VOTE: Troféus Britânicos (Burro, Ultrapassagem e Melhor Piloto)


Clique e dê sua opinião! Quem foi o pior e o melhor piloto no clássico circuito de Silvestone, na Inglaterra? E a melhor ultrapassagem? Ou será que o pior foram as explosões Pirellianas? Quem tiver algum voto diferente, é só dizer nos comentários.

 

 

 

 

Asno

Quem foi o ASNO VOLANTE? GP da Inglaterra

  • Pirelli (estouros espontâneos) (99%, 88 Votes)
  • Ferrari (sábado desastroso) (1%, 1 Votes)
  • Sutil batida com Hulk (0%, 0 Votes)
  • Red Bull (câmbio quebrado) (0%, 0 Votes)

Total Voters: 89

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1986 Hungarian GP - Piquet Senna

Qual foi a MEGA ULTRAPASSAGEM? GP da Inglaterra

  • Batalha Hamilton x Paul Di Resta (37%, 30 Votes)
  • Kimi Räikönen sobre HAM por fora na Copse (24%, 20 Votes)
  • Fernando Alonso (sobre Grosjean, Ricciardo etc.) (22%, 18 Votes)
  • Mark Webber (por fora de Perez e outras) (17%, 14 Votes)

Total Voters: 82

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Quem foi o MELHOR PILOTO? GP da Inglaterra

  • Mark Webber (39%, 33 Votes)
  • Felipe Massa (22%, 19 Votes)
  • Lewis Hamilton (18%, 15 Votes)
  • Fernando Alonso (9%, 8 Votes)
  • Nico Rosberg (8%, 7 Votes)
  • Sebastian Vettel (2%, 2 Votes)
  • Di Resta (1%, 1 Votes)

Total Voters: 85

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Lucas Di Grassi, o quarto pódio do Brasil em Le Mans

Numa estréia difícil, Lucas Di Grassi conseguiu o terceiro lugar nas 24h de Le Mans de 2013. O brasileiro nunca tinha guiado na mítica pista francesa, e inclusive recebeu o prêmio de melhor estreante desde ano. Com muita chuva durante toda a semana da prova, Di Grassi disse “não ter dado mais do que 30 voltas” nos treinos preparatórios para a corrida. Lembrando que o circuito da Sarthe é rápido, difícil e perigoso, com médias horárias acima de 240 km/h, curvas de alta velocidade e áreas de escape bastante tímidas. Sem contar a chuva, a escuridão da noite e o tráfego insano, com carros de todos os tipos e velocidades.

Foi estranho o Estadão usar o termo “pódio inédito” para a conquista de Di Grassi, já que três outros pilotos brasileiros já tinham alcançado esse feito. O termo “inédito” foi usado somente no título do artigo, provavelmente por engano. Pra esclarecer, vamos contar quem foram os outros três.

José Carlos Pace, 1973 (segundo lugar, Ferrari 312PB)

A esteticamente prejudicada Ferrari 312PB, sendo pilotada pelo grande Moco
A esteticamente prejudicada Ferrari 312PB, sendo pilotada pelo grande Moco em 1973 no Nordscheife

Um dos protótipos mais feios da história da marca italiana, a Ferrari 312PB chegou a Le Mans sabendo que os Matra V12 eram mais velozes. Isso levou o pessoal de Maranello a tentar ludibriar os franceses com a tática do “coelho”. Uma das Ferrari (a de José Carlos Pace / Arturo Mezario) pularia na ponta e imprimiria um ritmo forte, na tentativa de fazer a Matra forçar o ritmo além do planejado. Curiosamente, o “coelho” ferrarista foi o único carro de Maranello a terminar a prova, em segundo lugar, a seis voltas do Matra do mestre Henri Pescarolo (vencedor junto com Gérard Larousse). Esse foi o primeiro pódio brasileiro no circuito da Sarthe. A Ferrari usava então o épico motor flat-12 com cilindros contrapostos.

Raul Boesel, 1991 (segundo lugar, Jaguar XJR-12)

O belo Jaguar XJR-12 de 1991, segundo colocado com Raul Boesel
O belo Jaguar XJR-12 de 1991, segundo colocado com Raul Boesel

O ano de 1991 teve uma edição esquisita das 24 Horas, por conta de mudanças no regulamento, que era bastante confuso, e pela falta de protótipos atualizados para os novos motores de 3,5 litros. Assim, a direção de Le Mans resolveu deixar os clássicos motores de 7 litros (sim, sete) participarem. Como o novo e velocíssimo Jaguar XJR-14 projetado por Ross Brawn ainda estava um pouco cru para aguentar uma prova de 24 horas, a marca inglesa resolveu usar o carro que vencera em Le Mans no ano anterior: justamente o XJR-12 com motor V12 malvadão de 7 litros. Para completar as esquisitices de 1991, quem acabou ganhando foi o Mazda 787B, com o curioso motor tipo Wankel. Foi a única vitória de um construtor japonês até hoje em Le Mans, e a única de um motor que não usa pistões. Os pilotos vencedores com a Mazda foram o lendário Bertrand Gachot, o hoje comentarista Johnny Herbert e o alemão Volker Weidler. O curitibano Raul Boesel chegou em segundo, duas voltas atrás do Mazda. Seus companheiros de Jaguar foram Davy Jones e Michel Ferté.

Já que Bertrand Gachot está envolvido, não custa mencionar que a volta mais rápida da prova foi de Michael Schumacher, com sua Sauber C11 Mercedes. O ano de 1991 ainda traria muitas emoções para Gachot e Schumacher, como vimos no nosso Especial Schumacher – parte 1.

Ricardo Zonta (2008, Peugeot 908 HDi FAP)

Zonta foi o primeiro curitibano a chegar ao pódio de Le Mans com um carro a diesel
Zonta foi o primeiro curitibano a chegar ao pódio de Le Mans com um carro a diesel

Mais um curitibano no pódio em Le Mans. Ricardo Zonta conquistou a terceira posição na corrida de 2008, com seu poderoso Peugeot diesel V12 biturbo. Foi um ano em que a organização da prova tentou aumentar as chances dos carros a gasolina, permitindo placas restritoras maiores no motores com ciclo Otto. O feito foi nulo: os caminhõezinhos a diesel da Audi e Peugeot ocuparam as seis primeiras colocações. Curiosamente, o primeiro carro a gasolina foi justamente um Pescarolo, que tinha entre seus motoristas o hoje famoso Benoît Tréluyer. Na verdade mencionei o cara só para poder colocar o acento circunflexo na letra “i”. Nada mais poliglota do que escrever ” î “.

Finale

Para não dizerem que eu pego no pé da Ferrari, aqui vai uma foto da lindíssima Ferrari 250LM, a última máquina de Maranello a vencer as 24h de Le Mans. Com seu lendário V12 de 3,3 litros, venceu em 1965. Nada a ver com o pódio dos brasileiros, eu sei.

Isto sim é uma Ferrari lindíssima: Ferrari 250LM, vencedora da Le Mans 1965
Isto sim é uma Ferrari lindíssima: Ferrari 250LM, vencedora da Le Mans 1965

Nosso programa em áudio sobre Le Mans 2013 ainda vai sair, mas atrasou por problemas de hardware. Stay in touch.

Atualização: Zonta foi enxertado no post após o leitor / ouvinte Lucas apontar nossa omissão. Aproveito o enxerto para avisar que consertei o gravador e os programas voltam ao normal nos próximos dias.

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A Vitória de Helmut Marko nas 24h de Le Mans

No próximo final de semana teremos as 24h de Le Mans 2013. Vamos iniciar os festejos falando da vitória do ameaçador Helmut Marko na corrida de 1971. Acho que todos os cabeças de gasolina sabem que Marko é o Conselheiro Especial da Red Bull, por vezes acusado de privilegiar Sebastian Vettel em detrimento do nosso amigo pula-pula Mark Webber. Marko também ganhou notoriedade pela demissão repentina dos jovens Buemi e Alguersuari da Toro Rosso ao final de 2011. Para quem precisa de um refresco na memória, segue uma foto atual de Helmut Marko.

O passado de Helmut Marko como piloto nos apresenta uma carreira curta, porém muito rica e encerrada com uma tragédia. Amigo de infância do campeão Jochen Rindt, o austríaco se formou em Direito e passou a se dedicar cada vez mais ao esporte a motor. Devido ao diploma, ele é muitas vezes citado como “Dr. Helmut Marko”, inclusive nos resultados das 24h de Le Mans que ele venceu:

A versão austríaca do Dr. Sócrates
A versão austríaca do Dr. Sócrates

As 24h de Le Mans de 1971 foram uma corrida um pouco atípica. Consta que o jornalista titular da Motor Sport não se deu ao trabalho de ir pessoalmente cobrir o evento, mandando um substituto. O motivo seria o pequeno número de protótipos, apenas sete Porsche 917 e nove Ferrari 512M, com o restante do grid sendo preenchido basicamente por inúmeros Porsche 911 Carrera, dos tempos do motor a ar. Hoje em dia isso soa como mágica para os cabeças de gasolina, mas na época foi considerado um grid meio ordinário. A edição de 1971 foi a primeira a ter a largada em movimento, à maneira da Indy, abandonando a tradicional correria dos pilotos a pé em direção aos carros.

A Besta-Fera 917K de 1971. Esta foto foi feita pelo Pandini GP no Museu da Porsche.
A Besta-Fera 917K de 1971. Esta foto foi feita pelo Pandini GP no Museu da Porsche.

Houve o duelo entre os Porsche 917 “rabo-longo”, que passavam de 380 km/h no retão, e os Porsche 917 “rabo-curto”, mais rápidos em curvas. Os Porsches com o mítico esquema de cores em azul-claro da Gulf largaram da pole position, mas tiveram problemas mecânicos, entregando a liderança para a Ferrari 512M de Juncadella/Vaccarella, que também quebraria. Quem herdou a liderança foi justamente o Porsche do Dr. Helmut Marko, dividido com o holandês Gijs van Lennep (naqueles velhos tempos era permitido fazer as 24h em dois pilotos). O Porsche 917K de Marko/van Lennep tinha o chassis de magnésio, com configuração “rabo-curto”. Ainda foi perseguido pelo Gulf Porsche “rabo-longo” de Attwood/Müller, mas acabou conseguindo chegar duas voltas à frente. O recorde de distância que Marko/van Lennep bateram durou até 2010.

O Porsche 917K de Dr. Marko na clássica curva Dunlop
O Porsche 917K de Dr. Marko na clássica curva Dunlop

Os pilotos só saberiam sobre o chassis de magnésio anos depois. A festa após a vitória durou mais de oito horas, e van Lennep afirma que acordou no dia seguinte ainda vestindo o macacão de corrida. Se fosse o James Hunt, pode ter certeza que acordaria sem o macacão…

Referências:

Rui Amaral Jr: artigo sobre Helmut Marko

Pandini GP: artigo sobre o 917 no Museu da Porsche

Revista Motor Sport de julho de 2013: Especial Le Mans

Le Mans 1971 na Wikipedia

F1 Corradi: os mesmos Porsches “rabo-longo” e “rabo-curto”, foto em Spa

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37 – Canadá – a Batalha Secreta de Montreal, sem TV, com lutas e tragédia

Para ouvir, clique Play:

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Edição do PF1BR sobre o GP do Canadá de 2013! Continuamos com o pé embaixo, informação, vinhetas, diversão e polêmicas… Desta vez com uma catástrofe fenomenal com um comissário, nossas preces e forças para a família.

 

Se você torce para a McLaren, não ouça as sobras de gravação no final.

Se você gosta de cachorro, pode ouvir as sobras no final.

Se você ficou vergonha alheia da TV Globo, pode ouvir a introdução e muito mais.

Host: Carlos Del Valle

Convidados deste episódio:

Eduardo Casola Filho, do F1 Social Club

Valesi, do Melhor Blog sobre Nada

Sérgio Siverly, do Boteco F1

Neste programa estão incluídos os resultados da enquete dos Troféus, esperamos que você tenha votado, se não votou, Silverstone está aí…

Massa: Asno ou Azar?

Di Resta: o Julgamento

Toro Rosso: a “Chave” para o sucesso

Vettel, Alonso, campeonato

McLaren resistindo bravamente à Toro Rosso

Notícias e links usados ou mencionados neste programa:

F1 Social Club: a Luiza não curtiu

Boteco F1: Resumo do Domingo em Montreal

Portal F1 Brasil: Vettel vence no Canadá, Massa é oitavo

Resposta da pergunta de hoje (tenha estômago)

Fórum do Orkut: Comunidade F1 Brasil

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Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak e Kelo McKane e Johann Sebastian Bach

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