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214 ESPECIAL INTERLAGOS: SETOR A E BASTIDORES

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Host dessa edição: Fernando Campos, do NFL dos Brother e do Instagram do PF1BR

Convidados deste programa:

Valesi, do Edição Rápida

Rubens GP Netto, do Boletim do Paddock

Marcelo Courrege, da Rede Globo e SporTv

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Sexta:

  • Sol rachando
  • Nacional

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Sábado:

  • Fecha mas não chove
  • Público grande
  • Megafone
  • Cabeças de gasolina em peso (Kerllon, Hugo, Rodrigo, Dantas, Emilio, Seixas, Samara, Matheus e Alessandra, Enzo, Peteado, Debesa; Cavalli; Frosa; Marco e Bruna…)
  • Juarez 

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Domingo:

  • Fila
  • Chuva, muita chuva, sem parar
  • Verstappen: ansiedade atrás do SC, salvada sensacional, ultrapassagens épicas
  • Massa: emoção na caminhada para os boxes
  • Mendigos no setor A
  • Público indo embora
  • Final apoteótico
  • Invasão de pista / bandeira / imagens FOM

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Boletim Estratégico: Grande Prêmio de Cingapura 2016

FLSR

Para os amantes de estratégia, o GP de Cingapura foi um prato cheio, especialmente na parte final da prova.

O circuito de Marina Bay foi o cenário de uma corrida incrível, com Nico Rosberg segurando Daniel Ricciardo até os últimos metros para garantir a vitória e retomar a liderança do campeonato de pilotos. Hamilton fechou o pódio, mesmo recebendo a pressão de Kimi Raikkonen no trecho final do GP.

Cingapura também assistiu a um show de pilotagem em todas as partes do pelotão, desde Sebastian Vettel escalando de último a 5º, até Magnussen garantindo um ponto para a Renault. O leque de estratégias estava completamente aberto e aqui estão os pontos mais importantes da prova.

Estratégia de classificação

A Red Bull foi a única a arriscar algo diferente no Q2, mandando tanto Ricciardo, quanto Verstappen para a pista com os pneus super macios. Ambos chegaram ao Q3, consequentemente, os dois foram os únicos a largar com o composto mediano entre os 10 primeiros no domingo.

Isso mostrou como os austríacos estavam confiantes em Marina Bay, graças ao casamento perfeito entre o RB12 e o design da pista. Não é fácil afirmar exatamente quanto esse risco os beneficiou, mas a diferença entre os pneus vermelhos e roxos não era grande e essa mudança os ajudou a chegar ao fim dos stints com pneus mais inteiros.

Stints agressivos

A Ferrari optou por estratégia bem agressiva com Sebastian Vettel, o ajudando a sair de último no grid devido a um problema no sábado. O alemão largou com macios e partiu para um stint bem longo, se livrando dos carros mais lentos, para aí sim calçar os ultra macios duas vezes e fatiar o pelotão intermediário.

A estratégia funcionou muito bem e fazia parte do leque de alternativas para outras equipes durante a prova. A Red Bull começou com dois stints de super macios, o que auxiliou Daniel Ricciardo a construir uma diferença para Lewis Hamilton, que vinha brigando com os pneus macios e perdendo contato com o australiano.

Perez cuida dos pneus

Mais uma vez nós vimos uma Force India esticando vários stints longos com pneus macios. Sergio Perez optou por dois períodos estendidos com os pneus amarelos após se livrar dos pneus roxos durante o carro de segurança (ironicamente causado pelo seu companheiro de equipe). O mexicano escalou o grid até a 8ª posição e completou uma corrida de duas paradas, mesmo com a ausência do Safety Car durante o resto da prova.

Mercedes capitaliza na estratégia

A Mercedes colocou a corrida de pernas para o ar ao chamar Lewis Hamilton para os boxes na volta 45 com o intuito de o devolver a frente de Kimi Raikkonen no último stint. O pit-stop antecipado e os novíssimos pneus ultra macios ajudaram o inglês a completar um undercut perfeito sobre o finlandês, que também voltou calçado em roxos.

A escolha de pneus pode não ter sido a mais indicada, visto que o homem de gelo até conseguiu se aproximar nas voltas finais da prova, mas o tempo perdido no começo do stint comprometeu sua busca pelo pódio. Sentindo uma possível ameaça, a Red Bull também chamou Ricciardo para os boxes, neutralizando qualquer ameaça de Hamilton e Raikkonen.

O australiano poderia ter terminado a prova com os macios, entretanto, isso o colocaria definitivamente em 2º e na mira dos campeões mundiais com pneus frescos. Graças a parada, Ricciardo rapidamente cortou a diferença para o líder, Nico Rosberg, e quase duelou pela vitória. Mesmo não capitalizando integralmente, essa mudança de estratégia dos austríacos proporcionou um final de prova eletrizante.

Toro Rosso conservadora?

Daniil Kvyat parecia de volta a boa forma em Cingapura, até questionando uma possível escolha conservadora da STR durante o GP. O russo parou para super macios na volta 15 e retornou, novamente para vermelhos, na volta 37. Daniil provavelmente poderia ter brigado com Fernando Alonso pela 7ª posição se a escolha de pneus da escuderia tivesse sido um pouco mais ousada. O carro se encaixou bem no traçado de Marina Bay, logo, o risco poderia trazer lucros.

Undercut funcionando bem

Como sempre em Cingapura, o undercut foi uma ferramenta muito eficiente nas brigas por posição. Em meio ao clima quente e a distância de performance entre os compostos levados para a prova, alguns pilotos provaram que parar mais cedo funcionava perfeitamente, como por exemplo na batalha entre Kimi e Hamilton.

Ricciardo também antecipou sua parada em relação a Rosberg, voltando um pouco mais próximo do alemão, no entanto, o australiano estava calçando médios. O australiano também poderia ter esticado o stint intermediário para ter pneus mais novos nas últimas voltas da prova, todavia, sabemos que a mudança na estratégia foi uma reação a uma possível ameaça de Raikkonen e Lewis. Além disso, a escolha alternativa quase deu a vitória ao australiano.

Texto Original

Stints mais longos

  • Macios: Perez – 36 voltas
  • Super Macios: Kvyat – 24 voltas
  • Ultra Macios: Wehrlein – 24 voltas

Mais paradas

  • Ericsson, Massa, Verstappen, Hamilton, Raikkonen, Ocon, Sainz: 3

Fonte

cingapura

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Boletim Estratégico: Grande Prêmio da Alemanha

FLSR

Hockenheim voltou ao calendário da F1 em grande estilo, recebendo a 12ª etapa da temporada de 2016, a última antes das férias de verão. Lewis Hamilton dominou após uma largada espetacular e conquistou sua 6ª vitória do ano.

Ricciardo e Verstappen também tiveram grandes performances e chegaram ao primeiro pódio duplo da Red Bull na temporada. Já Nico Rosberg perdeu terreno no campeonato de pilotos devido a sua 4ª posição no GP.

A corrida proporcionou uma variedade interessante de estratégias, com uma grande variedade de opções sendo exploradas. Eis os principais pontos estratégicos do Grande Prêmio da Alemanha.

Duas voltas para Daniel Ricciardo

O desgaste de pneus foi mais alto na Alemanha em relação aos GPs anteriores, implicando que qualquer volta extra no sábado poderia impactar o primeiro stint no domingo de forma decisiva. Ricciardo foi forçado a fazer duas tentativas em sua saída mais rápida do Q2, deixando seus super macios ainda mais usado para a largada.

Isso significou que seus pneus não estavam tão novos quanto os de seus rivais diretos, entretanto, essa desvantagem não afetou tanto sua corrida, já que o australiano parou uma volta após Verstappen e Rosberg. O desgaste não o ajudou em sua briga com o holandês, mas Daniel o superaria mesmo assim posteriormente.

Gutierrez largando com macios

Esteban Gutierrez largou em uma sólida 11ª posição, o primeiro a ter escolha livre de pneus para a largada. A Haas optou por arriscar em uma estratégia alternativa e calçou o mexicano com macios no começo da prova, o único usando os amarelos em todo o pelotão.

No entanto, uma largada desastrosa o derrubou para a 18ª colocação, impactando sua corrida inteira. A escolha estratégica acabou o trazendo de volta para a briga, mas o mexicano terminou a prova apenas seis segundos atrás de seu primeiro ponto na temporada, cruzando a linha de chegada em 11º.

Três paradas dominam o dia

Na última visita da F1 a Hockenheim, a estratégia de duas paradas foi a mais indicada. Os pneus eram mais resistentes e os próprios bólidos evoluíram bastante desde 2014, mesmo assim, a Pirelli ainda previa que seria muito próximo entre duas e três paradas na prova de 2016.

Parar três vezes era mais seguro por conta do alto desgaste de pneus, no entanto, apenas duas passagens pelos pits também podiam funcionar muito bem, desde que os pilotos soubessem administrar seus pneus. A primeira opção foi a mais popular esse ano, especialmente por conta dos altos índices de degradação e as altas temperaturas alemãs.

Por contas das três paradas, a variedade de mistura dos compostos aumentou ainda mais, chegando ao ponto de vermos os quatro primeiros pilotos em compostos diferentes durante os últimos dois stints da prova. Assim como em Silverstone, os macios e super macios foram os únicos a serem usados durante a corrida, após um uso limitado dos duros durante a sexta feira.

Vettel define sua estratégia

O tetracampeão foi bem vocal no rádio durante a corrida em relação a estratégia. Logo antes de sua última parada, o alemão foi chamado para os pits mas respondeu com um sonoro “negativo”, alegando que seus super macios ainda podiam durar mais algumas voltas, além de estarem em boas condições. Vettel acabou parando na volta 46, mas não conseguiu se aproveitar dos pneus mais novos em relação aos rivais, terminando a prova bem longe do Top 4, em 5º.

Perez vai para o undercut

Em algumas ocasiões o undercut não é tão efetivo, mas a escrita foi bem diferente na Alemanha. Perez conseguiu saltar diversos pilotos com uma parada prematura. Sua largada foi terrível, inclusive descrevendo como como sua “pior largada da carreira”, entretanto, a mudança perfeita de estratégia pela Force India o colocou de volta na briga por pontos. Todas as suas três paradas foi antes de seus rivais, usando seu incrível talento para administrar pneus para alcançar a 10ª posição nas voltas finais.

Bottas ambicioso

A Williams até tentou aplicar a estratégia de duas paradas com Bottas, mas a manobra corajosa não funcionou, o finlandês parou para calçar super macios na volta 12 e retornou aos boxes para colocar macios na volta 33.

O longo stint final não foi tão efetivo para Bottas, que perdeu terreno e uma posição para Jenson Button, triunfando no limite em sua batalha pela 9ª posição contra Perez. A história foi parecida com Fernando Alonso, que havia feito três paradas, mas sua McLaren desgastava os pneus um pouco mais, tirando o espanhol do Top 10 nas voltas finais.

Rosberg sem performance

O alemão recebeu uma penalidade de 5 segundos por ter forçado Max Verstappen pra fora da pista na curva 6 e a cumpriu em sua parada seguinte, entretanto, um problema de cronometragem o deixou esperando por 8 segundos ao invés de 5. Tempo precioso, mas Rosberg sofreu com performance durante a corrida inteira.

Caindo de primeiro para quarto ainda na primeira volta, Nico sofreu para se recuperar logo no começo da prova. O alemão chegou até a alcançar a segunda posição após o segundo stint nos super macios e o terceiro nos macios, contudo, a penalidade custou caro, chegando perto de brigar pelo último degrau do pódio no último terço do GP.

Hamilton de cara para o vento

Enquanto Hamilton parecia mais desconfortável em relação à seu companheiro de equipe na sexta, tudo se encaixou no domingo. O inglês assumiu a liderança na primeira curva, abriu uma vantagem considerável e partiu para o estratégia padrão de três paradas, entrando nas voltas 14, 34 e 47, calçando Super macios/super macios/macios. A estratégia funcionou perfeitamente e Hamilton cruzou a linha de chegada em 1º com muita folga.

 

Texto original

Stints mais longos

  • Médios: Não usados
  • Macios: Magnussen – 34 voltas
  • Super Macios: Grosjean – 32 voltas

Mais paradas

  • 3

Fonte

Alemanha 1

Alemanha 2

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Boletim Estratégico: Grande Prêmio da Hungria 2016

FLSR

O GP da Hungria iniciou a segunda metade da temporada de 2016 com grandes batalhas e ultrapassagens, além de tensão com a aproximação das duas Mercedes na ponta.

Hamilton se aproveitou de uma grande largada e já assumiu a liderança na curva 1, controlando a prova desde o início. Rosberg teve que se contentar com a 2ª posição enquanto Ricciardo segurou Vettel nas voltas finais para subir ao pódio mais uma vez. Com uma corrida recheada de estratégias, temos muito o que comentar no boletim de hoje.

Duas paradas funcionando

Como havia sido previsto pela Pirelli antes da corrida, uma estratégia de duas paradas com o primeiro stint de super macios e mais dois com macios foi a mais popular da prova. Ainda vimos alguns pilotos tentando se aventurar com algumas estratégias alternativas, mas em geral, o grid optou pelas duas paradas.

No entanto, o que a fornecedora italiana não conseguiu prever foi o momento de cada parada. As suposições eram que alguns estariam se livrando dos pneus vermelhos antes da volta 10 e as recomendações dadas em Silverstone se repetiram em Budapeste, 14 voltas no super macios e 29 nos macios, ambas foram prontamente ignoradas.

Mesmo com as temperaturas de pista mais altas da temporada, os macios e super macios funcionaram muito bem em Hungaroring e sua nova superfície, mais aderente e menos ondulada. O novo pavimento é menos abrasivo, proporcionando não só voltas mais rápidas, como também stints mais prolongados.

Hamilton no controle

O vencedor da prova foi para uma estratégia tradicional de dois pit-stops, parando na volta 16 para trocar de super macios para macios e subsequentemente calçando outro set dos amarelos na volta 41. Em ambas paradas, o inglês completou o undercut em Rosberg. Obviamente, por ser o líder, Hamilton teve a preferência, contudo, por um instante essa escrita quase foi alterada, já que as Red Bulls encostavam perigosamente em Rosberg.

O tricampeão pareceu estar no controle total durante toda a corrida, talvez até diminuindo um pouco o ritmo para afastar seu companheiro de equipe. O alemão se fez presente da largada à bandeirada, entretanto, não foi rápido o bastante para arriscar uma ultrapassagem.

Rosberg até se aproximou bastante em algumas oportunidades, parcialmente auxiliado pelo tráfego e por um pequeno erro de Hamilton na curva 12, mas mesmo assim, Nico não parecia ter gasolina no tanque para brigar pela liderança e o inglês sempre tinha uma resposta imediata para os atrevimentos de seu companheiro de equipe.

Kimi aposta em algo diferente

Um dos poucos pilotos que decidiu se aventurar nas estratégias alternativas foi Kimi Raikkonen, talvez por força das circunstâncias.

O sábado não foi dos melhores para o finlandês, que alinhou no grid em 14º com pneus macios, ao contrário de boa parte do pelotão. Contando com o ótimo ritmo de corrida da Ferrari, Kimi conseguiu escalar o pelotão com autoridade e já estava no top 10 na volta 29, quando fez sua primeira parada e calçou super macios.

A performance das três primeiras equipes é tão superior que não é tão difícil se recuperar de um sábado desastroso com uma estratégia alternativa no domingo. Um stint agressivo nos super macios colocou o finlandês de volta na briga, mas preso atrás de Max Verstappen, uma briga que destruiu seus pneus (e asa dianteira) nas últimas voltas da prova.

Sexto foi um ótimo resultado e seu ritmo durante a corrida foi impressionante, o que nos faz pensar como o roteiro mudaria se Kimi tivesse largado no topo do grid. Claro, Verstappen ficou preso atrás do finlandês no primeiro stint, sem a Ferrari número 7 para atrapalhar o holandês, Kimi poderia acabar atrás da mesma Red Bull mesmo se seu sábado tivesse sido normal.

Médios deixam a desejar

Alguns pilotos tentaram terminar a prova com apenas uma parada, mas as altas temperaturas e a falta de aderência no composto mais duro forçaram todos a voltar para o plano de dois pit-stops. Muitas escorregadas com os pneus médios foram reportadas, além de uma falta de aderência geral com a superfície nova, muito dura e pouco abrasiva para esses compostos.

Os pneus brancos raramente têm sido utilizados durante os fins de semana, o que nos faz pensar se realmente precisamos das três opções. Mesmo usados ocasionalmente, como foi o caso na Hungria, calçá-los durante a corrida nem sempre se traduz em performance.

Felipe Massa, Sérgio Pérez, Rio Haryanto e Jenson Button arriscaram nos médios mas sem grandes sucessos. Massa e Pérez até ensaiaram uma corrida com apenas um pit stop, mas tiveram que passar pelos boxes mais uma vez, colocando compostos mais macios.

Palmer quase pontua

A Renault decidiu alterar as duas paradas do britânico, colocando-o em uma estratégia de macios/super macios/macios. Isso acabou funcionando muito bem, semelhante ao que aconteceu com Kimi Raikkonen. Palmer escalou o pelotão muito bem e parecia estar perto de seus primeiros pontos na categoria, no entanto, a pista impiedosa em relação a ultrapassagens e uma rodada na curva 4 jogaram o trabalho do calouro fora, terminando a prova em 13º.

Stints mais longos

  • Médios: Massa – 40 votlas
  • Macios: Ricciardo – 37 voltas
  • Super Macios: Magnussen – 24 voltas

Mais paradas

  • Ericsson, Button – 3 (Incluindo drive-throughs)

Fonte

Texto Original

Hung

Hung II

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