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Spa-aerials

Host: Sérgio Dias, do Boteco F1

Convidados deste programa:

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

Eduardo Casola Filho, da Estante do Casola

Carlos Del Valle teve sua Internet atingida por um Maldonado desgovernado. Fica para a próxima.

msc spa 1991

  • Spa foi construída em 1921, uma pista exclusiva para motociclismo, recebendo sua primeira prova em 1922. Dois anos depois veio a estreia das 24 Horas de Spa, e já em 1950, foi realizado o primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1.
  • O Spa-Francorchamps original tinha cerca de 15 km, com formato triangular. Não era um circuito permanente, usava estradas públicas que passavam pelas Ardenas, entre a vila Francorchamps (situada em Stavelot) e Malmedy. Era extremamente perigoso, principalmente na região da antiga curva Masta.

Traçado do antigo circuito de Spa:

Vídeo com um motorista mostrando o caminho da antiga pista:

  • Pilotos da F1 que faleceram em Spa: Chris Bristow e Alan Stacey.
  • Última corrida no antigo Spa de 14 km: foi em 1970
  • De 1972 a 1982, a corrida ficou fora de Spa. A maioria foi feita em Zolder, exceto as de 1972 e 1974 que foram em Nivelles.
  • Reforma de 1979, trazendo ao traçado atual. Primeira corrida na Spa em “forma de pistola” com 7 km: em 1983.

Volta onboard com Fernando Alonso em 2005:

  • Maiores vencedores: Schumacher (6 vezes), Senna (5 vezes), Clark e Kimi Räikkönen (4 vezes). Felipe Massa venceu em 2008.
  • Equipes: Ferrari 16, McLaren 14 (risadas vindas dos lados do Valesi)

GP da Bélgica de 1991 (por Eduardo Casola Filho)

  • Prisão do Bertrand Gachot e estreia de um tal Michael Schumacher (já falado no nosso Especial Michael Schumacher parte 1 – Origens, que também menciona que a corrida do alemão durou pouco mais de 700 metros, por falha catastrófica da embreagem)
  • Umas palavras do alemão sobre a primeira corrida 20 anos depois
  • Prova de resistência
  • Senna e Mansell duelando pela ponta (disputa pelo campeonato)
  • Prost abandona na segunda volta
  • Pit-stops desastrosos da McLaren, Senna fica atrás de Mansell e Alesi.
  • Motor Renault do Leão quebra e o brasileiro agradece
  • Alesi também quebra e Senna assume a ponta, mas com problemas no câmbio
  • Andrea de Cesaris rema no pelotão, chega em segundo e tira a diferença para a McLaren, mas o motor explode a 3 voltas do fim e o italiano abandona a melhor corrida da carreira
  • Patrese pula para segundo, mas o motor falha e o italiano vai lentamente pela pista
  • Berger chega em segundo, configurando a dobradinha da McLaren
  • Último pódio de Nelson Piquet na Fórmula 1
  • Roberto Pupo Moreno chega em quarto (últimos pontos na F1) e faz a volta mais rápida (a única na carreira), mas não é o suficiente para se manter na Benetton.
  • Patrese, se arrastando, chega em quinto e Mark Blundell soma o primeiro ponto da carreira e um dos últimos da Brabham

GP da Bélgica de 1998 (por Valesi)

(Corrida lembrada pelo ouvinte Rodrigo Digão nos comentários do Especial Schumacher parte 3)

  • Chuva torrencial durante todo o domingo
  • Pelo campeonato, Hakkinen chegou à Bélgica com 77 pontos, Schumacher tinha 70
  • As McLarens fizeram a festa e protagonizaram o espetáculo: classificaram-se com uma dobradinha Hakkinen/Coulthard na primeira fila (Hill em 3º e Schumacher em 4º); Hakkinen largou na frente, e Coulthard largou no muro: bateu e voltou, envolvendo SÓ outros 12 carros no acidente da primeira volta (os três brasileiros incluídos)
  • Relargada: Hill pula na frente, Hakkinen perde o carro e acerta a Sauber do Johnny Herbert, Coulthard se envolve em novo acidente com Wurz (este abandona, o escocês fica em último);
  • Schumacher ultrapassa Hill e corre para a  vitória #sqn
  • O alemão, quase 40 segundos à frente de Hill, vai dar uma volta em Coulthard, que o segura; mais à frente, na Pouhon, o escocês reduz, porém sem sair do traçado. Sem ver nada por causa do spray, Schumacher entra na traseira da McLaren bonito. Schumacher depois vai aos boxes inimigos pra pegar Coulthard na saída: “He’s trying to fucking kill me!!!!”
  • No final, vimos a última vitória da carreira de Damon Hill, com Ralf Schumacher em segundo e a Sauber de Alesi em terceiro. Pedro Paulo Diniz levou sua Arrows à quinta posição e marcou 2 pontos.

Melhores momentos:

A panca e a fúria alemã:

GP da Bélgica de 2010 (por Sérgio)

  • Motivos para 2010 ser clássica: quatro pilotos com chances de ser campeão na última corrida em Abu Dhabi. Muitas trocas de liderança no campeonato, durante a temporada: Alonso (duas primeiras corridas), Massa (líder após o GP da Malásia), Button (desde o Canadá, liderou por duas corridas), Webber (desde Mônaco, liderou por duas corridas), Hamilton (desde o Canadá, cinco corridas na liderança), Webber (Hungria, cinco corridas na liderança), Alonso (Coréia, duas corridas na liderança) e Vettel (assumiu a liderança pela primeira vez na última corrida e foi campeão);
  • Treino de sábado com chuva e com Webber na pole e Lewis Hamilton em segundo.
  • No dia da corrida, ainda com tudo molhado, ADIVINHA COMO FOI A LARGADA DO MARK WEBBER? Largou muito mal e caiu da pole position para sexto lugar.
  • Rubens Barrichello, na efeméride dos 300 Grandes Prêmios, aprontou uma pataquada fenomenal: se perdeu na freada na Bus Stop e colheu Fernando Alonso em cheio, porém não obliterou o espanhol: milagrosamente, a Ferrari não sofreu nenhum dano catastrófico e o espanhol continuou normalmente. Já o pobre Rubens e sua efeméride não tiveram a mesma sorte. Rubens abandonou no ato, configurando um caso claríssimo de auto-obliteração.

Vídeo com zoeira do “Family Guy” do acidente:

  •  Sebastian Vettel: talvez o ponto mais baixo de sua carreira. Expressão fúnebre nas entrevistas após a corrida. Já tinha colidido com o Webber na Turquia, tinha sido bastante criticado, e novamente bateu com outro piloto, desta vez era Jenson Button, e desta vez não nem o que discutir, e nem o que defender em Vettel: se perdeu na freada para a Bus Stop e obliterou a McLaren do britânico, causando danos catastróficos e portanto o abandono do inglês ainda no local.

  •  Vettel continuou , pagou um drive through pela colisão, mas depois furou um pneu ao bater na Force India de Vittantonio Liuzzi. Vettel terminou em décimo quinto, uma volta atrás do vencedor.
  •  Alonso se auto-obliterou na pista molhada, na saída da chicane Les Combes, deu uma beliscada na grama molhada, rodou e bateu.

  •  Na disputa pelo campeonato, três pilotos não pontuaram (Vettel, Alonso e Button), então Hamilton e Webber ficaram na liderança, com apenas três pontos entre eles (Hamilton 182, Webber 179), e com trinta pontos para os outros (Vettel e Button), e quarenta pontos sobre Alonso. Campeonato do tipo montanha-russa.
  • Prova com vitória de Hamilton com Webber em segundo e Kubica em terceiro.

Classificação após a corrida:

Pos Driver Points
1 Lewis Hamilton 182
2 Mark Webber 179 (-3)
3 Sebastian Vettel 151 (-31)
4 Jenson Button 147 (-35)
5 Fernando Alonso 141 (-41)

 

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Categorias: Podcast

Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

34 comentários

Willian Schlichting · 18 de agosto de 2014 às 20:41

Opaaaa 😉

Gustavo Thomé · 18 de agosto de 2014 às 21:09

pray

Valesi · 18 de agosto de 2014 às 22:37

Desconfio que o Sergião trabalha pro Bernie Ecclestone: as férias dele coincidiram muito com as da F1…

Carlos Del Valle · 19 de agosto de 2014 às 0:47

Um comentáio: estava pensando, naquela obliterada geral de 1998, muita gente usou o tal carro reserva. Hoje não tem carro reserva, ou seja, se alguém der uma obliterada dessas na largada, a corrida recomeça com metade do grid. Bizarro…

Carlos Del Valle · 19 de agosto de 2014 às 0:48

Outro comentário: esse vídeo do Alonso onboard é de arrepiar. Um detalhe é que aparece a velha Bus Stop, que parecia mais fácil que a atual, sei lá

Fabiano Forte · 19 de agosto de 2014 às 11:25

Agora, não dá para deixar de destacar o galvão sendo galvão, né? Gente, como esse cara é um m…!

    Carlos Del Valle · 19 de agosto de 2014 às 18:19

    Hehehehe
    Valesi ==> Hater n.1 do Button
    Fabiano Forte ==> Hater n.1 do Galvão

Mateus Ferreira · 19 de agosto de 2014 às 12:14

A profecia do Galvão foi no GP do Japão, quando o Schumacher bateu na traseira do Hill e quebrou a suspensão, e abandonou. O Hill seguiu na prova.

Mateus Ferreira · 19 de agosto de 2014 às 12:22

A ordem e equipe da Jordan partiu a pedido do Hill. O Ralf estava até 3 segundos mais rápido, encostou e o Hill falou no rádio:

“Vamos colocar as coisas de forma simples: Estou em primeiro e ele em segundo, estamos garantidos, se formos brigar por posição, talvez não conseguiremos nada, talvez apenas trocamos posição que não interferirá no campeonato de construtores. Podemos ter 16 pontos ou podemos não ter nada. O que me dizem?”

E aí a Jordan disse para o Ralf manter a posição.

    Carlos Del Valle · 19 de agosto de 2014 às 18:29

    Muito bem lembrado Mateus. Quer puder dá uma ouvida na introdução do podcast do formula1blog.com (link abaixo), em que todo o áudio da corrida é usado. Nele, ouvem-se as célebres frases (apesar não constar o importante trecho do Hill que você mencionou):
    No momento em Coulthard provoca a obliteração de Schumacher, o rádio para Hill:
    ” Michael is out, Michael is out, you’re leading the race, you’re leading the race”
    “Ralf, do not overtake Damon, it’s a team order. Do not overtake Damon”
    (Frente ao aparente silêncio do alemão, a equipe pede para que ele acuse o recebimento da mensagem):
    “Ralf, acknowledge”
    No final, a cara-de-pau com jeitão de James Bond do Coulthard:
    “His behaviour of coming to the garage and accuse of effing trying to kill him is just unacceptable”
    Vale a pena dar uma ouvida, e um abraço Mateus 🙂

    http://www.formula1blog.com/f1-news/formula1blog-com-podcast-381/

Guilherme Barcelos · 19 de agosto de 2014 às 15:37

Excelente episódio!!! Muito Bom ouvir novamente o Sérgião. É impressionante como a corrida de 1998 dá outra dimensão ao verbo obliterar… kkkk. Continuem o bom trabalho, e nesse domingo, ótimo GP da Bélgica para todos.

    Carlos Del Valle · 19 de agosto de 2014 às 18:17

    Obrigado amigo, realmente Sergião voltou em grande estilo 🙂 Ansioso para Spa

    Sérgio Dias (@sergiopdias) · 27 de agosto de 2014 às 14:46

    Obrigado pelo carinho, Guilherme.

    Gratidão,
    Namastê.

Mateus Gomes · 19 de agosto de 2014 às 23:32

Já que é consenso geral que o Maldonado provavelmente se destacará nessa corrida (ao modo Maldonado de “destaque” rssrsr), meu palpite para o primeiro (segundo) a se auto obliterar e talvez obliterar outros com certeza será o Romain Groselha!
E aposto que será bem parecido ao que rolou em 2012! Kkkkkkkkkkkk
#GroselhaAsnoNoVolante

Cristiano Seixas · 20 de agosto de 2014 às 10:36

Pessoal não podemos nos esquecer do clássico GP de 1995, aquele em que o Schumy saiu em 16. e venceu segurando o Hill com pneus slick no piso molhado ….

http://youtu.be/Yvx82MmqVYM

Uma curiosidade, o grampo La Source era a ultima curva do traçado antigo , pois a largada, pasmem, era na descida para a Eau Rouge …., alias até hoje nas 24 horas de Spa a largada é na descida da Eau Rouge !!!!!

Cristiano Seixas · 20 de agosto de 2014 às 10:38

Del Valle qual a sua prova preferida em Spa ?

    Carlos Del Valle · 20 de agosto de 2014 às 13:26

    Que me vêm à cabeça de primeira, 1998 e 2010… 🙂

Tiago Oliveira · 20 de agosto de 2014 às 17:12

Eu acho a largada de 2012 quase tao trágica quanto a de 1998, visto que o Grosjean 2.0 nao teve nem a desculpa de chuva pra fazer o strike que fez.
https://plus.google.com/101443032616581166067/posts/A5PrJd39CxN

Esse tem sido o verao mais frio e úmido (SIC?!) das redondezas, provavelmente a corrida terá as temperaturas mais baixas dos ultimos anos e choverá para caraglio, de maneira que a Williams tem uma certa vantagem aí.

    Carlos Del Valle · 20 de agosto de 2014 às 17:35

    Belo gif! Quanto à Williams, será? Tenho a impressão que eles ficariam mais expostos à Red Bull se chover (no começo do ano a Williams teve problemas para aquecer pneus no molhado etc.)

Domingos lins · 20 de agosto de 2014 às 23:03

Programa excelente, fazendo jus ao circuito. Uma pena a ausência do Del Valle (se bem que o Sergião não fez feio como host de ocasião). Claro que, como vocês disseram, não dava pra falar de todas as corridas, mas senti falta – em particular – da prova de 2008 (brevemente citada no programa).
Diante do meu enorme carinho pelo campeonato de 2008 e do fato desse podcast ter tido uma corrida menos (é sempre bom manter a numerologia) coloco aqui um resumo ultrarápido da corrida de 2008:

-Corrida começando com a pista meio molhada, mas sem chuva;
-O campeonato de pilotos estava assim:
Hamilton 70
Massa 64
Raikkonen 57
Kubica 55
-Raikkonen larga bem e vai de 4º a 2º na primeira volta, assume a liderança ainda no começo da corrida (quero dizer 2ª ou 3ª volta, mas não tenho certeza).
https://www.youtube.com/watch?v=yiD3el8sqgs

-Faltando 3 voltas para o final Hamilton (que estava em segundo) estava e resolve partir para a vitória por fora na bus-stop e… tá aí o vídeo mostrando o caos que se instaurou na pista (uma imagem vale mais do que mil palavras).
https://www.youtube.com/watch?v=5K9P9z_Lwa0
obs.:pela devolução de posição “pero no mucho” Hamilton levou 20s após o fim da corrida e caiu de 1º para 3º

-Os líderes decidiram não parar apesar da chuva torrencial, mas Timo Glock, Nick Heidfeld e Fernando Alonso partiram pra tentar a loteria com apenas duas voltas na pista (Alonso com apenas 1) e uma bandeira amarela no local do acidente do Raikkonen.
https://www.youtube.com/watch?v=AmOixmxpXF4

-A estratégia funcionou: Heidfeld chegou ao pódio, Alonso chegou em 4º e Glock teria pontuado não fosse uma ultrapassagem em bandeira amarela.

    Carlos Del Valle · 21 de agosto de 2014 às 10:48

    Grande Domingos! Você não vai acreditar que a corrida de 2008 estava na pauta, mas o cara que ia falar dela também não pôde participar, devido a uns problemas técnicos… Com certeza é uma corrida clássica, justamente pela batalha no final e pela polêmica que se instaurou pela punição a Hamilton. Todo ano eu tenho que trollar uns ingleses que vêm dizer que 2008 foi injustamente tirada do Hamilton. Isso é #fato : se Hamilton não tivesse furado a chicane, jamais teria ultrapassado Kimi na retinha dos boxes. O argumento de que ele devolveu a posição, na minha opinião ele é inválido, pois a regra não fala em “devolver a posição”, e sim em “levar vantagem”, e isso claramente ele levou.

Andre Tachibana Kranz · 21 de agosto de 2014 às 13:22

Ótimo cast – ansioso por esta corrida!
legal ter o Sergião de volta!

Bruno Junqueira Geraldo · 22 de agosto de 2014 às 12:49

Adoro essa musiquinha de transição com o baixo bem marcado, qual o nome da música???
Adorei o Podcast! meus dias de escritório são muito melhores ouvindo sobre formula 1

    Carlos Del Valle · 25 de agosto de 2014 às 19:00

    Oi Bruno, desculpe pela demora em responder… Essa música é uma genérica do website iStock Photo, lá se pode comprar a música e usar à vontade sem risco de problemas com direitos autorais. É o chamado sistema “royaltie free”. Eu a conheci através do podcast airlinepilotguy.com , e comprei a música e copiei descaradamente a intro de um dos meus podcasts preferidos 😛

Pedro Rossi. · 24 de agosto de 2014 às 0:52

Errar na Eau Rouge é aquele tipo de coisa que, no Formula 1 2013 da Codemasters,também tem a ver com o setup do carro. Na verdade, basicamente tem tudo a ver com o setup. Ele torna tudo mais fácil, mas se o cara for um inapto, não tem setup que ajuda.
Geralmente, se você não for do tipo que gosta de alterar o setup, e vai com o padrão rápido do jogo, você faz a Eau Rouge com certa facilidade.

Estão guiando por qual equipe?

Quais são os seus setups?

    Carlos Del Valle · 24 de agosto de 2014 às 17:50

    Oi Pedro, eu tenho dados umas voltas com uma McLaren no F1 2010, e notei esse lance que você falou, com a downforce padrão a curva Eau Rouge passa a se tornar mais “habitual” com o passar das voltas. Se regular com menos downforce, tem que ter extremo cuidado. Isso acontece também em Monza, onde a Variante Ascari passa a ser desafiadora se você andar com o carro muito pelado de asa…

      Pedro Rossi · 24 de agosto de 2014 às 21:33

      Grande Del Valle!
      Um desafio ainda maior, se você tiver a oportunidade de jogar o 2013, é correr em Spa com carros clássicos, como a Lotus 98T.
      Esses carros são muito ariscos, e aí a diversão é maior. No começo eu me sentia um bosta, pois se comparado com os carros da temporada de 2013, os da década de 80 eram impossíveis de guiar.

Como Ganhar em Spa | Podcast F1 Brasil · 21 de agosto de 2014 às 23:12

[…] ouviu nosso Programa Especial com as Crônicas de Spa já aprendeu que o espetacular circuito já estava presente na primeira temporada da Fórmula 1 em […]

Gambiarras em games, discórdias e uma ideia maluca para Interlagos | A Estante do Casola · 1 de setembro de 2014 às 21:14

[…] O jogo tinha umas coisas bem curiosas. Por exemplo, quando foi lançado, já tinha o nome de Michael Schumacher na Benetton e de Roberto Pupo Moreno na Jordan. No entanto, olhando pela tela de seleção dos pilotos, na equipe da grife, Schumi estava com o capacete de Moreno e o Baixo estava com o capacete de Bertrand Gachot. Provavelmente o jogo estava em avançado estado de desenvolvimento antes do Grande Prêmio da Bélgica, que foi a corrida que marcou a estreia do piloto alemão na Fórmula 1 e não houve tempo hábil para arrumar isso. Mais informações sobre esta mudança aqui e aqui. […]

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