evitar colisões e ajudar em ultrapassagens como todas que acontecem no templo de Suzuka.

A internet disponibiliza vários deles. O Reaction Time por exemplo, é um interessante, mas você também pode tentar o Human Benchmark, o Mathsisfun ou o Brain Age Games.

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10. FAÇA SEXO!

Geralmente, sempre fazemos piadinhas como crianças de 4 anos ouvindo a palavra “bunda” quando falamos de sexo, mas a verdade é que o ato sexual é um excelente exercício físico e uma sensacional forma de relaxar seu corpo como um todo, dos músculos ao cérebro.

Mas, pesquisas sempre mostram que as pessoas fazem menos sexo do que declaram em rodas de amigos. Mude essa realidade e melhore sua qualidade de vida. Sexo melhora a pele, alivia a TPM, melhora o sono, reduz consideravelmente o estresse, diminui os riscos de infarto, queima calorias, aumenta a imunidade e muito mais.

Claro, adeque essas dicas para seu dia-a-dia e, no fim do ano, vou querer saber se essas dicas melhoraram sua vida num post de feedback.

Um excelente dia para ti, diabo necessário.

Abraços velozes, Sérgio Siverly.

 

 

 

 

Efeméride da semana: Frederico, o precoce

Senna, Piquet, Fittipaldi, Barrichello, Massa todo mundo conhece. Pace, Ingo Hoffmann, Gugelmin, Moreno, Diniz… ok. Você entende de Fórmula 1.

Mas, e o Frederico?

Pois o Frederico tem história. Chapa do Chico Landi, “adotado” pelo Fangio, morava junto do Von Trips, era amigão do Bruce McLaren e tirou Stirling Moss (que chama de mau-caráter e acha bem feito não ter nenhum título mundial)  da pista. Até o Comendador Enzo botava fé no cara.

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Nascido em São Paulo em 25 de março de 1938, Frederico José Carlos Themudo d’Orey, filho de imigrantes portugueses (seu pai era comerciante de automóveis), tinha apelido alemão por conta do avô.

 

Aos 14 anos, Fritz d’Orey roubava o carro da irmã e ia correr em Interlagos nos finais de semana. Aos 17, comprou de Christian Heins o Porsche Spyder que o barão Von Stuck tinha trazido ao Brasil, e começou a competir de verdade. Logo depois comprou a Ferrari 375 F1 1951 de Chico Landi (que tinha colocado nela um V8 da Corvette!!! Heresia!!!).

Pneuzinho fino, sem cinto de segurança, capacete de obra. Sem frescuras, mano.
Pneuzinho fino, sem cinto de segurança, capacete de obra. Sem frescuras, mano.

Mas foi com esse carro que Fritz venceu os 500 km de Interlagos de 1958, quando tinha 20 anos de idade. Logo depois, correu o I Torneio Triangular Sulamericano. A primeira prova foi em São Paulo, e d’Orey chegou a liderar até ter um pneu furado, porém ainda conseguiu chegar numa bela quarta posição. A etapa seguinte foi em Buenos Aires. Também liderou a prova até faltarem 09 voltas, quando o eixo quebrou e foi obrigado a abandonar. Mas já tinha entregue o cartão de visitas.

Juan Manuel Fangio foi até ele, convidando-o a participar de sua “Scuderia Centro-Sud” na Fórmula 1. E não tinha nada de piloto pagante: o patrocínio da British Petroleum dava conta dos custos.

Em 05 de julho de 1959, no circuito de Reims, na França, a bordo de uma Maserati 250F d’Orey alinhou ao lado de Phil e Graham Hill, Bruce McLaren, Jack Brabham e outros para ser o quarto brasileiro a participar de uma prova de F1. Seu carro já tinha três anos de estrada, e a 18ª posição entre os 21 carros poderia ser considerada uma bela estreia. Mas o Fritz do Brasil ainda conseguiu terminar a corrida em décimo lugar (fosse hoje, teria um pontinho, e estaria na frente do Button na classificação). Tá certo que tomou 10 voltas da Ferrari, mas quem se importa, não é?

Largada do primeiro GP dos Estados Unidos, em 1959. As provas de Indianápolis já contavam para o campeonato antes, mas os europeus não costumavam aparecer.
Largada do primeiro GP dos Estados Unidos, em 1959. As provas de Indianápolis já contavam para o campeonato antes, mas os europeus não costumavam aparecer.

Ainda naquele ano correu o GP da Inglaterra, mas teve que abandonar com problemas de câmbio na volta 57. E, em 12 de dezembro em Sebring, pilotando um carro da equipe Camoradi com chassi TecMec e motor Maserati, participou do primeiro GP dos Estados Unidos, porém também não completou a prova.

Sebring 1960. Maior pinta de carro do James Bond, não é?
Sebring 1960. Maior pinta de carro do James Bond, não é?

“Prometido” na Ferrari (o velho Enzo o tinha achado muito rápido em uma corrida que fez em Modena), Fritz já tinha contrato com a equipe B de Maranello, a Scuderia Sereníssima. Era um passo para conseguir o assento principal na vermelhinha e correr uma temporada inteira de F1. Em 1960 chegou em 6º lugar geral nas 12 horas de Sebring, mas, nos treinos para as 24h de Le Mans sofreu um acidente fortíssimo a 270 km/h, que partiu seu carro no meio e o deixou em coma. Após oito meses no hospital, com apenas 22 anos, Fritz d’Orsey, que poderia ter se tornado nosso primeiro campeão do mundo, abandonou o automobilismo. Hoje vive firme e forte em Cascais, pertinho do autódromo de Estoril em Portugal.

——

Fora do autódromo:

Em 1942 nascia em Memphis, Tennessee uma das grandes vozes femininas dos Estados Unidos,  Aretha Franklin. Ela ganhou um monte de Grammys, estrela na calçada da fama, foi a primeira mulher no Rock and Roll Hall of Fame, pediu e ganhou respeito.

Mas ficou muito puta da cara quando Jake e Elwood resolveram chamar Matt “Guitar” Murphy e “Blue Lou” Marini prá reunir a banda.

Links para Streaming

Muitos amigos cabeças-de-gasolina entraram em contato conosco perguntando sobre o streaming da Sky Sports que nós mencionamos num programa recente. Nosso ouvinte Bernard compilou a lista, que pode ser acessada clicando na palavra “LINKS” , tanto nesta frase como no menu ali em cima:

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Terça Metal #2: Chovendo Sangue

Nesta segunda Terça Metal, vamos continuar agredindo os tímpanos dos cabeças-de-gasolina, desta vez com outro membro da elite do Thrash Metal. A faixa de hoje faz parte do ábum Reign in Blood, do Slayer, lançado em 1986 e considerado um dos pilares do metal ianque da década de 80.

Violência pura. Há um trocadilho do título da canção, “Raining Blood”, com o nome do álbum (Reign in Blood), ambos pronunciados da mesma maneira, numa elegante manobra linguística. A letra fala sobre um ataque ao Paraíso, perpetrado por almas excluídas que estão no Purgatório.

A última estrofe começa com o “sangue chovendo de um céu dilacerado”, e termina com “agora reinarei no meio do sangue”. Sacou? Raining Blood / Reign in Blood. Inclusive há apresentações ao vivo em que chove uma gosma vermelha em cima da banda na hora de tocar esse clássico… Um abração pra todo mundo e até a próxima Terça Metal!

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Vídeo Roda com Roda #2: Dominação Mercedes x Red Bull

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Ferrari da Sexta-Feira: Ferrari 312B (1970)

Existe um piloto que saiu da Ferrari porque ela não era competitiva, mas logo quando ele saiu, a Scuderia começou a deslanchar. E para piorar as coisas, esse piloto foi para uma equipe que não foi pra frente.

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Não, Alonso, não é você. Estamos falando de Chris Amon, piloto neozelandês que pilotou para McLaren, Ferrari e várias outras equipes. Ele é famoso por ter sido um bom piloto que nunca venceu nenhum Grande Prêmio, por várias razões, entre elas o azar e o fato de sempre estar no lugar errado, na hora errada.

AZAR

Amon tinha pilotado para a Scuderia por três anos, de 1967 a 1969. Para exemplificar os dramas de Chris Amon, basta citar que ele liderava o GP do Canadá de 1968 com mais de um minuto de vantagem sobre a dupla da McLaren (Bruce e Denny Hulme). Claro que seu câmbio quebrou, dando de bandeja uma dobradinha para a McLaren. Detalhe: Chris Amon tinha saído da McLaren fazia dois anos, para ir para a Ferrari.

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MOTOR V12

Foi justamente essa falta de confiabilidade dos carros da Ferrari que o fizeram deixar Maranello. Além disso, havia outro fator, que soa até engraçado hoje em dia: o V12 da Ferrari perdia em potência para o então moderno e eficiente Cosworth DFV. Amon virou para o Comendador Enzo e disse que ia vazar. O Old Man gostava de Amon, pediu para ele ficar, disse que estava entrando dinheiro novo através da Fiat, que havia o novo motor Flat-12 a caminho, mas não teve sucesso em convencer o neozelandês a ficar.

1970: FERRARI SE REENCONTRANDO

Para desespero de Chris Amon, o bom e velho Enzo estava certo. Amon teve um ano ruim, terminando a temporada em oitavo pela March, novamente sem vitórias. Já em Maranello, o vento estava a favor, com quatro vitórias, sendo três de Jacky Ickx e uma de Clay Regazzoni. O belga Ickx foi vice-campeão, enquanto o bigodão suíço foi terceiro no campeonato. A Ferrari 312B estreou com o pé direito, e o projeto ainda traria muitas alegrias para a Scuderia.

MOTOR FLAT-12

O motor Flat-12, com cilindros colocados horizontalmente em duas bancadas contrapostas, ajudava a reduzir o centro de gravidade da 312B. Os motores Flat-12 da Ferrari se tornaram lendários. Receberiam em 1974 um câmbio transversal, passando a figurar na Ferrari 312T. Empurrariam os carros dos dois títulos de Niki Lauda, das estripulias de Gilles Villeneuve e do campeonato vencido por Jody Scheckter. O conceito só seria substituído em 1981, com o V6 turbo da Ferrari 126C.

Recomendo muito a leitura do artigo do Roebuck comparando Amon e Alonso. Quem quiser ler mais sobre a Ferrari 312B pode clicar para ler na Wikipedia ou no F1 Technical. Teremos nossa próxima Ferrari da Sexta-Feira na semana que vem. Até lá!

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Retrovisor Roda com Roda: Especial Felipe Massa

Amigos, toda sexta-feira será dia de relembrarmos Programas Especiais que já foram lançados no PF1BR. Esta semana vamos recapitular um Especial sobre Felipe Massa, com seu desempenho nas categorias de base, início da Sauber, ascensão, auge e declínio na Ferrari. O programa é o longínquo episódio 15, de 2012, então não falará do último ano na Ferrari, nem da Era Williams. Vamos lá:

Host, Editor-Chefe, Contínuo, Boss e Office-Boy: Carlos Del Valle

Convidado deste episódio:

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

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Edição especial sobre Felipe Massa: não as habituais especulações, mas uma análise ampla, desde a Fórmula 3000, Sauber, o auge na Ferrari e o declínio até 2012. De onde veio? Para onde vai?

Linda imagem, salvando uma saída de traseira (note o volante virado). Época do auge, em 2008. Foto Wikimedia Commons.
Linda imagem, salvando uma saída de traseira (note o volante virado). Época do auge, em 2008. Foto Wikimedia Commons.

Pergunta fácil: última vitória de Felipe Massa na Fórmula 1.

Pergunta difícil: primeira vitória de Kimi Räikkonen na Fórmula 1.

Troféus: só em Spa, no início do mês que vem.

Felipe Massa na Fórmula Renault e na Fórmula 3000 italiana.

Felipe Massa na Sauber.

Massa mostra o dedo médio para Coulthard em Imola 2005. Sempre combativo. Reprodução do YouTube, o link está logo abaixo neste post.
Massa mostra o dedo médio para Coulthard em Imola 2005. Sempre combativo. Reprodução do YouTube, o link está logo abaixo neste post.

O auge na Ferrari.

A penúria na Ferrari.

Istanbul Park. This is Massa territory.
Istanbul Park. This is Massa territory.

Links e notícias usados ou mencionados neste episódio:

Massa dedo médio para Coulthard:

http://www.grandprix.com/gpe/rr699.html

http://www.formula1.com/news/headlines/2003/3/160.html

Coletiva após a corrida (FIA)

Corrida desastrosa de Schumacher – Total Race

Situação crítica para Massa na Ferrari (Livio Oricchio – Estadão)

Piloto do dia, por James Allen

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Sleeping Tories

A Cultura da Negatividade na F1

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Há algum tempo que sentimos um surto da glamourização do “não”. A internet potencializou algo que já existia na nossa sociedade que costumávamos chamar de chatice.

Na década atual, essa chatice tenta se misturar ao conceitual, ao “eu sei isso e preciso mostrar que sei” o que torna a vida um porre! :x

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Além do mais, a culturalização do babaca potencializou isso ainda mais! É a ideia de que ser chato é legal e ser legal é chato. Isso se reflete até na cultura pop atual, onde os mocinhos tornaram-se mais vilões atendendo a demanda do novo perfil social.

Nota-se que nosso mundo é recheado de informações a todo tempo, o que tornou grande parte de tudo algo “comum”. Se eu digo que uma empresa quer colonizar outros planetas, logo levantam chatos e dizem “boooorinnng”.

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Na verdade, a chatice é um desequilíbrio cognitivo-emocional. Notem que o “chato” diz sempre estar certo, tem total razão. O que o chato não lembra é que quem é dono da verdade sempre se oblitera num muro de mentiras.

Para viver em sociedade é preciso saber ouvir a opinião das outras pessoas, conhecer novas perspectivas e sempre estar aberto a novos pontos de vista.

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Outro comportamento que vemos entre os fãs da F1 é o famoso “no passado era tudo melhor”. Uma glamourização excessiva dos perigosos anos do automobilismo.

Acredite, naquela época, as pessoas também falavam: “no passado que tínhamos corrida de verdade e não essas frescuras de hoje em dia”. Esse é um conceito bem simples em psicologia.

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O Princípio de Pollyana é o nome dado para a tendência do cérebro humano de apenas se lembrar do lado positivo do passado e passar uma borracha em tudo que era ruim.

Por isso que com o tempo, sentimos saudade da ex-namorada chata relembrando apenas do sorriso dela, do emprego que tinha aquele restaurante legal e não do chefe chato que vivia falando que a F1 é chata.

Sabendo disso, aqui estão cinco dicas para você não ser o chato mediano dos comentários e conversas sobre F1 (e talvez, na vida!)

GUIA BÁSICO DOS MOCHILEIROS DA GALÁXIA DA FÓRMULA 1

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1. ESQUEÇA O “EU TENHO QUE MOSTRAR QUE SEI MAIS”.

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Durante várias vezes em comentários, o cara que sempre quer “se amostrar” (como diz minha vó) perde a simpatia de todos imediatamente.

Troque o “eu tenho que mostrar que sei” pelo “posso somar nessa conversa”. Acredite, essa simples mudança de perspectiva, mudará a forma como as pessoas te leem ou veem.

2. GUARDE O “NÃO” NA CAIXA DAS PALAVRAS ESPECIAIS

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O “não” é igual falar “eu te amo”, se falar o tempo inteiro, fica chato. Saiba quando usar a palavra “não”. Procure substituir a negação pelo “eu entendo o seu ponto, mas vamos olhar por outra ótica”.

3. APRENDA A ELOGIAR. NÃO APAREÇA APENAS PARA CRITICAR.

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Aproveite a internet para exercitar a arte do elogio. Pense bem, qual foi a última vez que você viu um elogio autêntico? E qual foi a última vez que você elogiou alguém?

Antes de já sentar na frente do computador pensando em “negativar”, procure ler, tentar entender o ponto de vista para depois dar a sua opinião.

4. SE VOCÊ ACHA QUE PARA SER ENGRAÇADO, PRECISA DE UM BODE EXPIATÓRIO, VOCÊ NÃO É ENGRAÇADO, VOCÊ É UM BABACA.

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Gente que acha que para fazer piada, precisa humilhar ou colocar alguém numa posição difícil. Isso, na verdade, é crime.  Inclusive, os “comentários aprovados” são usados para evitar essas pessoas que podem responder judicialmente por seus atos.

Nunca use alguém como escada. Lembre-se do mantra “trate as pessoas como você gostaria de ser tratado”.

5. NÃO VIVA DE PASSADO E NÃO CAIA EM PILHA ERRADA.

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A F1 é tão especial hoje quanto era no passado, o seu cérebro sempre vai dizer contra porque nossa cognição sempre tende a guardar as memórias do jeito que queremos, por isso aquela velha e infundada conversa do “quem é o melhor piloto?”

Procure olhar o copo meio cheio e se divertir. É mais fácil reclamar do que exercitar o olhar do verdadeiro cabeça de gasolina de encontrar os pontos positivos e fantásticos sobre o nosso esporte favorito.

Lembre-se: é bem provável que no futuro, muita gente diga “a F1 era legal lá no passado”.

Abraços velozes,

Sérgio Siverly.

Fontes:

Why We Remember Things The Way We Want To Remember Them: http://bit.ly/1GoP6Y4

Do You Want People To Understand You? http://bit.ly/1EuRa3p

10 Things Passive Agressive People Say: http://bit.ly/1LuMyhV

Efeméride da semana – Peter Perfeito

Mark Neary Donohue Junior resolveu ser um cabeça de gasolina diplomado. Nascido em um 18 de março de 1937 em Nova Jersey, ele só começou a correr com seu Corvette 57 quando já estava na faculdade de engenharia mecânica.

Não parece o Capitão Kirk?
Não parece o Capitão Kirk?

donohue2b72O cara era tão gente fina, com um sorrisão permanente na cara (nada tão Joker quanto o Ricciardo, mas ao invés disso uma coisa mais Fofão do Balão Mágico) que ganhou o apelido de “Captain Nice”. Algo como o Peter Perfeito da Corrida Maluca.

 

Graças à educação formal, Donohue era um belo de um acertador de carros, conhecido como um Brainiac do esporte motor. E correu com alguns dos mais clássicos. Sente só a lista: AMC Matador, Camaro, Ford GT 40, Ferrari 512, McLaren M16, Porsche 911, Mustang GT350R e Shelby Cobra.

Mas não foi exatamente a educação formal e a mão suja de graxa que lhe trouxeram a fama. O cara era bom, tanto é que já venceu a primeira prova que disputou (e sem passar por toda aquela história de kart, papai levando o filhinho superdotado, o escambau). O braço acabou angariando amigos, e em 1966 a Ford o colocou em um assento na Holman e Moody para correr as 24h de Le Mans em um GT-40. Infelizmente o carro só durou 12 voltas, mas naquele mesmo ano Mark conseguiu um terceiro lugar em Daytona e um segundo em Sebring, além de conhecer um cidadão que iria se tornar seu BFF: Roger Penske, que o colocou para correr em Watkins Glen em junho.

Mark & Roger. Se o nome não é bom prá dupla sertaneja, pelo menos funcionou no asfalto.
Mark & Roger. Se o nome não é bom prá dupla sertaneja, pelo menos funcionou no asfalto.

Naquela época promíscua, o pessoal sentava onde tivesse lugar. Mesmo amigão do Penske, em 67 Donohue correu a Le Mans pela Ford novamente, dessa vez na Shelby American Racing e ao lado de Bruce McLaren, chegando numa boa quarta posição.

Em 69 fez um sétimo lugar nas 500 milhas de Indianápolis na sua primeira corrida lá (e também a primeira da Penske), e ganhou o prêmio de estreante do ano. Nessa época também estava dando suas voltas na NASCAR. Ou seja, onde tinha cheiro de borracha queimando (EPA!), tinha a presença do tio Mark, com aquela cara de filho mais velho de sitcom americana.

Sua estreia na Fórmula 1 foi no GP do Canadá de 1971, num chassi McLaren patrocinado por Penske. Ele subiu ao pódio em 3º lugar nesta corrida, atrás de Jackie Stewart e de Ronnie Peterson, e à frente de seu companheiro de equipe Denny Hulme e de nomes mais conhecidos, como François Cévert, Emerson Fittipaldi, John Surtees e Mario Andretti. Apesar de ser a penúltima corrida do ano, a posição lhe deu o 16º lugar entre os pilotos.

Foi essa gracinha que ganhou o mesmo apelido de Jerry Lee Lewis
Foi essa gracinha que ganhou o mesmo apelido de Jerry Lee Lewis

Em 73 ele ajudou os engenheiros da Porsche a criar um monstro. O 917-30 turbo 5.4 litros girava entre 1100 e 1500hp e, quando os alemães perguntaram para ele se o motor finalmente tinha potência suficiente, o cowboy respondeu que “ele nunca vai ter potência suficiente até que eu possa patinar as quatro rodas no final da reta em qualquer marcha”. Em 75 ele estabeleceu um recorde de 11 anos como maior velocidade média, fazendo 355 km/h no circuito de Talladega. Esse carro ficou conhecido como o Can-Am Killer, só perdendo uma corrida do campeonato de 1973,  e sendo considerado um dos carros de corrida mais poderosos e dominantes já criados.

Mas a pressão estava grande, e o “Captain Nice” foi se transformando em “Dark Monohue”. Após a morte de seu amigo David “Swede” Savage nas 500 milhas de 1973, Mark decidiu se aposentar. Ma non troppo, como dizia meu avô.

pc1Em 1974 seu velho chapa Roger o chamou para participar das duas últimas etapas da temporada de Fórmula 1 com um chassi próprio, o PC1. Donohue terminou o GP do Canadá em 12º, mas acabou abandonando o GP dos EUA.

O plano era arrebentar em 1975. Embora ainda não estivessem em condições de disputar com as grandes, a Penske conseguiu um 5º lugar nos GP da Suécia e da Inglaterra. O grande problema era a confiabilidade, uma vez que o carro abandonou 3 das primeiras 6 corridas.

No GP da Bélgica Penske abandonou o problemático PC1 e começou a usar o March 751. Poucos dias depois de bater aquele recorde em Talladega, Donohue chegou no Österreichring para a corrida. Durante os treinos um pneu furado o fez perder o controle do carro na Vöest Hügel (ainda bem que estou escrevendo e não falando estas coisas), matando um fiscal por conta dos destroços levantados no acidente. Milagrosamente, Donohue só quebrou uma perna. Só que ele tinha parado o carro usando sua cabeça contra um poste. A caminho do hospital, Mark começou a reclamar de dor de cabeça. Isso foi piorando, até o americano entrar em coma por uma hemorragia cerebral e morrer em 19 de agosto de 1975, com 38 anos e muitos e rápidos quilômetros rodados.

Muitos acham que sua mente analítica de engenheiro e a gasolina correndo em suas veias, além da tutela de Penske, o fariam o melhor chefe de equipe já visto. Já Bobby Allison, que correu com ele, achava que Mark Donohue foi o melhor piloto que os Estados Unidos já produziu e, se tivesse tempo suficiente – talvez mais um ano – ele poderia se tornar o primeiro campeão mundial nascido nos USA.

—-

Fora do autódromo: em 18 de março de 1992, Eddie Vedder apresenta os Ramones no Rock and Roll Hall of Fame, mostrando que se você só souber três acordes, mas os fizer rápido e com tesão, você chega lá.

Terça Metal #1: Sinfonia de Destruição

Além da nossa coluna sobre a “Ferrari de Sexta-Feira“, que estreou semana passada, teremos outra série semanal aqui no PF1BR. Toda terça-feira vai ser dia de Metal aqui por estes lados. Prepare-se.

A rivalidade entre fãs do Metallica e Megadeth é quase tão intensa quanto num Fla-Flu. No caso dos times cariocas, curiosamente o Flamengo foi formado a partir de uma dissidência do Fluminense, e nas bandas de Heavy Metal a história foi semelhante. Sumariamente demitido do Metallica, Dave Mustaine prometeu ao mundo que faria uma banda inda mais violenta, mais rápida e mais agressiva do que sua ex-banda.

a Megadeth_-_Symphony_Of_Destruction

Eu pessoalmente sempre fui um cara mais Metallica. Na verdade, nenhuma das duas bandas parece ser flor que se cheire. Lars Ulrich é um poser que toca mal e se acha o gás da Coca. James Hetfield é pró-armamentista e caça ursos.  Mustaine, como se já não bastasse a maluquice de sempre, ainda virou fanático religioso e aboliu metade do setlist por razões religiosas.

A canção de hoje é do clássico álbum Countdown do Extinction, lançado pelo Megadeth em 1992. “Symphony of Destruction” me lembra dos tempos da velha MTV Brasil, e simboliza bem o Megadeth: metal da melhor qualidade, bem tocado, vocal ruim e letras bacanas. Teremos mais metal na terça-feira que vem. Até lá!

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Roda com Roda: Vídeo com 3 Perguntas

Vídeo com alguns assuntos não cobertos no programa de domingo: Ferrari e punição, Red Bull e ameaças, Audi e a F1, queremos saber a opinião de vocês sobre esses três tópicos:

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Vote! Melhores e Piores do GP da Austrália de 2015: Asno Volante, Melhor Piloto

Está na hora de você dar sua opinião! Vote e espalhe sua opinião para seus amigos cabeças de gasolina.

nasr 1

Clique em quem você achou que foi o melhor e pior deste GP da Austrália:

GP da Austrália - Qual foi o pior piloto ou acontecimento (ASNO VOLANTE)?

  • Transmissão da Globo - uma festinha em que ninguém sabe nada (43%, 125 Votes)
  • McLaren - última fila, motor estourado antes da corrida, cinco segundos para a Mercedes. McLast? McNardi? (33%, 96 Votes)
  • Largada com 15 carros, graças a Manor, Kvyat, Magnussen e Bottas (7%, 20 Votes)
  • Troféu "Pit Stop Trapalhões" para Toro Rosso com Sainz e Ferrari com Kimi (6%, 17 Votes)
  • Manor - viajou para a Austrália só para pegar um solzinho (4%, 12 Votes)
  • Lotus - duplo abandono antes da primeira volta (3%, 9 Votes)
  • Imbróglio da Sauber / Van der Garde / Tribunais (3%, 9 Votes)
  • Motor Renault, espinafrado pela parceira Red Bull (2%, 5 Votes)

Total Voters: 293

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GP da Austrália: Qual foi o melhor piloto ou acontecimento (TROFÉU PODCAST F1 BRASIL)?

  • Nasr - bom treino, boa largada, boa corrida, uma excelente estreia (84%, 245 Votes)
  • Sauber - clara evolução em comparação com 2014, dois carros pontuando, a única a fazê-lo além da Mercedes (9%, 26 Votes)
  • Vettel - boa estreia, com pódio e tudo (3%, 8 Votes)
  • Hulk - sólido, quietinho, pontos com uma Force India ainda longe de madura (2%, 5 Votes)
  • Mercedes - no mínimo, uma vantagem similar à de 2014 (1%, 4 Votes)
  • Massa - bom treino, terceiro no grid, corrida limpa para o quarto lugar (1%, 3 Votes)
  • Carlos Sainz - Q3 na estreia (0%, 1 Votes)

Total Voters: 292

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Você acha que faltou alguém na votação? Então deixa a sua sugestão aqui embaixo nos comentários!

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As Músicas que Vettel ouve nos Treinamentos

Sempre discreto com a vida pessoal, Sebastian Vettel deu uma colher de chá para os torcedores, e escreveu numa folha as músicas que ele costuma ouvir durante os treinamentos. Essa é a lista, e colocamos os links logo abaixo para você dar uma ouvida:

a vettel playlist Capture

Vou ser bem político e dizer que, digamos, o gosto musical do Vettel passa “beeeeem” longe do meu… E viva Bob Dylan!

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Ferrari da Sexta-Feira: Ferrari 125 F1 (1950)

Todas as sextas-feiras, nós falaremos sobre alguma Ferrari aqui no PF1BR. Como hoje é o primeiro dia, falaremos da primeira Ferrari que disputou o Campeonato Mundial de Fórmula 1: a Ferrari 125 F1.

Já começamos com uma efeméride bombástica: a Ferrari não participou da primeira corrida da história da Fórmula 1, o lendário GP da Inglaterra de 1950, em Silverstone. A famosa Scuderia só fez sua estreia na segunda etapa, numa corrida um tanto famosa chamada Grande Prêmio de Mônaco.

Na época, a regra de motores da Fórmula 1 permitia que os motores aspirados tivessem até 4,5 litros, enquanto os motores com turbo ou outro tipo de superalimentação só poderiam ter 1,5 litros. Tanto a dominadora Alfa Romeo como a Ferrari usaram em 1950 motores superalimentados de 1,5 litro, apesar de não serem motores “turbo”: eram motores equipados com o supercharger, ou “compressor mecânico”. Diferente do turbo, que usa a energia dos gases do escapamento para empurrar mais ar para o motor, o compressor mecânico tem um sistema mais simplório, girando junto com o motor através de uma correia dentada.

O motor da rival Alfa Romeo tinha a curiosa configuração “oito-em-linha”, com um litro e meio de deslocamento e supercharger. Teve extremo sucesso, vencendo todos os Grandes Prêmios da temporada de 1950, com Nino Farina e Juan Manuel Fangio. Só não venceu as 500 Milhas de Indianápolis, que faziam parte do calendário, apesar de poucos europeus se aventurarem em solo redneck. A grande vantagem dos Alfas era justamente o compressor mecânico muito mais eficiente, que permitia potências maiores.

E a Ferrari? Presta atenção que vem coisa legal. O motor Ferrari era curiosamente um V12 de 1,5 litro, também com compressor mecânico. É muito interessante imaginar um motor tão pequeno tendo 12 cilindros. Cada cilindro deslocava apenas 125 centímetros cúbicos. Aliás, o nome do carro é derivado dessa conta. Ferrari 125 F1, ou seja, 125 cc por cilindro. Até mesmo aquele Celtinha 1.5 do seu vizinho tem cilindros maiores, dividindo seu deslocamento por quatro e deixando cada cilindro com 375  cc.

MOTOR COLOMBO

E agora chega o momento que você vai aprender uma parada que vai impressionar os seus camaradas cabeças-de-gasolina. Não vai servir para pegar mulher, mas de qualquer forma é sempre bom ser respeitado entre os comparsas. O lance é o seguinte: esse pequeno V12 é conhecido como “motor Colombo”. Que diabo é isso? Botaram as Grandes Navegações na jogada? Não. Esse micro-V12 foi projetado e desenvolvido pelo engenheiro  Gioacchino Colombo, um dos nomes mais lendários da mitologia de Maranello. Quando você fala em V12 antigo da Ferrari, você separa os motores entre V12 “Colombo” e motores V12 “Lampredi”. O engenheiro Aurelio Lampredi é o cara que ficou encarregado de projetar os V12 grandes e aspirados, quando o Comendador concluiu que era melhor embarcar nos motores sem sobrealimentação.

Apesar de lendária, a Ferrari 125 F1 nunca venceu uma corrida oficial na Fórmula 1. Seus melhores resultados foram justamente na estreia, com um segundo lugar de Ascari em Mônaco, e depois um terceiro lugar de Peter Whitehead no GP da França nos retões de Reims-Gueux. O resultado do GP de Mônaco de 1950 foi curioso: Fangio venceu com a vantagem de uma volta para a Ferrari de Ascari, que por sua vez chegou uma volta à frente da Maserati de Louis Chiron.

a ferrari 125

PARENTESCO COM O FIAT 147

A Ferrari 125 F1 tinha motor dianteiro e freios a tambor, como mandava a tradição, e a suspensão dianteira era com um feixe de molas em lâmina colocado transversalmente. Sim, eu sei. Suspensão do Fiat 147. Não vou fazer piadas. Para o próximo capítulo, preparem-se, porque a “Ferrari da Sexta-Feira” não será a de 1951. Nosso padrão de viagem no espaço-tempo será mais complexo que isso. Até lá!

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Retrovisor Roda com Roda: Crônicas Australianas

Para entrar ainda mais no clima de Melbourne e do GP da Austrália, vamos relembrar nosso Especial com as Crônicas Cangurus! Nesse programa, foram lembradas as corridas de 2002, 2007, 2009 e 1997:

Para ouvir, clique Play:

melbourne crash

Host: Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Eduardo Casola Filho,  da rádio Push to Pass

Patetices habituais com erros de gravação no final do programa.

rubens melbourne 2009

As curvas de Melbourne são nomes de grandes pilotos

Recorde: 1:24.125, MSC, Ferrari, 2004

Nunca um brazuca ganhou em Melbourne (apenas em Adelaide)

Vitórias: McLaren 6 x 6 Ferrari

Corrida clássica em Melbourne: 2009 (by Del Valle)

  • Dobradinha inacreditável da Brawn GP no treino
  • Vettel estreando na Red Bull em terceiro no grid
  • Largada habitual de Barrichello (caiu de segundo para nono)
  • Barrichello caiu no bolo e foi atingido na curva 1, sendo lançado contra Webber e Kovalainen
  • Miraculosamente, a Brawn de Rubens sobreviveu à curva 1
  • Era para Rubens ter chegado em quarto, mas um final espetacular lhe deu o segundo lugar
  • Vettel em segundo, Kubica em terceiro, Kubica tentou passar, Vettel fechou a porta, bateram, enroscaram, quebraram asas, tentaram continuar, ambos acabam no muro, em pontos diferentes da pista.
  • Vettel  no rádio “I’m very sorry, I’m very very sorry”
  • Largada do Rubens: pule para 02:10

  • Hamilton, Trulli e a Névoa da Guerra:

  • Vettel vs. Kubica: pule para 02:06

  •  Nelsinho se perdeu na freada:

nelson melbourne

Corrida clássica: 2007 (by Valesi)

  • Estreia do Kimi na Ferrari, vencendo (desde Mansell – 89 isso não acontecia)
  • Estreia do Hamilton na F1, com pódio (3º) – desde Villeneuve 96
  • Primeira corrida da era pós-Schumacher
  • Primeira corrida da história da F1 em que os três do pódio estavam estreando em seus times.
  • Raikkonen foi o mais rápido em todos os treinos, e fez a melhor volta da corrida.

Corrida clássica: 2002 (by Sergião)

  • Ralf Schumacher decolando na largada (pule para 1:50)

  • Famoso 5º lugar de Mark Webber com uma Minardi!
  • Erros de Montoya, Trulli

Acidentes famosos

Villeneuve vs. Ralf em 2001, que causou a morte de um fiscal (pule para 1:20)

Brundle e seu voo espetacular em 1996 (pule para 5:00)

O míssil Kobayashi contra Hulk em 2010:

Felipe Massa e Bruno Senna, colisão em 2012:

Porrada do Massa em 2006:

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Fórmula 1 em alto e bom som