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Host, Boss, Timoneiro, Contínuo, Editor-Chefe, Asno Volante e Office-Boy:  Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Valesi, do Edição Rápida

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JOLYON PALMER
Filho do Dr. Jonathan Palmer

Nascido em 20 de janeiro de 1991, inicia a temporada com 25 anos.

Em 2007 e 2008 disputou a Fórmula Palmer Audi, criada por seu pai em 1998. Era uma categoria similar à Fórmula 3, com chassis Van Diemen e motor Audi 1.8 turbo de 300 cavalos.

2007 Formula Palmer Audi: décimo no campeonato, com duas poles e duas vitórias.

2008 Formula Palmer Audi: terceiro no campeonato, com uma vitória, três poles e onze pódios (apostando na consistência)

2009 Fórmula 2, terminou em vigésimo-primeiro no ano de estreia, com um sexto lugar em Imola como melhor resultado. Detalhe: assim como a Fórmula Palmer Audi, a Fórmula 2 também era comandada por seu pai Jonathan, o que de certa forma fez com que Jolyon não fosse levado tão a sério como provavelmente deveria.

2010 Fórmula 2, desta vez já com vitória na primeira etapa em Silverstone, chegou a liderar o campeonato, e foi vice-campeão, com 5 vitórias.

2011-2014 quatro anos seguidos de GP2, conseguindo o título no quarto ano (2014), vencendo Stoffel Vandoorne (que estava estreando) e seu antigo companheiro de equipe Felipe Nasr (ambos tinham corrido pela Carlin na GP2 em 2013).

Nesse ano de 2014 na GP2, houve uma batalha Roda com Roda entre Felipe Nasr e Jolyon Palmer na etapa da Hungria, inclusive com direito a um clima bem ruim no pódio. O pai de Jolyon, Dr. Jonathan Palmer, já acusou Felipe Nasr de roubar o acerto do carro de Jolyon em algumas etapas. Ou seja: Felipe Nasr e Jolyon Palmer não morrem de amores um pelo outro, muito pelo contrário. Vai ser bem interessante de acompanhar a batalha entre a Sauber de Nasr e a Renault de Palmer durante o ano. Quem sabe os dois se encontram na pista, e com certeza vai sair faísca.

Briga fantástica na pista entre Nasr e Jolyon:

Nasr falando na transmissão da F1 sobre Palmer:

Matéria sobre a corrida:

Jolyon Palmer estreia com relativamente boa experiência em Fórmula 1. No fim de 2014, participou do teste geral da F1 para jovens pilotos pela Force India, em Yas Marina. Em 2015, se tornou terceiro piloto da Lotus, e participou de várias sessões de treinos livres de sexta-feira: China, Bahrein, Barcelona, Austria, Silverstone, Hungria, Spa-Francorchamps, Monza e Abu Dhabi. Correrá com o número 30 nesta temporada.

RIO HARYANTO

Piloto na Indonésia, nascido em 22 de janeiro de 1993 (inicia a temporada com 23 anos).

Em 2008, aos 15 anos, foi terceiro na Fórmula Asia 2.0, perdendo para o multicampeão Felix Rosenqvist (atual campeão europeu de F3) e para Mathias Beche, atual piloto da Rebellion LMP1 no Mundial de Endurance FIAWEC.

Em 2009, disputou também a Fórmula BWW Pacific, dominando a temporada com 11 vitórias em 15 corridas (porém campeonato com pouco “peso”, sendo que algumas corridas foram vencidas por pilotos que não estavam no campeonato).

Em 2010, foi tentar a vida no automobilismo europeu, disputando a GP3, olha só, pela Manor. O ano de estreia de Rio Haryanto na GP3 foi excelente: foi o melhor piloto entre os quatro da Manor no campeonato, com uma vitória, dois pódios e o quinto lugar no campeonato. Um dos pilotos da Manor era o Adrien Tambay, filho do Patrick Tambay.

Em 2011 ficou na GP3, mas teve um ano irregular: apesar de duas vitórias, passou sete corridas sem marcar pontos, e acabou o campeonato em sétimo, desta vez perdendo para o companheiro de equipe Adrian Quaife-Hobbs. Ambas suas vitórias foram sob chuva, o que lhe deu uma incipiente fama de especialista em pista molhada.

De 2012 a 2015, Rio Haryanto disputou quatro temporadas seguidas na GP2, por várias equipes (Carlin, Addax, Caterham e Campos). Nos três primeiros anos, ficou em décimo-quarto, décimo-nono e décimo-quinto, respectivamente, sem nenhuma vitória. Apenas em 2015 ele conseguiu sua primeira (e única) vitória na GP2, terminando o campeonato em quarto, atrás de Stoffel Vandoorne, Alexander Rossi e Sergei Sirotkin.

Haryanto participou dos testes da Fórmula 1 para jovem pilotos em Abu Dhabi 2010 e Silverstone 2012, pela Manor/Marussia. Foi o primeiro indonésio a conquistar uma superlicença para a Fórmula 1 e é um superstar no seu país natal.

PASCAL WEHRLEIN

Alemão, nascido 18 em outubro de 1994, inicia a temporada com 21 anos. Completará 22 anos no dia 18 de outubro, um dia depois do aniversário do Kimi e do Del Valle. Ou seja, nasceu no dia do Médico.

Após o kart, passou em 2010 para os monopostos na Fórmula ADAC Masters, um campeonato alemão equivalente à antiga Fórmula BMW, que serve de transição entre o kart e a Fórmula 3. Terminou em sexto na sua primeira temporada, com uma vitória.

Em 2011, disputou novamente a Fórmula ADAC e foi campeão, com oito vitórias.

Em 2012, Wehrlein fez o upgrade para o Europeu de Fórmula 3, e fez uma boa estreia, sendo vice-campeão com uma vitória.

Wehrlein passou três anos na DTM. Estreou em 2013 aos 18 anos, e ficou em décimo-quarto no campeonato. Em 2014, tornou-se o piloto mais jovem da história da DTM a fazer pole position e vencer corrida, terminando o campeonato em oitavo. Ano passado, a DTM passou a ter um campeonato mais longo, com 18 etapas em vez de 10, e Pascal Wehrlein foi campeão com duas vitórias e 169 pontos.

Há corridas inteiras da DTM com a câmera onboard para os cabeças de gasolina nível hard! Como, por exemplo, essa em Nurbugring com o alemão Wehrlein:

Na Fórmula 1, Wehrlein participou dos testes de pré-temporada de 2015 pela Force India e pela própria Mercedes. Wehrlein estreia em 2016 pela Manor-Mercedes, possivelmente como pagamento da Manor por usar o túnel de vento e os motores Mercedes. O jornalista Joe Saward desconfia que Wehrlein já tem lugar para 2017 e a Mercedes quer lhe dar milhagem para sua estreia “na real”. Vai correr com o número 94 nesta temporada.

APOSTA

Del Valle: Wehrlein 7 x 0 Haryanto
Valesi: Wehrlein 6 x 0 Haryanto
Sergião: Wehrlein 16 x 0 Haryanto

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Categorias: Podcast

Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

14 comentários

João Vítor Dieter · 7 de março de 2016 às 0:52

O podcast já voltou, agora só falta a F1.

Everton Furlani · 7 de março de 2016 às 0:53

JS

Everton Furlani · 7 de março de 2016 às 0:55

Puts, traido pela net lenta, kkkk

Samara Helou · 7 de março de 2016 às 1:47

malditos ninjas. kkkk

    Everton Furlani · 7 de março de 2016 às 4:37

    kkkk

Jordan Bandeira · 7 de março de 2016 às 7:01

PF1BR de volta. Matando a saudade.

Gustavo Thomé - blackcerrado · 7 de março de 2016 às 9:16

Muito bom acordar, abrir o email e ver que o Podcast F1 Brasil Voltou!!
Hj a noite já da pra correr ouvindo o novo capítulo.
Saudações

Digão Ferreira · 7 de março de 2016 às 9:53

Antes de mais nada, escutando Roberto Carlos, “Eu cheguei em frente ao portão/ Meu cachorro me sorriu latindo/ Minhas malas coloquei no chão/ Eu voltei.

artcolorgrafica · 7 de março de 2016 às 10:49

Ótimo ter o Podcast de volta, agora estou entrando no clima de volta da temporada de F1

Sérgio Siverly (@SergioSiverly) · 7 de março de 2016 às 12:06

Nossa, esse Sérgio estava sobre efeito de tóxico na gravação desse programa! 30 pontos para a McLaren? 16 para a Manor? Sabe nada! 😀

Anderson Cogo · 7 de março de 2016 às 13:06

Amigos, só queria deixar um “mea culpa”, eu sou um dos que reclama de certos circuitos, POREM não pelo de ser em algum lugar diferente, mas os circuitos horríveis como por exemplo o de BAKU desse ano, se fosse um circuito pelo menos, bem construído, mas circuito de rua, igualo foi valência, horrível. O circuito da Europa deveria ser, no mínimo um em cada país por ano, assim ficaria mais rentável para certos países.
Faltam autódromos melhores, não importa o país.

Fabiano Forte · 8 de março de 2016 às 8:41

Êêêêêêêêê! Podcast de volta!! Êêêêêê!
Agora, quanto à questão da pontuação, capaz de só o Palmer conseguir alguma coisa… Só mesmo se tivermos uma nova Manor neste ano…
Aliás, capaz de nenhum dos três marcar um mísero pontinho!

Pedro · 15 de março de 2016 às 18:53

Se o Pastor Maldonado ganhou uma corrida , o Rio Haryanto deve ser o novo Senna!

Tiago Oliveira · 18 de março de 2016 às 7:32

A Renault vai comecar drageando, nao muito diferente de onde estava a Lotus no fim do ano passado, mas estao despejando uma grana bruta na equipe e até o fim do ano eles sobem, entao uma disputa entre o Palmer e o Wehrlein (Em portugues: “Vêrlain” hehehe) é muito otimismo de um lado e pessimismo do outro, eu acho.
O Wehrlein tem uma fama de ser meio agressivo demais, apesar de rápido, coisa que no DTM nao é grande problema, já que o Carro aguenta uns esfregoes, vamos ver se na F1 ele nao vai dar uns strikes nas primeiras curvas.
Acho que o rookie do ano vai ficar fácil com o filho do doutor.

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