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Host, Boss, Timoneiro, Contínuo, Editor-Chefe: Carlos Del Valle

1950 

Primeiro ano da F1

Seis corridas + Indy500

Alfa Romeo e Maserati eram carros dos anos 30 pré-Segunda Guerra, enquanto Ferrari e Talbot-Lago eram pós-guerra, do final dos anos 40. 

 

Alfa Romeo 158 (venceu todas menos a Indy 500)

Juan Manuel Fangio (3 vitórias e três abandonos); quatro poles; três abandonos, dois por motor e um por câmbio. Ano em que completou 39 anos. 

Giuseppe Farina (3 vitórias e um quarto lugar); duas poles. 

Luigi Fagioli (cinco pódios). 

Motor 1,5L com oito cilindros em linha, com supercharger tipo Roots. 

Motor 8L: suave, porém longo. Risco de “crank whip”. 

Combustível: 90% metanol porque a gasolina comercial era 75 octanas. 

300 cavalos, quase 400 depois. 

700 kg

Velocidade máxima 305 km/h. 

 

Talbot Lago T26C

Marca francesa, Talbot que foi comprada por Lago. 

Motor 4,5L aspirado seis cilindros em linha. 

Único piloto fora da Alfa com dois pódios: Louis Rosier, dois terceiros. 

Várias vitórias em corridas que não valiam para o Mundial. 

Vitória em Le Mans 1950 – Louis Rosier e seu filho Jean-Louis (Louis guiou 23h). 

 

Ferrari 125 F1

Motor Colombo: V12 1,5L supercharger

Segundo lugar em Mônaco com Alberto Ascari e terceiro no GP da França em Reims-Gueux com Peter Whitehead. 

Ascari segundo em Monza após o carro quebrar e pegar o carro de outro. 

Duplo comando no cabeçote, duas válvulas por cilindro. 

Supercharger (compressor mecânico) do tipo Roots (imagem), pouco eficiente. 

Chegou a 270 cavalos. 

Ainda em 1950 a Ferrari começou a migrar para motores aspirados maiores.

No GP da Bélgica a Ferrari 275 V12 3,3L e em Monza a Ferrari 375 V12 4,5L. 

 

Maserati 4CLT

Motor 1,5L quatro cilindros em linha, supercharger

280 cavalos com o supercharger de dois estágios, mas quebrava muito. 

Louis Chiron segundo em Mônaco. 

Príncipe Bira um quarto e um quinto lugar. 

 

1951

 

Segundo e último título da Alfa Romeo antes de abandonar a F1. 

Primeiro título de Fangio, desta vez Farina não foi páreo e terminou em quarto, com uma vitória. 

Ferrari com motor aspirado muito melhor que em 1950. Alberto Ascari venceu duas corridas e foi vice-campeão. 

Quem foi muito bem também foi o Touro dos Pampas, José Froilán González, que ficou em terceiro no campeonato, tendo guiado pela Ferrari apenas 5 das 7 corridas. 

Várias corridas que não contaram para o campeonato, sem a participação da Alfa Romeo. Primeira corrida valendo para o Mundial foi somente em maio. 

 

Alfa Romeo 159

Fangio, Farina; também Luigi Fagioli, Bonetto, Sanesi. 

Nova suspensão traseira, motor com 420 cavalos. 

305 km/h, 700 kg. 

Eficiência de combustível terrível: 190L/100km (0,5 km/litro)

Perderam em Silverstone justamente por fazerem duas paradas contra uma da Ferrari de José Froilán Gonzalez. 

Alfa Romeo: 4 vitórias em 7 corridas, contra 3 da Ferrari. 

 

Ferrari 375

Ascari, Luigi Villoresi, Froilan Gonzalez, Piero Taruffi.

Motor Lampredi: V12 aspirado 4,5L – construído para substituir o pequeno motor Colombo, tendo melhor compromisso entre potência e consumo. 

Com ela Froilan Gonzalez venceu Silverstone e Alberto Ascari venceu Nurburgring e Monza. 

Chico Landi: brasileiro, paulista, primeiro a disputar F1 e primeiro a marcar pontos. Em 1951 participou apenas do GP da Itália em Monza, classificou em 12. no grid mas quebrou o câmbio ainda na hora da largada. Depois marcaria pontos em 1956. Venceu um Grande Prêmio que não contava para o campeonato: GP de Bari em 1948. 

 

Campeonato equilibrado: Ascari duas vitórias, Fangio duas vitórias e meia (Luigi Fagioli no GP da França). Ascari um segundo lugar e meio, Fangio dois segundos lugares. 

 

Alfa Romeo decide não mais financiar a equipe de F1, que encerra suas atividades após dois títulos com Farina e Fangio. 

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Categorias: Podcast

Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

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