Vote! Melhores e Piores do GP da Rússia: Asno Volante e Troféu Podcast F1 Brasil

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Clique em quem você achou que foi o melhor e pior deste GP da Rússia:

GP da Rússia: - Qual foi o pior piloto ou acontecimento (TROFÉU ASNO VOLANTE)?

  • Kvyat: acertou Vettel duas vezes na largada, e parece ter sua batata assando na Red Bull (84%, 183 Votes)
  • Ferrari: as promessas de chegar perto da Mercedes parecem distantes, ficando a 0.7 da Mercedes no treino (4%, 9 Votes)
  • Vettel: abalroado na largada, está tendo segundo de Ferrari bastante decepcionante (4%, 8 Votes)
  • Red Bull: após um bom começo de temporada, foi facilmente superada pela Williams e teve uma corrida de total inferno astral (4%, 8 Votes)
  • Hamilton: urucubaca continua, com problema no treino e décimo lugar no grid (3%, 6 Votes)
  • Gutierrez: voltando aos tempos de "Gutierros", foi punido por fazer strike na largada (2%, 4 Votes)

Total Voters: 218

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GP da Rússia: Qual foi o melhor piloto ou acontecimento (TROFÉU PODCAST F1 BRASIL)?

  • Alonso: matou a saudade de andar no Top Ten, ainda com Button se juntando a ele no final (39%, 83 Votes)
  • Rosberg: novamente uma corrida solitária e tranquila, indo para 43 pontos de vantagem (21%, 44 Votes)
  • Magnussen: um inacreditável resultado com o caminhão amarelo da Renault (14%, 29 Votes)
  • Williams: grande melhora no carro, fazendo muitos pontos bem no dia que a Red Bull naufragou feio, naufragou rude (12%, 25 Votes)
  • Hamilton: conseguiu minimizar na corrida o prejuízo da falha de sistema híbrido no treino de classificação (8%, 17 Votes)
  • Groselha: voltando ao Top Ten, à frente da Force India e da Toro Rosso (6%, 13 Votes)

Total Voters: 211

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O que um avião de caça tem em comum com um F1?

Novo vídeo do canal Roda com Roda, com a curiosa comparação entre os carros da F1 e os aviões de caça:

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Boletim Estratégico: Grande Prêmio da China 2016

FLSR

Corridas eletrizantes e cheias de ação já viraram a cara de 2016. O GP da China não fugiu a regra e proporcionou muito drama e emoção, com o novo regulamento de pneus se mostrando efetivo novamente.

Diversos incidentes, inúmeras estratégias e um grid muito misturado em grande parte da prova ditaram o ritmo do domingo. Nico Rosberg venceu novamente, se juntando a Michael Schumacher, Sebastian Vettel e Alberto Ascari no seleto grupo de pilotos com seis vitórias consecutivas.

Rosberg lucra em uma estratégia alternativa

O vencedor da prova optou por uma estratégia bem diferente, a qual começou a ser executada ainda no sábado. Rosberg fechou o Q2 na 3ª posição com os pneus macios, se classificando sem sustos para a parte final do Quali. Como os pilotos que passam para o Q3 largam com os pneus utilizados na etapa anterior, o alemão chegou ao grid com o pneus amarelos no domingo.

A Mercedes já apresentava um bom ritmo com os macios durante os treinos livres, além disso, o traçado que proporciona um índice alto de degradação tornava os macios muito mais fortes que os super macios devido a velocidade e durabilidade. Se apoiando nos pneus amarelos, Rosberg parou apenas duas vezes durante o GP, permanecendo na pista durante o carro de segurança, trocando para outro set de macios e terminando a prova nos médios.

A estratégia funcionou perfeitamente e sua pilotagem equilibrada rendeu acachapantes 40 segundos de diferença para o 2º colocado no fim da prova, certamente aliviando a pressão da equipe durante o Gp e evitando desgastes de pneu extras para o alemão.

Médios usados com frequência

Após uma performance duvidosa no Bahrein, os pneus médios foram usados com muita frequência na China, graças a durabilidade do composto no circuito de Shanghai. Muitas equipes sofreram com alto desgastes durante os treinos livres, o que praticamente inutilizou os super macios nessas condições de pista.

Os macios e médios foram os viram mais ação no Domingo. Era esperado que os pneus amarelos fossem usados com mais frequência e a teoria se comprovou durante a prova, já que vimos muitos stints menores com este composto. Entretanto, os médios também receberam sua parcela de atenção perto do fim da corrida, alguns pilotos com Ericsson e Alonso, até usaram dois sets de pneus médios.

Três paradas foram a estratégia ideal

No total, 15 pilotos completaram três paradas no GP da China, sendo a estratégia mais utilizada devido ao alto índice de desgaste de pneus no circuito, abrindo o leque de opções para o uso de diferentes compostos. A estratégia mais comum foi largar com Super macios, partir para dois stints de macios e terminar a prova com médios.

Mesmo assim, diversas estratégias diferentes foram usadas. Rosberg conseguiu parar apenas duas vezes largando com os macios e permanecendo na pista durante o carro de segurança. Boa parte do pelotão parou durante o Safety Car logo após os incidentes da primeira volta, gerando um pitlane bem movimentado, ainda sim, alguns pilotos ficaram na pista e conseguiram fazer uma estratégia de apenas duas paradas funcionar.

Caos nas primeiras voltas gera mais paradas

Muitos pilotos foram forçados a fazer mais paradas que o planejado devido ao caos nas primeiras voltas do Gp. Já na longa primeira curva, Vettel e Kimi colidiram e o finlandês rodou em direção a RBR de Daniil Kvyat, causando um dano na asa dianteira da Ferrari. Raikkonen parou no fim da volta 1, assim como Grosjean e Felipe Nasr, ambos com problemas na asa dianteira.

Hamilton largou em ultimo, vítima de um problema no ERS durante o Quali, e foi atingido por Nasr na primeira curva, também perdendo a asa dianteira e sendo forçado a parar no fim da primeira volta. O britânico ainda parou duas vezes durante o carro de segurança para se livrar dos super macios. Nico Hulkenberg ainda foi punido e teve que pagar um drivethrough, comprometendo completamente sua corrida.

A mudança da regra de pneus, entregando três compostos por GP, colaborou para corridas eletrizantes no início dessa temporada. Pilotos batalhando fora de posição e com compostos diferentes. A maior parte do grid tem conseguido guardar pelo menos um set de cada pneu para o domingo, aumentando a variedade de estratégias e alternativas. Isso também aumenta a possibilidade de erros, como por exemplo a tentativa de apenas duas paradas da McLaren com Jenson Button, o britânico não conseguiu levar o seu útimo set de médios até o final e foi obrigado a parar novamente.

Corridas de recuperação muito efetivas

Após tantos incidentes e problemas na primeira volta, fomos presenteados com corridas de recuperação incríveis. Vettel caiu para oitavo devido ao incidente na primeira curva mas o ritmo intenso da Ferrari e uma estratégia de três paradas muito bem executada o colocando em um sólido segundo lugar.

Daniel Ricciardo sofreu um furo de pneu enquanto liderava a prova na volta 3. Sua 2ª posição no Quali provou que o RB12 tinha ritmo de prova e isso ficou ainda mais evidente enquanto o australiano fatiava rapidamente o pelotão. Também parando três vezes, foi agressivo durante praticamente toda a corrida, terminando em uma merecida 4ª colocação.

Kimi Raikkonen foi obrigado a parar na primeira volta para reparar sua danificada Ferrari e ainda aproveitou a ocasião para colocar os pneus amarelos. Um longo stint nos pneus médios ajudou o finlandês a superar pilotos mais lentos enquanto calçava o composto mais resistente, completando apenas três paradas, ao contrário de Hamilton.

Kimi e Lewis chegaram a correr juntos após as confusões da primeira volta. No entanto, o britânico parou 5 vezes, duas sob safety car, completando alguns stints menores com os pneus amarelos. O atual campeão optou por terminar a corrida com os médios mas o longo stint fez com que sua corrida de recuperação terminasse mais cedo. Hamilon cruzou a linha de chegada em 7º, duas posições atrás de Kimi.

Stints mais longos

 

  • Médios: Perez – 28 Voltas
  • Macios: Vettel – 21 Voltas
  • Super Macios: Vettel – 13 Voltas

Mais paradas

  • Grosjean e Hulkenberg – 4 (Incluindo drive-throughs)

Fonte

Texto Original

Formula Legend Brasil

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Quem assistiu ao nosso último programa soube que contratamos um editor de vídeo para migrar nossos Especiais (Ferrari, Williams, Schumacher) para o YouTube. Esse editor, no caso o Sérgio Siverly do Boteco F1, está sendo pago com os recursos arrecadados até hoje com o Patreon. Vários amigos cabeças-de-gasolina tinham um certo receio de contribuir com o Patreon por ele ser em dólar, e inclusive sugeriram que fizéssemos um Padrim, que é totalmente similar ao Patreon, porém brasileiro e (mais importante) em reais. Então taí: este é o link do Padrim do Podcast F1 Brasil / canal Roda com Roda.  Além de ser em reais, ele tem a possibilidade de ser pago por boleto, o que também ajuda muita gente. Os preços são similares ao Patreon, então nossa ideia é que as plataformas são complementares, ou seja, ninguém precisa sair do Patreon para ir ao Padrim, as duas plataformas vão coexistir normalmente. Eu pessoalmente contribuo com podcasts tanto através do Patreon (Dragões de Garagem) como pelo Padrim (Crazy Metal Mind e Troca o Disco).

Um abração pra todo mundo e Até Lá!

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