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Host, Boss, Timoneiro, Contínuo, Editor-Chefe, Asno Volante e Office-Boy:  Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Valesi, do Edição Rápida

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suzuka cut crop 2

2010
#7 Fernando Alonso: (2º – 256 Pontos / 5 Vitórias)
#8 Felipe Massa: (6º – 144 Pontos / 0 Vitórias)
Scuderia: (3ª – 396 Pontos / 5 Vitórias)

Primeira temporada com o novo sistema de pontuação;
Fim do reabastecimento;
Brawn GP virando Mercedes;
Retorno de Michael Schumacher ao grid.

Começo de temporada meteórico, dobradinha no Bahrein e Felipe Massa liderando o mundial após a segunda etapa do campeonato;

Batalha franca entre os seis pilotos das três principais equipe, Ferrari, RBR e McLaren;

Vettel, Webber, Hamilton e Button chegaram em Silverstone com duas vitórias. Alonso, mesmo com apenas com uma ainda corria por fora na briga pelo título;

Um ano após seu acidente na Hungria, Massa liderava o GP da Alemanha seguido por seu companheiro de equipe, até que ordens visando melhorar as condições de Alonso no mundial vieram, “pedindo” que o brasileiro deixasse Alonso passar, como ordens de equipe são proibidas, a Ferrari foi multada em $100,000, punição máxima possível;

Alonso se reabilitou no campeonato com algumas vitórias no 2º semestre, entrando na briga junto com Vettel, Webber e Hamilton;

O Espanhol chegou a Abu Dhabi precisando de um 2º lugar ou um simples 4º se Vettel vencesse o GP para ser campeão do mundo;
Vettel foi Pole mas Alonso largava em 3º, durante a corrida, um erro estratégico colocou o espanhol atrás da grande barreira amarela e preta chamada Vitaly Petrov, que segurou Alonso em 7º e ajudou Vettel conquistar seu primeiro título mundial, ironicamente superando Alonso como o mais jovem a conquistar tal feito;

Alonso foi vice por 4 pontos, Massa terminou o ano em 6º e a Ferrari em 3º, atrás de Red Bull e Mclaren.

2011
#5 Fernando Alonso (4º – 257 Pontos / 1 Vitória)
#6 Felipe Massa (6º – 118 Pontos / 0 Pódios)
Scuderia (3ª – 375 Pontos / 1 Vitória)

Retorno da Pirelli como única fornecedora de pneus da temporada, substituindo a Bridgestone.

Treta eterna Massa X Hamilton (Monaco, Silverstone, Cingapura, Japão e Índia)

O carro foi batizado de de F150, mas após a ameaça de processo da Ford, já que uma de suas pick-ups tem o mesmo nome, a Scuderia passou a chamar o bólido de 150º Italia (centocinquantesimo);

Felipe Massa foi o mais rápido nos testes de pré-temporada, mas apesar do começo promissor, o início da temporada foi frustrante;

No primeiro GP do ano, Alonso e Massa estavam 1.4 e 2.0 mais lentos que o Pole Position, Sebastian Vettel, nos treinos de classificação;

Primeiro pódio da equipe só veio na 4ª etapa da temporada, em Istambul, com um heróico 3º lugar de Alonso, com Massa em 11º;

Antes do GP da Espanha, a Ferrari anunciou a renovação de contrato com Fernando Alonso até 2016;

Massa estava bem encaminhado para consquistar seu primeiro pódio no caótico GP do Canadá mas acabou rodando sozinho enquanto tentava ultrapassar um retardatário, terminando em 6º;

Com o banimento de mapeamento de energia e dos off-throttle blown diffusers antes do GP da Inglaterra, a performance das RBRs e das Mclarens foi extremamente afetada. Dito e feito, Alonso venceu em Silverstone, a única vitória da equipe na temporada. No entanto, o banimento dos difusores foi revogado na semana seguinte;

Alonso ainda conseguiu mais alguns pódios, especialmente na parte européia da temporada, terminando em 4º no mundial de pilotos, já Felipe Massa não chegou a tomar Champagne, tendo seis 5º lugares como seus melhores resultados em 2011.

2012
Fernando Alonso: vice-campeão
Felipe Massa: sétimo no campeonato.

Temporada com sete pilotos diferentes vencendo as sete primeiras corridas.

Alonso: vitórias em Sepang, Valencia e Hockenheim, num ano em que a Ferrari era por vezes o quarto carro mais rápido, atrás de Red Bull, McLaren e Lotus.

Alonso: após o GP da Itália (etapa 13 de vinte previstas), sua vantagem para o segundo colocado no campeonato era 39 pontos. Mas nas últimas seis corridas Vettel extraiu quase tudo que a Red Bull podia oferecer, assumindo a liderança após o GP da Coreia, faltando quatro corridas para o fim da temporada.

Alonso chegou à última etapa no Brasil com treze pontos de desvantagem para Vettel. Quase que o Sobrenatural de Almeida atacou, com Vettel batendo feio na primeira volta. No entanto, o alemão sobreviveu e conseguiu um sexto lugar com o carro todo avariado, garantindo o título por quatro pontos. Nessa corrida, as duas Ferrari alcançaram o pódio, com Alonso em segundo e Massa em terceiro.

2013
#3 Fernando Alonso (2º – 242 Pontos / 2 Vitórias)
#4 Felipe Massa (8º – 112 Pontos / 1 Pódio)
Scuderia (3ª – 354 Pontos / 2 Vitórias)

Último ano dos motores V8;
Domínio soberano de Sebastian Vettel. 13 vitórias no ano, 9 seguidas;
Última temporada de Mark Webber na categoria.

Outro início promissor com boas performances do F138 na pré-temporada e um 2º e 4º logo de cara no GP da Austrália;
Uma dobradinha no qualy do GP da Malásia e a vitória na China mostraram que o bólido foi bem nascido;
Após uma corrida recheada de problemas no Bahrein, a Ferrari chegou ao seu auge na Espanha, 1º para Alonso e 3º para Massa, segunda e última vitória da scuderia na temporada;
Campanha sólida durante a temporada, com todos os upgrades sendo efetivos, incluindo o famoso pacotão da Bélgica, que rendeu três 2º lugares para o espanhol;
A partir da Coréia a Ferrari passou a ser extremamente inconsistente, um 4º no Japão e um 3º no Brasil foram os melhores resultados de Alonso nas útlimas 6 etapas;
Massa quase belisca um pódio em seu último GP pela equipe mas acaba punido por ter cortado a linha branca de entrada dos pits e cai para 7º;
Vendo o copo meio cheio, Alonso foi vice-campeão mundial, o primeiro entre os normais dado o domínio de Sebastian Vettel;
Já pelo copo meio vazio, a equipe ficou em 3º no mundial de construtores, atrás de Red Bull e Mercedes pré-domínio na era dos V6.

2014
#14 Fernando Alonso: (6º – 161 Pontos / 2 Pódios)
#7 Kimi Raikkonen: (12º – 55 Pontos / 0 Pódios)
Scuderia: (4ª – 216 Pontos)

Mudanças radicais no regulamento, retorno dos motores V6 turbo;
Introdução do ERS, bicos mais baixos, entre outras;

Acidente de Jules Bianchi no GP do Japão, justo no início das especulações sobre a substituição de Kimi pelo francês em 2015.

Com retorno de Kimi, após 5 anos após sua saída da equipe, a Ferrari passou a ter sua primeira dupla de pilotos totalmente européia desde 1999;

Começo de temporada terrível, Kimi com apenas 7 pontos em três corridas;

Em uma cena tragicomica, Fernando Alonso comemora com os punhos cerrados seu 9º lugar no GP da China;

Ainda em Abril, Marco Mattiacci, então CEO da Ferrari na América do Norte, substituiu Stefano Domenicali como chefe de equipe;

Logo após a chegada de Mattiacci, Alonso consegue um pódio improvável na China, que acaba sendo atribuido a mudança no comando da Scuderia;

O pódio provou-se ser fogo de palha já que a equipe continuou tendo dificuldades na parte européia do calendário, Alonso sofria para terminar em 6º enquanto Kimi lutava para marcar pontos;

O segundo e último pódio da temporada só veio na Hungria, em uma corrida atípica e com méritos totais para o piloto espanhol;

Em setembro, Montezemolo resignou do cargo de presidente da Ferrari devidos aos atritos constantes com Sergio Marchionne, CEO da FIAT Chrysler. Sergio assumiria sua posição posteriormente;

2º semestre frustrante para a Scuderia, um 4º de Kimi e um 4º de Alonso foram os melhores resultados nas últimas 8 corridas;

Primeira temporada sem vitórias desde 1993.

2015

Sebastian Vettel: terceiro no campeonato

Kimi Raikkonen: quarto no campeonato

Sai Alonso e chega Sebastian Vettel.

Passa a usar o rFactor Pro como programa no simulador.

Sergio Marchionne é anunciado como novo presidente e Maurizio Arrivabene chega como chefe de equipe.

Primeira vitórias após 34 corridas na Malásia.

Total de três vitórias e até mesmo uma pole (em Cingapura).

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Categorias: Podcast

Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

10 comentários

João Vítor Dieter · 11 de janeiro de 2016 às 0:17

I’m faster than you!

João Vitor Esteves · 11 de janeiro de 2016 às 0:18

dessa espero ser mais rapido que o motor de gp2

Claudio Alves · 11 de janeiro de 2016 às 0:21

Me sentindo o Kimi de 2015,

Melhor ir tomar sorvete e ouvir o cast =P

Claudio Alves · 11 de janeiro de 2016 às 0:23

Atrasado mais cheguei… 🙂
Melhor que o Maldonado Rs

Rodrigo "Digão" · 11 de janeiro de 2016 às 3:50

And you are faster than me!

cevalesi · 11 de janeiro de 2016 às 10:31

Sensação de dever cumprido com essa série.
Comendador tá orgulhoso.

Jordan Bandeira · 11 de janeiro de 2016 às 11:48

Nada como ouvir o PF1BR para acelerar a segunda-feira.

João Vítor Dieter · 17 de janeiro de 2016 às 23:47

Vindo do futuro pra falar que hoje tem podcast de novo!

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