Arquivo da categoria: Especiais

208 – Podcast F1 Portugal

Para ouvir, clique Play:

Esse podcast foi editado por Monkey Seat Podcast & Multimídia

Host dessa edição:

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Convidados deste programa:

Fernando Campos, do NFL dos Brother e do Instagram do PF1BR

Albano Sampaio, ouvinte português do Podcast F1 Brasil

Final da EURO 2016 entre Portugal x França:

Mansão de Ayrton Senna em Portugal:

Jornalistas japoneses emocionados no anúncio da morte de Senna:

Página Fórmula 1 Portugal

Site Autosport de Portugal

Jornalista português João Carlos Costa

Episódio do Podcast F1 Brasil com os australianos do Super License

Episódio do Super License com o Podcast F1 Brasil

Entrevista com Sergio Sette Câmara

Entrevista com Matheus Leist

Pódio de Tiago Monteiro no GP dos EUA de 2005:

Notícia da proposta de uma corrida de F1 em Portugal

Vídeo do circuito de Algarve que pode entrar na F1:

Liberty Media quer calendário com o máximo de 25 corridas

Carros da Fórmula 1® em 2017:

Podcast F1 Brasil sobre o Grande Prêmio da Austrália de 2016

Podcast F1 Brasil sobre o Grande Prêmio da Espanha de 2016

Nossos sinceros agradecimentos a nossos amigos que ajudam nosso projeto no PATREON e no PADRIM! Saudações a nossos patronos Renato Pope, Bruno Debesa, Pablo Ocerin, Alexandre Pires, Leandro de Souza, Bruno Shinosaki Fim do Grid, Ricardo Bunnyman Soares, Marco Robson Oliveira, Wreygan Gomes, Bernard Port, Leandro da Paz Lopes, Kerllon Teodoro, Cristiano Seixas, Beto Patux, Luciano Castilhos, Claudio Alves, Diego Proença, Marco Santo, Alisio Menezes, Cesar Augusto, Celso Resende, Felipe Laranjeira e Joanir Pletsch.

Você também pode colaborar com o Podcast F1 Brasil, com quantias a partir de 1 Obama/mês ou 3 reais/mês, os links estão logo abaixo!

Nosso Patreon:

podcast patreon 550
Nosso Padrim:

padrim vermelho

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

Faça parte da nossa Liga Conjunta no Bolão do GP Predictor: Podcast F1 Brasil e Boteco F1 

Nosso canal do YouTube:

logo roda com roda youtube red bull

Confira nossas camisetas de F1 na Gasolina Store:

Curta nossa fanpage no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcastbanner-1

206 – ENTREVISTA COM MATHEUS LEIST

Para ouvir, clique Play:

Esse podcast foi editado por Monkey Seat Podcast & Multimídia

Host dessa edição:

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Convidados deste programa:

Fernando Campos, do Boteco F1 e Instagram do Podcast F1 Brasil

Matheus Leist, campeão da Fórmula 3 Britânica

Nossos sinceros agradecimentos a nossos amigos que ajudam nosso projeto no PATREON e no PADRIM! Saudações a nossos patronos Bruno Debesa, Renato Pope, Pablo Ocerin, Alexandre Pires, Leandro de Souza, Bruno Shinosaki Fim do Grid, Ricardo Bunnyman Soares, Marco Robson Oliveira, Wreygan Gomes, Bernard Port, Leandro da Paz Lopes, Kerllon Teodoro, Cristiano Seixas, Luciano Castilhos, Claudio Alves, Diego Proença, Marco Santo, Alisio Menezes, Cesar Augusto, Celso Resende, Felipe Laranjeira, Joanir Pletsch. Você também pode colaborar com o Podcast F1 Brasil, com quantias a partir de 1 Obama/mês ou 3 reais/mês, os links estão logo abaixo!

Nosso Patreon:

podcast patreon 550
Nosso Padrim:

padrim vermelho

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

Faça parte da nossa Liga Conjunta no Bolão do GP Predictor: Podcast F1 Brasil e Boteco F1 

Nosso canal do YouTube:

logo roda com roda youtube red bull

Confira nossas camisetas de F1 na Gasolina Store:

Curta nossa fanpage no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcast

204 – O GUIA BÁSICO DO KART

Para ouvir, clique Play:

Esse podcast foi editado por Monkey Seat Podcast & Multimídia

Host dessa edição:

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Convidados deste programa:

Fernando Campos, do Boteco F1 e Instagram do Podcast F1 Brasil

Marco Oliveira, piloto de kart amador

Cristian Peticov, do Pista & Pilotagem

Nossos sinceros agradecimentos a nossos amigos que ajudam nosso projeto no PATREON e no PADRIM! Saudações a nossos patronos Bruno Debesa, Renato Pope, Pablo Ocerin, Alexandre Pires, Leandro de Souza, Bruno Shinosaki Fim do Grid, Ricardo Bunnyman Soares, Marco Robson Oliveira, Wreygan Gomes, Bernard Port, Leandro da Paz Lopes, Kerllon Teodoro, Cristiano Seixas, Luciano Castilhos, Claudio Alves, Diego Proença, Marco Santo, Alisio Menezes, Cesar Augusto, Celso Resende, Felipe Laranjeira, Joanir Pletsch. Você também pode colaborar com o Podcast F1 Brasil, com quantias a partir de 1 Obama/mês ou 3 reais/mês, os links estão logo abaixo!

Nosso Patreon:

podcast patreon 550
Nosso Padrim:

padrim vermelho

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

Faça parte da nossa Liga Conjunta no Bolão do GP Predictor: Podcast F1 Brasil e Boteco F1 

Nosso canal do YouTube:

logo roda com roda youtube red bull

Confira nossas camisetas de F1 na Gasolina Store:

Curta nossa fanpage no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcast

203 – Especial Williams parte 5: Retorno ao Garagismo, Bruno Senna, Felipe Massa, Maldonado, Bo77as, Rosberg e muito mais

Para ouvir, clique Play:

Host, Boss, Timoneiro, Contínuo, Editor-Chefe, Asno Volante e Office-Boy:  Carlos Del Valle

Nossos sinceros agradecimentos a nossos amigos que ajudam nosso projeto no PATREON e no PADRIM! Saudações a nossos patronos Bruno Debesa, Renato Pope, Pablo Ocerin, Alexandre Pires, Leandro de Souza, Bruno Shinosaki Fim do Grid, Ricardo Bunnyman Soares, Marco Robson Oliveira, Wreygan Gomes, Bernard Port, Leandro da Paz Lopes, Kerllon Teodoro, Cristiano Seixas, Beto Patux, Luciano Castilhos, Claudio Alves, Diego Proença, Marco Santo, Alisio Menezes, Cesar Augusto, Celso Resende, Felipe Laranjeira, Joanir Pletsch. Você também pode colaborar com o Podcast F1 Brasil, com quantias a partir de 1 Obama/mês ou 3 reais/mês, os links estão logo abaixo!

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

Faça parte da nossa Liga Conjunta no Bolão do GP Predictor: Podcast F1 Brasil e Boteco F1 

Nosso canal do YouTube:

logo roda com roda youtube red bull

WILLIAMS PARTE 5 – RETORNO AO GARAGISMO

Estes são os episódios anteriores desta série:

106 Especial Williams parte 1, a Era Cosworth: 1977-83, Frank, Patrick, Jones, Rosberg

110 Especial Williams parte: a Era Honda, Piquet e Mansell

113 Especial Williams parte 3: a Era Renault 1989-1999

199 Especial Williams parte3: a Era BMW (Frank, Montoya, Ralf e os alemães enfrentam a Tempestade Perfeita)

Motores usados neste capítulo:
2006 – Cosworth
2007-2009 – Toyota
2010-11 – Cosworth
2012-13 – Renault
2014-16 – Mercedes

(Mas a vinheta ainda é o V10 do Montoya na Variante Ascari).

2005 – Fim da Parceria com a BMW

A parceria Williams-BMW estava mal. Em junho de 2005, veio a notícia de que a BMW havia comprado a equipe Sauber, que seria sua equipe oficial. Quando foi feito o anúncio, Frank Williams afirmou que “infelizmente, a relação estava hostil demais há bastante tempo. É uma pena, mas esse relacionamento não se pareceu em nada com aqueles que tivemos com Honda e Renault”. A BMW tinha planos de cumprir o contrato de fornecimento de motores para a Williams até 2009, mas frente à atitude dos alemães em comprar a Sauber, a Williams decidiu encerrar a parceria e usar motores Cosworth a partir de 2006.

2006 – Duro Retorno ao Garagismo

Mark Webber continuou na equipe de Frank Williams, mas Nick Heidfeld se transferiu para a nova equipe de fábrica BMW-Sauber. Para o lugar de Heidfeld, chegou um jovem que havia acabado de ser campeão da GP2, chamado Nico Rosberg.

Essa vaga era de Jenson Button, que já tinha contrato assinado com a Williams para 2006, mas mudou de ideia porque a BAR iria se tornar uma equipe oficial de fábrica da Honda. Pela ruptura do contrato, a Williams recebeu 30 milhões de dólares, pagos em parte pela Honda e em parte pelo prórpio Button.

Apesar de um início razoável, com ambos os pilotos pontuando na primeira corrida da temporada, o ano de 2006 foi muito ruim para o padrão da Williams. Foram 20 abandonos somando os dois pilotos, e apenas 11 pontos conquistados, num distante oitavo no Campeonato de Construtores. Foi a primeira vez desde sua temporada de estreia em 1977 que a Williams não chegou ao pódio nenhuma vez.

Frente a esses resultados ruins com motor Cosworth, a Williams foi buscar um novo fornecedor de motores, desta vez a japonesa Toyota.

2007-2008-2009: Motores Toyota

Em 2007, a dupla de pilotos da nova Williams-Toyota foi Nico Rosberg e Alexander Wurz, num carro com patrocínios principais da AT&T e Lenovo. Foi um ano bem melhor que o anterior, com um pódio de Rosberg em Montreal, e com o quarto lugar nos Construtores. Dos 33 pontos da Williams nesse ano, 20 foram marcados por Rosberg e 13 por Wurz, que se aposentou da F1 no final da temporada.

Em 2008, com a aposentadoria de Wurz, o reserva Kazuki Nakajima assumiu seu lugar, fazendo parceria com Rosberg. Foi mais uma temporada complicada, apesar de dois pódios de Rosberg em Melbourne e Cingapura. O carro ia mal em pistas com curvas de alta velocidade, e a equipe voltou a decepcionar no Campeonato de Construtores, terminando apenas em oitavo lugar (atrás de Ferrari, McLaren, Sauber, Toyota, Toro Rosso, Red Bull e Renault). Notar que dessas sete à frente da Williams, apenas Toro Rosso e Red Bull não eram equipes de fábrica. A Williams só ficou à frente da Super Aguri e de uma tenebrosa equipe de fábrica (a Honda).

Acidente de Rosberg com a Williams em Monaco 2008:

Para 2009, houve a grande mudança no regulamento aerodinâmico, permitindo um agito no grid, com domínio da Brawn e da Red Bull. A Williams tinha abandonado o carro de 2008 bem cedo, na esperança de dar um pulo com as novas regras. Mas não foi o que se viu. Ainda com a dupla Rosberg/Nakajima, a Williams terminou em sétimo nos Construtores, conseguindo passar apenas a decadente Renault, que abandonaria a Fórmula 1 naquele ano. Um detalhe: todos os 34 pontos desse sétimo lugar foram conquistados por Rosberg, com seu companheiro Nakajima ficando zerado.

A Toyota encerrou sua participação da Fórmula 1 ao final de 2009, tanto enquanto equipe como enquanto fornecedora de motores, obrigando a Williams a buscar um novo motor para a temporada de 2010.

2010-2011: Mais Garagismo com Motores Cosworth

Com a saída da Toyota, a escolha da Williams acabou sendo a volta aos motores Cosworth, que naquele ano equiparia quatro equipes (a Williams e as nanicas Virgin, Hispania e Lotus verde).

A dupla de pilotos foi completamente mudada, com a saída de Rosberg e Nakajima para dar lugar a Rubens Barrichello e ao novato Nico Hülkenberg. Com um chassis razoável e uma boa dupla de pilotos, a Williams melhorou um pouco, subindo para o sexto lugar nos Construtores ao final de 2010. O ponto alto do ano foi a magnífica pole position de Nico Hülkenberg no GP do Brasil, com a pista de Interlagos úmida após muita chuva antes do treino. Na disputa interna, Rubens Barrichello prevaleceu sobre Hulkenberg, vencendo por 47 a 22 pontos. Foi também com a Williams-Cosworth de 2010 que Barrichello protagonizou a batalha com Michael Schumacher em Hungaroring, em que foi quase jogado no muro pelo heptacampeão alemão.

Para 2011, a Williams foi obrigada a tomar uma decisão polêmica, tirando Hulk e colocando Pastor Maldonado em seu lugar, devido aos generosos patrocínios trazidos pelo venezuelano através da petrolífera estatal PDVSA. E os maus agouros foram confirmados: o ano de 2011 foi desanimador, com apenas cinco pontos conquistados (4 deles por Barrichello). Em nono lugar nos Construtores, a Williams ficou bastante distante dos 41 pontos das Toro Rosso, e só ficou à frente das três nanicas, que ficaram zeradas em pontos.

2012-2013: Vitória em Barcelona, Maldonado, Senna, Bottas

A clássica parceria Williams-Renault seria retomada a partir de 2012, com muito entusiasmo por parte dos fãs. Para se juntar ao endinheirado Maldonado, a equipe optou por Bruno Senna, que tinha feito um segundo semestre promissor com a Lotus no ano anterior. Com isso, ficou sacramentada a aposentadoria de Rubens Barrichello.

A clássica temporada de 2012 testemunhou a primeira vitória da Williams desde o GP do Brasil de 2004: Pastor Maldonado fez um ótimo treino de classificação e ficou em segundo lugar, atrás apenas de Lewis Hamilton, da McLaren. Porém o inglês teve seu tempo anulado por não ter combustível no carro para voltar aos boxes, e com isso Maldonado foi promovido à pole position, com a Ferrari de Alonso ao seu lado na primeira fila. Na largada, Alonso foi melhor e pulou para a liderança, mas na primeira rodada de pit stops a Williams trabalhou melhor tanto na estratégia como na parada em si, e Maldonado recuperou a liderança aplicando um undercut na Ferrari de Alonso. O final da corrida foi dramático, porque Alonso parecia estar mais rápido, mas Maldonado resistiu à pressão e entrou para a história, vencendo em Barcelona. Essa é a última vitória da Williams até hoje (setembro / 2016).

Pole de Maldonado no GP da Espanha de 2012:

Nesse ano de 2012, na disputa entre Maldonado e Bruno Senna, o venezuelano venceu por 45 a 31 pontos, tendo a seu favor a vitória e um quinto lugar. Já Bruno Senna pontuou em dez provas contra cinco de Maldonado, mas o melhor resultado do brasileiro foi apenas o sétimo lugar em duas corridas. O brasileiro foi ao Q3 apenas uma vez, e se classificou no grid à frente de Maldonado apenas uma vez em todo o ano, enquanto Maldonado se classificou no sábado entre os três primeiros do grid várias vezes. Se o fator “velocidade” pesou para a demissão de Bruno Senna, isso merece um programa à parte.

Para 2013, a Williams colocou Valtteri Bottas no lugar de Bruno Senna, para fazer dupla com Maldonado. Infelizmente, após um 2012 bom, a equipe teve um ano de nanica bastante semelhante ao de 2011, dois anos antes. Apenas 5 pontos na temporada, exatamente como em 2011, sendo que 4 foram de Bo77as. A equipe voltou ao nono lugar no campeonato de Construtores, também o mesmo lugar que tinha terminado em 2011.

2014-15-16: Massa, Mercedes Malvadão, Pódios e Esperança

Para 2014, houve várias mudanças na equipe, com a demissão de Maldonado para trazer Felipe Massa em seu lugar, e também com a troca dos motores Renault pelos Mercedes.

A troca de motor teve um senso de oportunidade impressionante. Com as regras dos motores V6 turbo híbridos, o motor passou a ser um fator decisivo no desempenho de uma equipe, e a Williams teve a enorme sorte (ou esperteza) de ter o motor que era disparado o mais potente do grid, anos-luz à frente dos motores Ferrari e Renault.

Com a Ferrari sofrendo com o motor, e com a McLaren fazendo um chassis fraco, a Williams conseguiu chegar em terceiro no campeonato de Construtores, o melhor resultado desde o longínquo ano de 2003, quando foi vice-campeã com Montoya e Ralf Schumacher. Nesse ano de 2014, a Williams-Mercedes perdeu apenas para a dominadora Mercedes e para a Red-Bull-Renault, que conseguiu vencer três corridas com Daniel Ricciardo. Foram seis pódios na temporada, sendo quatro de Bo77as e dois de Massa, e ainda com uma pole position, conquistada por Felipe Massa no GP da Áustria.

Pole de Massa no GP da Áustria de 2014:

Para 2015, os pilotos e o motor foram mantidos, e novamente a equipe conseguiu um ótimo terceiro lugar nos Construtores, ficando desta vez atrás de Mercedes e Ferrari, e à frente da Red Bull. Foi novamente uma conquista especial para uma equipe garagista, que paga por seus motores e não tem nenhuma grande corporação multinacional por trás. Desta vez foram quatro pódios, divididos igualmente entre Bo77as e Massa, no caso dois para cada um.

Neste ano de 2016, o ano que estamos fazendo este capítulo da Williams, a equipe teve uma piora em comparação com os bons anos anteriores. Depois das quinze primeiras etapas, a equipe conseguiu apenas um pódio, com Bo77as no Canadá, e caiu de terceiro para quarto ou quinto no campeonato de Construtores. Eu explico por que “quarto ou quinto”: a Williams vinha em quarto, bem distante das três equipes mais fortes (Mercedes, Red Bull e Ferrari), mas a Force India teve uma reação incrível na metade do ano, e chegou a ultrapassar a Williams entre os Construtores. No momento em que estamos fazendo este Especial, a Force India está apenas um ponto à frente da Williams, no caso 112 a 111. É uma luta que com certeza vai até o final do ano.

Futuro

A Williams tem a seu favor o dinheiro que conseguiu com os bons resultados dos anos anteriores, e contará novamente com os motores Mercedes, que provavelmente não terão a mesma larga vantagem sobre os outros, mas tendem a continuar sendo os melhores. Os pilotos ainda não estão definidos enquanto este Especial está sendo produzido, mas Felipe Massa já anunciou a aposentadoria, e os rumores mais fortes indicam que a dupla para 2017 será formada por Valtteri Bo77as e o canadense Lance Stroll.

Uma coisa certa: foi um prazer e uma honra fazer esta sequência de cinco capítulos sobre a Williams para vocês, ainda mais com o ótimo feedback que a gente tem tido com esse tipo de programa. Conversamos nos próximos Especiais, um abração pra todo mundo e até lá!

Nosso Patreon:

podcast patreon 550
Nosso Padrim:

padrim vermelho

Confira nossas camisetas de F1 na Gasolina Store:

Curta nossa fanpage no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcast