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Host: Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Eduardo Casola Filho,  da rádio Push to Pass

Patetices habituais com erros de gravação no final do programa.

HOCKENHEIM

Construído em 1932 como uma alternativa para o circuito de Wildpark em Karlsruhe. Em 1936 passou a ser usado para testes da Mercedes-Benz e da Auto-Union que foi comprada pela Volkswagen e passou a se chamar Audi.

O circuito original tinha quase 8 quilômetros.

Jim Clark morreu nessa pista no dia 7 de abril de 1968. Vídeo: http://youtu.be/bGq06rfj5dE

Após o acidente fatal, uma chicane foi adionada para manter a pista mais segura. Essa chicane tem o nome em homenagem ao piloto britânico.

Durante os anos 1980, o limite de gasolina vigora e o circuito viu muita gente abandonar por falta de combustível. Incluindo Alain Prost em 1986, que chegou a sair do carro para empurrá-lo até a linha de chegada:

A pista fica em Hockenheim, Baden-Württemberg e tem capacidade para 120.000 pessoas; tem 4.574 km e 17 curvas.

Recorde: Kimi Räikkönen em 2004 com a McLaren: 1:13.780

No traçado antigo, a volta recorde é de Juan-Pablo Montoya com a Williams em 2001: 1:41.808;

Sérgio Perez tem o recorde da GP2 na pista: 1:23.110 e Esteban Gutierrez o da GP3: 1:31.853;

A Ferrari lidera disparada o número de vitórias: 22, com a Williams em segundo com 9 vitórias e Mercedes e McLaren em terceiro, com oito.

Rudolf Caracciola (não em competições oficiais) é o piloto que mais venceu. Ganhou 6 vezes entre 1926 e 1939. Michael Schumacher vem em segundo com 4 vitórias

GP da Alemanha de 1982 (por Del Valle)

  • (Aquele da luta de UFC entre Piquet e Salazar – poderia ser boxe, mas como teve pontapé dá pra dizer que foi UFC)
  • Temporada clássica, GP clássico
  • Temporada em que sete pilotos diferentes venceram as sete primeiras corridas
  • Nelson Piquet em grande fase na Brabham, tinha sido campeão no ano anterior
  • Temporada tão equilibrada que o campeão, que foi Keke Rosberg, venceu apenas uma corrida no ano
  • Último ano do carro-asa, ano da morte de Gilles Villeneuve
  • Porém, dentro desse ano clássico, o GP da Alemanha é uma das corridas mais clássicas
  • Também teve uma tragédia: nos treinos, sob chuva forte e neblina, Didier Pironi da Ferrari teve o acidente que encerrou sua carreira na Fórmula 1. Sobreviveu, mas com lesões muito graves nas pernas, nunca mais correu.
  • Nesse acidente, com a visibilidade próxima de zero, Pironi colidiu violentamente contra a traseira de Alain Prost (semelhante a Senna/Brundle em Adelaide 1989 e Schumacher/Coulthard em Spa 1998)
  • Só que decolou e voou por cima do carro de Prost. Essa visão aterradora da Ferrari voando por cima do carro dele fez o Prost ficar de certa forma traumatizado para sempre, ele passou a ser frontalmente contra corridas em que a chuva impedisse a visibilidade dos pilotos
  • (Gugelmin dizia em que em Adelaide 1989 você só sabia que havia um carro à sua frente pelo barulho, e Emanuelle Pirro disse a mesma coisa mês passado num podcast britânico).
  • Mas isso aconteceu ainda nos treinos. Por sinal, o Didier Pironi tinha feito a pole antes de se acidentar, e a pole foi mantida para o domingo da corrida, obviamente com o primeiro lugar do grid ficando vazio para a largada.
  • Com as longas retas, o carro turbo mais lento (Patrese) foi 3 segundos mais rápido do que o carro aspirado mais rápido (Alboreto).
  • Piquet assumiu a liderança e vinha na ponta até que na volta 19 ele deu uma volta no retardatário Eliseo Salazar, mas o chileno se perdeu na freada e (adivinha) obliterou a Brabham do Nelson Piquet. A cena seguinte é célebre, Piquet ainda de capacete dando socos e pontapés no Salazar. O engraçado é que os dois são amigos até hoje, apesar da pancadaria. Para o Piquet não ficar tão frustrado, os engenheiros da Brabham e da BMW examinaram o motor do carro do Piquet e afirmaram categoricamente que a chance do Piquet terminar a corrida era zero. O motor iria explodir em menos de cinco, no máximo dez voltas. Aliás, a outra Brabham, do Riccardo Patrese, havia estourado o motor na votla 13.
  • No fim, vitória da Ferrari, que depois das tragédias de Villeneuve e Pironi, estava precisando de alguma notícia boa. O vencedor foi Patrick Tambay, que era justamente o substituto de Gilles Villeneuve.
  • Completando o pódio, René Arnoux da Renault e Keke Rosberg da Williams, que acabaria sendo o campeão de 1982.

Luta Piquet Salazar:

Corrida completa:

GP da Alemanha de 2000 (por Sérgio Siverly)

  • Primeira vitória de Rubens Barrichello na F1, marcante demais pra mim, pois foi a primeira vitória de um brasileiro que eu vi depois de adulto;
  • A última vitória de um brasileiro na F1 foi em 1993, com Ayrton Senna na Austrália;
  • Barrichello saiu da 18º posição para a vitória;
  • A prova começou com chuva fraca, mas o tempo piorou durante a prova. Barrichello, então, decidiu permanecer com pneus de pista seca e guiou magistralmente;;
  • A vitória de Barrichello marcou uma festa de todo o paddock, pois o brasileiro sempre foi muito querido por todos. No pódio, foi erguido por Hakkinen e Couthard e foi aplaudido de pé pelos jornalistas na zona de imprensa;

Pódio:

Corrida ficou marcada por um funcionário da Mercedes que invadiu a pista:

Michael Schumacher e Giancarlo Fisichella se enroscaram na largada:

Acidente de Jean Alesi:

Todas as ultrapassagens do Barrichello durante a prova:

Última volta:

Vídeo da chegada do Rubens aos boxes. Schumacher, Hakkinen, Jean Todt, Johnny Herbert e Coulthard fazem questão de o abraçar. Sabem que a cobrança, muitas vezes exagerada e, a sombra de Ayrton Senna pesaram muito em Barrichello. Reparem que aos 3:09, é possível ver a McLaren aplaudindo ao lado da Ferrari: http://youtu.be/GjkBO7poHLA

GP da Alemanha de 1994 (por Edu Casola Filho)

  • Ferrari saindo da fila
  • Classificação 1-2 com Berger-Alesi (primeira pole desde Mansell Portugal 1990)
  • Largada caótica
  • No fundão, Alex Zanardi, Andrea de Cesaris, Michelle Alboreto e Pierluigi Martini se enroscam
  • Na frente, Mika Hakkinen oblitera geral
  • Ficam fora, além dos já citados, Rubens Barrichello, Eddie Irvine, Heinz-Harald Frentzen, Mark Blundell e Johnny Herbert.
  • Culpado pela barbeiragem, o finlandês é suspenso por uma corrida (cassação da sursis, que ele já tinha da prova anterior)
  • David Coulthard também se envolve e fica atrasado
  • Jean Alesi para com problema elétricos.
  • Damon Hill tenta passar por Ukyo Katayama e quebra a asa dianteira e a suspensão, ficando bem atrasado.
  • Volta 15 – Verstappen on fire
  • Bomba de combustível marota da Benetton.
  • Volta 20 – Motor do Schumacher quebra, frustrando a torcida alemã
  • Gerhard Berger vai até o fim e quebra o tabu. Ferrari volta a vencer após quase 4 anos (última em 1990, com Alain Prost, na Espanha)
  • Duas Ligier no pódio (primeiros pontos de Olivier Panis e único pódio na carreira de Eric Bernard)
  • Duas Arrows na sequência (Christian Fittipaldi pontuando pela última vez na F1, e Gianni Morbidelli)
  • Último ponto da história da Larrousse na F1 e de Eric Comas.
  • Olivier Beretta em 7º, Damon Hill em 8º e só!
  • Hill desperdiça a chance de ouro de descontar pontos de Michael Schumacher

Largada:


Incêndio do Verstappen:


Abandono do Schumacher:

Valesi: GP da Alemanha de 2005

  • Briga no campeonato entre Raikkonen (Macca) e Alonso (Renault).
  • Kimi faz a pole, larga bem e parece que não vai deixar a vitória escapar.
  • Na metade da prova, Raikkonen tem um problema hidráulico e abandona (era o quinto abandono seguido dele no circuito). Alonso herda a liderança.
  • Os pneus Bridgestone das Ferrari de Schumacher e Barrichello não aguentaram a velocidade da pista, e eles foram sendo ultrapassados por todo mundo. Primeiro Button, com a BAR; depois, um surpreendente Montoya, que havia largado em último por não ter feito tempo no sábado.
  • Quando Jenson parou para o pit, Montoya passou e abriu vantagem suficiente para parar nos boxes e voltar ainda em 2º.
  • Massa chegou em 8º, com sua Sauber, e marcou um pontinho.
  • Villeneuve Kid estava animado: bateu no Barrica, em Doornbos e no Tiago Monteiro.

Largada:


Abandono do Kimi:


Batida do Montoya no treino de classificação:

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Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

32 comentários

raphaelwilker · 14 de julho de 2014 às 20:40

AEEEE!

Willian Schlichting · 14 de julho de 2014 às 20:41

Opaaaaaa, Ansioso

Ivan Cézanne Seara · 14 de julho de 2014 às 21:21

Aeeeew, não via a hora do episódio!!! Hockenheim também leva uma menção por ter dado os primeiros pontos do grande Emmerson, logo na sua segunda prova na F1.

    Ivan Cézanne Seara · 14 de julho de 2014 às 21:30

    *Emerson

    Valesi · 15 de julho de 2014 às 10:08

    Muito bem lembrado, Ivan

Rodrigo "Digão" · 14 de julho de 2014 às 22:06

Estou comentando antes de ouvir o programa que é só pra dizer que o antigo traçado era mais legal que o atual.

GEcKoDriver · 14 de julho de 2014 às 23:20

Quanta história esse circuito já teve, hein amigos? Infelizmente de bom para o Brasil, só mesmo antes do novo traçado. Sem falar que o ‘novo’ circuito não é, nem de longe, o que foi seu traçado anterior. Uma pena…

    Carlos Del Valle · 16 de julho de 2014 às 17:35

    Realmente o circuito antigo é de ótima memória para o torcedor brasileiro, com vitórias seguidas de 1986 até 1990, era realmente um enclave brazuca. Já o novo traçado me traz muito a lembrança do “Faster than You”

GEcKoDriver · 14 de julho de 2014 às 23:27

Deixo para vocês essa voltinha de Ferrari com Mansell e Berger aprontando, hehehe… http://youtu.be/aCM5wMfXKzA

Tiago Oliveira · 15 de julho de 2014 às 7:49

Hockenheim sempre foi minha pista favorita, até que a babaquice verde estuprou a pista, alegando ser uma ameaca à floresta negra. Mas o mais interessante é q o circuito nao fica nem perto da floresta negra na verdade, a pista está há uns 50 Km de Pforzheim, onde comeca a Schwarzwald (palavras alemas de respeito), e foi estuprada apenas por causa de um bosque pouco importante, a pista original ainda está lá, hoje disponivel apenas pra bicicletas e afins. Acredito que a reforma foi feita apenas pra tentar fazer um circuito mais tecnico e mais barato pra se manter.. Malditos porcos capitalistas.

(PS.: Esperar que Alemao torca pra Austriaco é como achar que brasileiro vá torcer pra Argentino)

Minha corrida favorita foi a primeira vitoria do Barrica em 2000 tambem, pilotou como gente grande e fez uma vitoria épica, q deveria valer pontos triplos, de pneu “biscoito” na chuva na frente do Hakkinnen gritando o V10 tentando alcancar aquele que nessa corrida foi muito mais do que “apenas um brasileirinho”.

Voces nao tem feito mais previsoes e reviews do campeonato nos podcasts de pré-GP, tem alguma razao especifica? O bom é que nao precisa gravar mais pros proximos anos, a nao ser que esse ano role algo olímpico (o que é bem improvável nesse tracado meia-bomba)

    Carlos Del Valle · 16 de julho de 2014 às 17:32

    Interessante essa treta alemão/austríaco, não tinha idéia, ainda mais por causa do lance do Anschluss 🙂

Valesi · 15 de julho de 2014 às 10:14

Tiago, você me deu uma informação para explodir a cabeça: aqui em Curitiba tem o famoso Bar do Alemão, cujo nome oficial é Schwarzwald. Sempre pensei que fosse só o sobrenome do fundador. Nunca mais verei o bar com outros olhos…

Quando às previsões, é mais o menos por aí. Pensamos ser legal deixar documentado algo sobre as pistas mais atemporal. Mas não quer dizer que as previsões não voltem.

Abraços!

    Tiago Oliveira · 16 de julho de 2014 às 15:08

    Agora o desafio é dizer Schwarzwald corretamente, depois dizer “Hochschwarzwald” depois “Hochschwarzwaldbier” depois “Hochschwarzwaldpilsenbier”, aí voce vai ter moral no boteco, alcancando a relacao de 5 consoantes por vogal.

      Carlos Del Valle · 16 de julho de 2014 às 17:22

      Minha nossa… Imagine então falar isso tudo depois de um “Unterboot” ou dois “Unterbooten”, tradicional drink do Schwarzwald…

raphaelwilker · 15 de julho de 2014 às 11:27

Adeus em russo = do svidaniya
Santo google translate 😛

    Carlos Del Valle · 16 de julho de 2014 às 17:31

    Hehehe, já vamos pedir para o Sergião começar a treinar…

raphaelwilker · 15 de julho de 2014 às 11:32

Cara, essa vitória do Rubinho foi muito bacana, ele conseguiu fazer o que era quase impossível.
Eu lembro que no sábado quando ele bateu e iria largar da 18ª colocação eu já fiquei bem desanimado.
Antes de ir para a igreja cheguei ver ele passando alguns pilotos e quando eu tinha parado de ver a corrida ele estava ainda na 14ª colocação.
Fui para a igreja e depois quando estava voltando coloquei no rádio para saber o resultado esperando que ele tivesse chegado só nos pontos e olha a minha surpresa !
O Schumi deve ter agradecido muito na época o Rubinho, porque ele conseguiu arrancar alguns pontos do Mika, na disputa do campeonato.

Fabiano Forte · 15 de julho de 2014 às 12:38

Eu lembro muito da corrida de 2000… Lembro inclusive que, na segunda de manhã, eu comprei o Lance!, com o Barrichello na capa – era ele chorando, com a manchete “Finalmente, herói!” – e entrei no escritório dando “buon giorno” para todos!
Aliás, acho que eu ainda tenho esse Lance!

    Carlos Del Valle · 16 de julho de 2014 às 17:24

    O interessante é que todos nós (incluindo Rubens) achávamos que era o início de mais uma era dourada do Brasil na F1. Rubens era o cara talentoso que antes não tinha carro, e agora estava na Ferrari. Expectativa é tudo na vida…

Anderson Cogo · 15 de julho de 2014 às 17:28

E o Barrichello agradecendo o Burti na ultrapassagem da corrida de 2000

Mateus Ferreira · 15 de julho de 2014 às 23:09

Amigos do Podcast, um fato interessantíssimo sobre a corrida de 94 na Alemanha é que o Hill foi ameaçado de morte dois dias antes da corrida. Se ele chegasse na frente do Schumacher, iam matar ele em pleno circuito. Talvez isso contribuiu para o péssimo desempenho dele na prova.
Busquei no Google e achei esta notícia que saiu na época na Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/03/esporte/19.html

    Carlos Del Valle · 16 de julho de 2014 às 17:23

    Não sabia dessa treta, que sinistro hein… The treta had really been planted deep

      Cristiano Seixas · 18 de julho de 2014 às 2:02

      A noticia de ameaça ao Hill no GP da Alemanha de 1994 está no anuario AutoMotor Esporte do Reginaldo Leme .

raphaelwilker · 16 de julho de 2014 às 17:56

Não sei se fico mais assustado com essa notícia que o Mateus colocou ou com a página e perceber que ela é dos primórdios da internet no Brasil, pelo que parece.

Cristiano Seixas · 17 de julho de 2014 às 19:51

Sobre o GP de 1982, já vi em fotos que o Piquet e o Prost ajudaram no resgate do Pironi, e já li também que os medicos queriam amputar as pernas do francês ali mesmo no carro e que o Prost e o Piquet é que insistiram para o levarem ao hospital …… e que depois disso o professor que já não era fã de pista molhada passou a ter aversão a guiar na chuva.

    Carlos Del Valle · 18 de julho de 2014 às 3:13

    No fundo o cara tem que ser meio desequilibrado para guiar com chuva forte assim

Sandro Bernardi · 17 de julho de 2014 às 23:10

Li numa entrevista no Grande Prêmio que esse GP da Alemanha de 82 foi aquele que o Reginaldo Leme teve que narrar sozinho! Mas nunca encontrei vídeos disso… Imagina ele narrando a lutinha do Piquet, com aquela empolgação sem tamanho dele…

    Carlos Del Valle · 18 de julho de 2014 às 3:14

    Puxa não tem no YouTube?

GEcKoDriver · 18 de julho de 2014 às 3:24

Quem se interessa pelas histórias do passado e principalmente por Jim Clark, recomendo ver o documentário “Jim Clark – The Quiet Champion”, feito pela BBC. Muito bom!

    Valesi · 18 de julho de 2014 às 10:40

    Não conheço! Vou ver se encontro na locadora do Paulo Coelho.

Hockenheim: Blasfêmia? Assassinato? Ou Não? | Podcast F1 Brasil · 18 de julho de 2014 às 10:59

[…] ver. Acho que devem ter me xingado bastante. A julgar pela maioria dos comentários sobre o nosso programa Especial Pré-Hockenheim, o consenso contra a reforma é absoluto. Eu deveria ser um dos mais ferozes detratores da reforma […]

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