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Host e Editor dessa edição: Sérgio Siverly

Convidados deste programa:

Carlos Eduardo Valesi, do Edição Rápida

Fernando Campos, do NFL dos Brother, Boteco F1 e do Instagram do PF1BR

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DO MELHOR SEGUNDO PILOTO DE TODOS OS TEMPOS:

  • todos resultados computados.
  • corridas que não foram iniciadas, exceto por não conseguir classificação nos 107%, não foram contabilizadas.
  • todos resultados foram transpostos para a pontuação atual (até o 10º, com 25 pontos para o primeiro), mesmo quando esta não era adotada.
  • todos os resultados foram multiplicados por uma constante que levou em conta a competitividade da equipe, da seguinte forma:
    • equipe ou companheiro de equipe campeões, fator de multiplicação (k) = 1;
    • equipe disputando título, mais da metade dos resultados dos dois pilotos no pódio, k = 2;
    • equipe “média”, pontuando com frequência, porém sem pódios frequentes, mas longe das nanicas, k = 3;
    • nanica, mais da metade das corridas com abandono de um piloto, sem pontuar com frequência, k = 4;
  • a média de pontos por corrida foi feita por este critério.
  • a comparação com o companheiro de equipe foi realizada com a pontuação em curso na temporada disputada.
  • quando o piloto não disputou todas as etapas, o resultado do companheiro de equipe foi descartado na prova respectiva.

RESULTADOS GERAIS

GRÁFICO

GRÁFICO DE DESEMPENHO

PONTUAÇÃO POR ANO

PONTUAÇÃO POR ANO

PONTUAÇÃO POR CORRIDA

PONTUAÇÃO POR CORRIDA

PERCENTUAL NA CARREIRA

PERCENTUAL NA CARREIRA

COMPARAÇÃO COM O COMPANHEIRO DE EQUIPE

COMPARAÇÃO COM O COMPANHEIRO DE EQUIPE

 

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Sérgio Siverly

O menino que ficava em frente da tv com um prato fingindo ser um piloto nos anos 1990 e o diabo necessário por trás do Boteco F1 no YouTube. ;)

43 comentários

Diego Ricarte · 21 de julho de 2016 às 13:22

Programa de meio de semana. Sempre muito bom!

Diego Ricarte · 21 de julho de 2016 às 13:23

Chupa Matheus Ferreira!

VALESI · 21 de julho de 2016 às 13:27

Nesse programa o Jump Start será o segundo comentário.

Bruno Rocha · 21 de julho de 2016 às 16:43

Valesi , o que é fazer para fazer ?

Jordan Bandeira · 21 de julho de 2016 às 18:46

Nem assim consigo o segundo comentário. Tsc, tsc.

Gustavo · 21 de julho de 2016 às 19:13

Top 3 com Senna e sem Prost é PIADA. Bairrismo.

    Sérgio Siverly (@SergioSiverly) · 22 de julho de 2016 às 12:02

    Oi, Gustavo. O Prost foi um dos melhores de todos os tempos mesmo. Mas essa área sempre cai para o gosto pessoal. Abração e seja bem vindo! 😉

rubensgpnetto.exe (@rubensGPnetto) · 21 de julho de 2016 às 19:30

Excelente episódio!
Meu Ranking:
01º Barrichello
02º Berger
03º Webber
04º Patrese
05º Couthard
Meu pódio para o GP da Hungria: Hamilton, Vettel e Riccardo!
Abraços

Andre Távora · 21 de julho de 2016 às 19:39

Acabei de chegar em casa e olha, sensacional o programa de vocês!
Meus parabéns mesmo. E especialmente ao Carlos Valesi pela elaboração dos números e da análise gráfica. Eu mesmo sou um apaixonado por estatística e construção de gráficos, tabelas, tudo o que facilita e sistematiza o conhecimento. Demais mesmo galera.
Se permitirem, deixarei minha opinião acerca da ordem dos cinco segundos pilotos mencionados no post:
1- Gehard Berger
2- Rubens Barrichelo
3- Ricardo Patrese
4- David Coulthard
5- Mark Webber

Para mim, essa é a sequência. Interessante ver como temos essa unanimidade em ver o Berger como o melhor e o Webber como o pior deles. Desculpa a palavra, mas sempre fiquei puto com o Webber… Com os RB6, RB7, RB8 e RB9 na mão, ele NÃO CONSEGUIU UM ÚNICO vice-campeonato na carreira. O único daí que nunca foi vice sequer =/

Raphael Pereira de Souza · 21 de julho de 2016 às 19:43

Excelente programa de meio de semana.

Cavalli · 21 de julho de 2016 às 23:41

Muito bacana o programa! Valesi merece um doutorado pelo estudo estatístico.
Minha lista bate exatamente com os números percentuais:
1) Berger (o Berger de antes do acidente, depois ele nunca mais foi o mesmo).
2) Coulthard (poucas vezes foi o principal piloto da equipe)
3) Barrichelo (competitivo em equipes pequenas, mas na hora da onça beber água, Schumi e Button (!!!) não deram chance)
4) Patrese (parceiros difíceis, mas nunca os incomodou)
5) Webber (nenhum vice???!!!)

Parabéns pelo programa!! Fico na torcida por novos estudos em breve!! Showwwwww

    Sérgio Siverly (@SergioSiverly) · 22 de julho de 2016 às 12:28

    Oi, Cavalli! Novos estudos estão no forno! Gratidão pela audiência! 😉

    Carlos Del Valle · 22 de julho de 2016 às 17:25

    Realmente interessante esse lance do Barrichello ter brilhado nas pequenas e dado xabu nas horas do pega-pra-capar… Tipo “jogador de clube mas não de seleção”

Paulo Carvente · 22 de julho de 2016 às 10:05

Cadê o Massa nas estatísticas?

Andre Távora · 22 de julho de 2016 às 11:32

Sobre a discussão no meio do programa sobre as equipes que pareciam não ter um primeiro ou segundo piloto bem definido, lembrei de uma dupla bem sólida que correu entre 1993-95 pela Ferrari e entre 1996-97 pela Benetton: Jean Alesi e Gehard Berger. Está certo que Berger parecia ser mais piloto, mas a disputa interna deles em todos os anos foi bem equilibrada e quando o Alesi surgiu em 1990 na Tyrrell, parecia ser um fenômeno.
Outra dupla que guardo com carinho é a de Nick Heidfeld e Robert Kubica na BMW Sauber entre 2006-07. Notem que atualmente outras duplas estão começando a criar essas características e com muita longevidade, como Nico Hulkenberg e Sergio Perez na Force India.

E o Sérgio fez um comentário no meio do programa que me levantou as orelhas. Achei bacana ver que compartilham da minha opinião de que o podium dos maiores de todos os tempos contém:
1- Ayrton Senna
2- Juan Manuel Fangio
3- Michael Schumacher
Na realidade, essa é a minha sequência. Pode até ser numa ordem diferente da sua, mas para mim esses três são quase inquestionáveis. Abraços.

luty81 · 22 de julho de 2016 às 14:48

Ideia bacana e deve ter dado muito trabalho! Pra enriquecer a comparação eu adicionaria duas tabelas análogas às tabelas “Pontuação por Corrida” e “Pontuação Percentual” sendo que eu descartaria da conta as corridas onde o piloto tenha abandonado por falha mecânica. Eu peguei as 3 tabelas ultimas tabelas e somei a pontuacao de cada piloto (5 pontos para o 1º e 1 ponto para ultimo) sendo que nas duas ultimas tabelas atribuí peso 2. Aí fica assim:

1º Berguer – 17 pts
2º Barrichelo – 17 pts
3º Coulthard – 16 ptos
4º Patrese – 15 ptos
5º Webber – 10 ptos

Meu critério de desempate foi a quantidades de “vitórias”. O Berguer foi o melhor de todos em 2 critérios, enquanto que o Rubinho e 1 critério. Mas combinando os dados do post com alguns critérios pessoais meu ranking ficaria assim:

1º Barrichelo
2º Berguer
3º Patrese
4º Webber
5º Coulthard

Everton Luis De Souza Furlani · 22 de julho de 2016 às 17:24

Que programa incrível, estava esperando essa comparação entre os segundos pilotos desde um dos especiais da Williams em que fora mencionado um programa nesse sentido, achei muito justo os critérios de análise feitos pelo Valesi e bem trabalhosos também, rsrs, mas acima de tudo vemos que além de ter o melhor carro é fundamental a sorte de entrar em uma equipe no momento certo, isso vale tanto para essas comparações quanto para a grande especulação sem resposta de quem seria o melhor de todos, parabéns pelo programa, abraços.

    Sérgio Siverly · 23 de julho de 2016 às 16:32

    Olha, Everton, esse programa demorou, mas saiu, finalmente. A gente tem que dar um prêmio para o Valesi, porque só de pensar no trabalho que foi, já fico cansado. E a questão da sorte parece ser na vida, né? Por isso que é importante se manter na vitrine para apresentar seus trabalhos, como dizia um professor meu na faculdade. Abração, querido. 😉

Carlos Del Valle · 22 de julho de 2016 às 17:29

Uma coisa interessante é que os números refletem uma percepção: Berger e Barrichello foram na juventude vistos como fenômenos que seriam grandes pilotos ou campeõs, coisa que não aconteceu na mesma proporção com Webber e Coulthard…

A famosa pole de Barrichello em Spa, as vitórias de Berger em 1986/87/88 pareciam um prenúncio de um grande devorador de campeonatos…

E Berger ainda tem a carreira dividida em duas, antes e depois do acidente de Imola 1989, quando ficou inconsciente e o carro pegou fogo. Algo totalmente especulativo, mas assim como Massa, há quem diga que nunca mais foi o mesmo…

Parabéns ao Valesi e aos demais envolvidos, programa sensacional! 😉

    Cavalli · 22 de julho de 2016 às 20:06

    Acho que a posição de segundo piloto requer um certo toque de uma espécie de acomodação (tentando falar sem ofender ninguém… Hehehheh). Aceitar ser escudeiro não é para qualquer um. Max Verstapen por exemplo não demonstrou esse perfil.
    Acho que foi o que aconteceu com o Berger depois do grave acidente e com o Barrichelo na Ferrari (não dava pra bater de frente com o alemao).
    Por outro lado manejar uma dupla de pilotos disputando o título dentro de uma mesma equipe nunca foi tarefa fácil.

    luty81 · 22 de julho de 2016 às 20:59

    Será que a morte do Senna afetou o Barrichello ? Eu acho que ele entrou muito na pilha de assumir a responsabilidade da bandeira brasileira depois da morte do Senna. Eu acho que os maiores erros dele foi a postura fora da pista, falando demais, questionando equipe publicamente e vi até uma certa inocência da parte dele na ida pra Ferrari achando que teria o mesmo tratamento do que um bi-campeão que estava ali ganhando um salário 10x maior que o dele na época.

    Quanto ao Berger, acho que foi queda da motivação mesmo. Talvez estivesse de saco cheio do paddock ou então quis curtir a exposição. Dizem (e parece que o próprio já assumiu) que ele depois da sessões de treinos e dos compromissos com a equipe ia embora do autodromo enquanto o senna estudava os dados coletados da telemetria e conversava com os engenheiros até tarde da noite.

      Sérgio Siverly · 23 de julho de 2016 às 17:11

      Sim, Cavali. É que na verdade depende muito do talento também. O Verstappen sabe que tem talento para ser campeão mundial e não vai abaixar o nariz mesmo. Agora, como o Luty disse, deve ser complicado para um profissional pensar que tem alguém melhor do que ele exercendo o mesmo cargo e…cara, deve ser tenso. Mas a vida na F1 é assim. 😉

    Sérgio Siverly · 23 de julho de 2016 às 16:50

    Valeu, Boss! 😀

Andre Távora · 22 de julho de 2016 às 18:53

Olá cabeças de gasolina. Acabei de reler aqui os comentários, e vi que no meu primeiro post cometi a gafe de dizer que o Webber era o único da lista a não ter tido um único vice, mas esqueci que o Berger teve apenas dois terceiros lugares também.
De qualquer forma, meu raciocínio permanece de pé. Venham comigo: o Webber pilotou o RB6, RB7, RB8 e RB9, carros que entre 2010-13 eram imbatíveis, sem dúvida.
No caso do Berger, o único carro que vejo que ele pilotou sendo realmente o melhor foi a McLaren com o Senna, e ainda assim de forma questionável isso. Isso porque eles foram companheiros entre 1990-1992. Em 1991 e em 1992 o melhor carro era a Williams “de outro planeta”, concordam? No caso de 1990, seria o único ano a se apedrejar o Gehard Berger por ter perdido o vice-campeonato para o Alain Prost, mas a Ferrari era um bom carro naquele ano também. Então por isso mesmo sem ter tido um vice, eu não acho que o Berger foi tão ruim. E deixo uma reflexão para os PodCasters e demais amigos internautas baseado em todo esse raciocínio: a McLaren-Honda de 1990 era o melhor carro disparado e a Ferrari somente se aproximou na disputa pelo título até Suzuka pelo braço do Prost? Ou McLaren e Ferrari estavam no mesmo patamar aquele ano igual foi mais ou menos em 2007? Para refletir… Poderiam abordar isso em algum programa hehehe

    Sérgio Siverly · 23 de julho de 2016 às 18:06

    Isso é legal, André. Acho que já falamos sobre isso em algum programa lá atrás, não lembro qual agora. 😉

Raphael Wilker · 25 de julho de 2016 às 8:51

Gente, valeu pelos parabéns !
Não esperava, foi uma grande surpresa.
Valesi, já já estou pulando nessa piscina 😀 .
Então para mim fica assim o rank:

1º Barrichello
2º Berger
3º Coulthard
4º Patrese
5º Webber

Mas eu tenho que admitir que esse rank está super influenciado porque eu gosto mais do Barrichello, por tanto creio que o rank de vocês é mais sensato.
Um grande abraço e até a próxima quarta!

    Sérgio Siverly (@SergioSiverly) · 26 de julho de 2016 às 14:33

    Grande, Rafa! Eu também sou fã do Rubinho, então, sabe como é! 😀

      Raphael Wilker · 27 de julho de 2016 às 7:08

      Sei bem como é Sérgio, vou admitir, ver ele ganhar o titulo da Stock, foi a mesma sensação de ver a Lusa ganhando algum titulo.
      Era algo que eu não acreditava muito, mas mesmo assim eu torcia por isso 😛

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