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A F1 retorna com estilo ao circuito de Barcelona-Catalunya, um dos mais conhecidos pelo paddock, uma corrida recheada de drama, emoção e surpresas. Poucos poderiam esperar esse resultado, mas o holandês Max Verstappen chegou a vitória em sua estreia pela Red Bull, tornando-se, de forma magistral, o vencedor de GP mais jovem da história. Como sempre, tivemos diversas escolhas estratégias diferentes para abordarmos aqui.

Três paradas não funcionam

A escolha entre duas ou três paradas acabou decidindo uma das posições do pódio. Tanto a Red Bull, quanto a Ferrari optaram por dividir suas estratégias, com Kimi e Verstappen parando apenas duas vezes enquanto Vettel e Ricciardo optaram por três.

A batalha pela vitória entre quatro pilotos foi brilhante, além de muita tensão cercar os resultados das escolhas estratégicas de cada um. Antes do GP, a Pirelli havia previsto que a escolha por três paradas seria a mais veloz, entretanto, não levaram em consideração a dificuldade de ultrapassar em Barcelona.

Além disso, Vettel e Ricciardo não tiveram sucesso em suas incursões pela vitórias nas últimas voltas, também atrapalhados pelo tráfego. Ricciardo ainda sofreu um furo de pneu na penúltima volta, sendo forçado a parar novamente, mas recuperando o 4º lugar antes da bandeirada. Já o alemão teve que se contentar com a 3ª colocação, provando a ineficiência das três paradas.

Duas paradas mais eficientes

Então apenas duas paradas foram mais efetivas. Tanto Verstappen quanto Raikkonen pararam pela primeira vez na volta 12, com Red Bull parando uma volta antes na segunda janela. O undercut foi muito importante na Espanha, inclusive ajudando o holandês a manter uma vantagem confortável entre ele e Kimi nas voltas finais.

O desgaste de pneus não foi tão alto quanto era esperado, muitos esperavam que os pneus de Verstappen e Raikkonen fossem acabar perto do fim da prova, mas isso não ocorreu, auxiliando os dois a terminar à frente de seus respectivos companheiros de equipe.

Com isso, fica evidente que Ferrari e Red Bull deram um tiro no pé ao dividir as estratégias entre seus pilotos, comprometendo as chances de vitória de Vettel e Ricciardo, mesmo com um começo de prova fortíssimo e obviamente ajudados pelo acidente das Mercedes na primeira volta.

Evitando o pneu duro

O pneu duro finalmente estreou na temporada, contudo, raramente foi usado durante o fim de semana. Desde a sexta, pilotos já encontravam dificuldades para aquecer os pneus laranjas. As temperaturas um pouco mais frias no início do GP e a longa vida útil dos médios eclipsaram os pneus duros.

Apenas dois stints foram completados com os compostos mais duros durante a corrida, com Jolyon Palmer e Kevin Magnussen apostando nos pneus laranjas. O dinamarquês não teve sucesso ao utilizar o composto mais duro e foi forçado a parar novamente. Já Palmer conseguiu levá-lo até a bandeirada, ainda que com um ritmo bem lento.

Haas ainda adorando os pneus macios

A Haas arriscou uma estratégia diferente mais uma vez, rodando muito mais com os pneus macios. Grosjean e Gutíerrez levaram 8 sets dos pneus amarelos, ao contrário da maior parte do grid. O mexicano conseguiu completar dois stints nos macios e levar sua Haas até a 11ª posição, seu melhor resultado no ano, enquanto Romain abandonou, mas estava em busca de três paradas, com três stints de macios e um estranho pequeno stint de médios no meio da prova.

Stints mais longos

  • Duros: Palmer – 32 Voltas
  • Médios: Gutierrez – 35 Voltas
  • Macios: Grosjean – 19 Voltas

Mais paradas

  • Ricciardo – 4

Fonte

Texto Original

Formula Legend Brasil

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1 comentário

Gustavo Thomé - blackcerrado · 29 de maio de 2016 às 11:35

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