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Edição número 53 do programa, com a parte 2 do nosso Especial Schumacher. No nosso Programa 28 (Especial Schumacher parte 1) havíamos contado a história da infância do heptacampeão e do seu caminho até a Fórmula 1. Desta vez, o assunto é a era Benetton, com as temporadas 1991-1995. 

"Quando você crescer, vai poder usar um pulôver laranja igual a este"

“Quando você crescer, vai poder usar um pulôver laranja igual a este”

Host: Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Eduardo Casola Filho, ex- F1 Social Club

Patetices habituais com erros de gravação no final do programa.

1992 YouTube Primeira Vitória no GP da Bélgica

1994 YouTube Largada do GP do Pacífico (colisão Senna-Häkkinen em 05:10) (notar a Williams patinando)

1995 YouTube Colisão Hill Schumacher em Silverstone 

1995 YouTube Colisão Hill Schumacher em Monza, com participação do mito Taki Inoue

"Vou enfiar aquele pulôver laranja na sua cara"

“Vou te surrar com aquele pulôver laranja”

Schumacher 4 x 1 em Piquet nos treinos de classificação em 1991

Schumacher 16 x 0 no companheiro de equipe em 1992

Schumacher 16 x 0 no companheiro de equipe em 1993

Schumacher 53-50 em Ayrton Senna em 1992

Os grandes campeonatos que não foram, em 1994-1995

E muito mais…

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Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

22 comentários

Valesi · 16 de janeiro de 2014 às 16:08

Tá certo que os caras acham o Senna um bom piloto, mas dizer que ele nasceu na Galileia já é demais!!!

    Carlos Del Valle · 16 de janeiro de 2014 às 16:58

    Nos tempos da Galiléia, vestiu seu sagrado pulôver laranja

    Guido Serpa · 16 de janeiro de 2014 às 21:06

    Queria saber o que bebeu o autor desses números postados. Schumacher 53×50? não entendi o que ele quis dizer, mas com certeza esses números não existem. Até a morte de Senna, Schmacher não ganhou em quase nada em relação ao Senna. Senna tinha 65×0 em poles. No ano 1994 em poles foi Senna 3 x 0. Mesmo com equipamento inferior ao do alemão ele chegou na frente dele em 1993, só perdeu em 1992 em pontos finais. Não tem como comparar Senna com Schumacher.

      Carlos Del Valle · 16 de janeiro de 2014 às 21:28

      (1) está escrito “em 1992”
      (2) ouvindo o programa, você vai notar que há algumas nuances interessantes nesse 53-50, e por fim
      (3) eu tinha tomado umas duas cervejas de puro malte. O Valesi geralmente bebe uísque

      Valesi · 16 de janeiro de 2014 às 21:35

      Guido, o 53 x 50 é justamente o que você falou, a pontuação final em 1992. Esses são dados oficiais, frios, que não levam em conta as inúmeras variáveis do ano.
      Nós geralmente não comparamos pilotos, até porque ia dar briga pela subjetividade da coisa. Eu, pessoalmente, acho o Schumacher o maior de todos. O Del Valle e o Sérgio são fanboys do Senna. O Casola prefere o Nakajima.

      Ah, e eu estava tomando um Johnny Walker no dia. Red, porque não sou rei de camarote.

      Abraço.

        Carlos Del Valle · 16 de janeiro de 2014 às 22:14

        Satoru ou Kazuki?

        Eduardo Casola Filho · 17 de janeiro de 2014 às 0:30

        Tu tá de brincation with me?

        Nakajima é brincadeira!

        P.S. Me enquadro no grupo do Del Valle e do Sérgio

GEcKoDriver · 16 de janeiro de 2014 às 16:11

Ótimo podcast.
Só um comentário sobre os “problemas” da Benetton em 1994… Vocês comentaram sobre a largada em Aida, em que Schummy larga bem. Mas lembro também (e assistam o video) da largada absurda em Magny Cours, em que Schumacher larga em 3º e na primeira curva estava em 1º lugar…

    Carlos Del Valle · 16 de janeiro de 2014 às 16:59

    Vou acrescentar o link com agradecimento a vc, se puder acha o vídeo da largada Magny Cours

Eduardo Casola Filho · 16 de janeiro de 2014 às 16:16

Vale lembrar também as “previsões” de Galvão Bueno sobre o Schumacher neste período

    Mario Melo · 18 de janeiro de 2014 às 13:20

    Profeta dos infernos!

Eduardo Casola Filho · 16 de janeiro de 2014 às 16:17

E, principalmente, este

GEcKoDriver · 16 de janeiro de 2014 às 16:30

Mais uma cagada de Hill 1995
http://youtu.be/PdQ111wKSKM

    Sérgio Siverly · 16 de janeiro de 2014 às 16:57

    Errou sozinho. E a cara do Sir Frank Williams: “Perdi o Senna para ter o Hill. Não está fácil para ninguém”.

      Carlos Del Valle · 16 de janeiro de 2014 às 17:01

      Sir Frank começou com uma parada tipo, “nós somos fodásticos e o piloto é apenas mais uma engrenagem”, vide o que veio depois (Hill, Coulthard, Villeneuve, Frentzen, Montoya, Webber, Wurz etc). Acho que quando ele quis voltar atrás, a equipe já tinha encolhido e ninguém queria mais

      GEcKoDriver · 16 de janeiro de 2014 às 23:03

      A cara do Sr. Frank foi do tipo: “tá f…”
      Mas eu acho que ele sabia bem das limitações de Damon. Apesar de ter um supercarro nas mãos.

Fernando Turatti · 17 de janeiro de 2014 às 10:24

Muito defendem o Senna sem lembrar que o Schumacher chegou a correr com ele e não foi nem de longe “humilhado” pelo mesmo. Particularmente, creio eu que seja o velho problema do brasileiro em não saber quantificar direito qualidade de coisas nacionais(incluindo esportistas). Aqui é tudo ou o pior do mundo ou o melhor, não existe meio termo.
Pra mim o Schumacher foi maior, o que não diminui em nada o brilho que teve o Senna, que foi também outro deus do panteão da F-1…
Enfim, ótimo programa, espero pela parte final ansiosamente!

    Valesi · 20 de janeiro de 2014 às 16:06

    Fernando, concordo contigo plenamente. Schumacher provou na pista ser um gênio, e conseguiu marcas que podem não ser batidas no meu tempo de vida. Senna está no meu top 3 de melhores pilotos que vi correndo, mas não é, na minha opinião, melhor que o alemão. E olha que já estraguei um Natal em família falando isso…

    Carlos Del Valle · 21 de janeiro de 2014 às 19:17

    Obrigado Fernando, vamos tentar fazer a Era Ferrari aparecer mais rápido que a Era Benetton 🙂

    Quanto a Senna vs. Schumacher, quem sabe Prost não tenha sido melhor que ambos? Não há como saber, é mais torcida do que outra coisa. Prost foi campeão em cima de Niki Lauda, Piquet, Mansell e Senna…

    Quanto ao lance da rejeição ao talento de Schumacher, é um despautério, mas é importante notar que o inverso acontece desse mesmo jeito ligado à mídia: como Ayrton Senna foi abraçado e explorado ad nauseum pela Globo e pelo Galvão, isso causa uma rejeição automática contra ele em determinada parte da população, taí o sucesso do Gomes para comprovar. Em países onde não há Globo nem Galvão, a rejeição a Senna parece ser menor (pelo menos parece ser assim no UK e no Japão).

Guilherme Frediani · 21 de janeiro de 2014 às 23:48

Mais um ótimo programa, estão com sempre de parabéns.
Engraçado que os brasileiros tratam o Senna como os argentinos tratam Maradona, o cara no céu e o resto é o “resto”. Dá até para pensar que isso acontece justo porque ele morreu, tipo morre o “burro” e fica o “homem”, sabe? Não estou dizendo que não era bom, só não faz sentido o endeusamento, cada época tem seu piloto, como hoje tem o Vettel.
Meu ódio pelo Senna resume-se apenas ao jogo de Super Nintendo do Mansell, que perdi em Hermanos Rodrigues para ele por diferença de milésimos, lembro de desligar o videogame aos gritos de “EU TE ODEIO SENnA, SEU FDP…”.

    Carlos Del Valle · 22 de janeiro de 2014 às 0:11

    Obrigado Guilherme! Para o público leigo, acho esse paralelo com o Maradona extremamente válido. É sempre difícil separar torcida e análise…
    Essa do Hermanos Rodrigues deve ter sido terrível hein. Circuito difícil, com aqueles esses no segundo setor…

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