213 GP do Brasil / Interlagos 2016: Batalha Viva, Água, Barro, Nasr Maiúsculo e o Menino com o Sabre do Luz nos Dentes

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212 Especial McLaren parte 1: Bruce McLaren e as Primeiras Vitórias

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Bruce McLaren nasceu em 1937, ou seja estaria completando 80 anos em 2017.
Nasceu em Auckland, a maior cidade desse simpático e longínquo país chamado Nova Zelândia.
Os pais de Bruce se chamavam Les (como em Les Paul) e Ruth, e eram donos de um posto de gasolina com oficina lá em Auckland mesmo. O sr. Les McLaren tinha disputado corridas de moto na juventude, mas já tinha abandonado essa atividade antes mesmo de Bruce nascer, por ter se machucado, mas ainda disputava corridas locais de automóvel, em clubes e associações.

Já fica claro que o pequeno Bruce já nasceu num ambiente propício, com um pai cabeça-de-gasolina, que tinha uma oficina por onde o filho vivia perambulando, e ainda por cima disputava umas corridas pra se divertir.
Quando tinha 14 anos, em 1952, Bruce disputou sua primeira corrida como piloto. Era uma prova de subida de montanha, em que o garoto usou um velho carro que havia sido restaurado por seu pai. O modelo do carro é o Austin Seven Ulster, um simpático calhambeque que era uma versão supostamente esportiva de um carro das antigas.

Dois anos depois, com 16 anos, ele disputou seus primeiros campeonatos, com carros um pouco melhores, um Ford 10 e depois um Austin-Healey, e finalmente um Cooper-Climax de Fórmula 2. Com esse Fórmula 2, Bruce foi vice-campeão do campeonato local da Nova Zelândia na temporada 1957-58, ao completar 20 anos.
Nesse ano de 1958, Bruce participou do Grande Prêmio da Nova Zelândia, que não contava para o Mundial de Fórmula 1, mas era muito prestigiado, tendo entre seus vencedores Stirling Moss, Jack Brabham e John Surtees. Apesar de ter abandonado com quebra do câmbio, Bruce McLaren causou uma ótima impressão em Jack Brabham, e acabou sendo chamado para ser o primeiro contemplado pelo Programa Neozelandês de Jovens Pilotos (que se chamava “Driver to Europe”, Piloto para a Europa, pela organização New Zealand International Grand Prix). Notar que os programas de jovens pilotos de Red Bull, Ferrari e Renault têm lá seus ancestrais.

Uma vez na Europa, Bruce McLaren entrou para a equipe Cooper de Fórmula 2, mas na época algumas provas eram disputadas em conjunto com Fórmula 1 e Fórmula 2 ao mesmo tempo (algo como Fórmula 1 e GP2 correrem juntas hoje). Ainda era o ano de 1958, e Bruce foi designado para disputar simplesmente o Grande Prêmio da Alemanha, que era realizado no monstruoso, assustador Nurburgring Nordschleife, que viria depois receber o apelido de “Inferno Verde”. E o desempenho de Bruce em sua estreia deixou a comunidade assombrada: o jovem de 20 anos chegou em quinto na prova, atrás de apenas quatro carros que eram Fórmula 1, vencendo com facilidade entre os Fórmula 2.

1959-1960: Estreia como Piloto na F1 e Primeiras Vitórias

Para o ano seguinte, 1959, obviamente Bruce foi trazido para a equipe principal de Fórmula 1 da Cooper, para ser companheiro de equipe de Jack Brabham (sim, eram dois caras que iriam fundar sua próprias equipes alguns anos depois). Logo na sua segunda corrida em 1959, Bruce McLaren conquistou seu primeiro pódio, no GP da Inglaterra, disputado na pista de Aintree. Mais que isso, Bruce quebrou seu primeiro recorde, que duraria muito tempo: ele fez a melhor volta da corrida, o mais jovem piloto até então a conseguir esse feito, com 21 anos e 322 dias. Esse recorde só foi batido 44 anos depois por Fernando Alonso, que fez a melhor volta do GP do Canadá em 2003 com apenas um dia de idade a menos que Bruce (21 anos e 321 dias).

Mas o jovem Bruce logo assombraria o mundo ainda mais: ainda no ano de 1959, ele venceria o GP dos Estados Unidos em Sebring, outro recorde que duraria mais de 40 anos. Essa prova seria muito famosa porque também foi o único GP dos Estados Unidos disputado na famosa pista de Sebring, na Flórida, onde até hoje são disputadas as clássicas 12 Horas de Sebring. Essa corrida também deteve por muito tempo a efeméride de ser a última corrida em que nenhum campeão mundial estava no grid. Isso só foi acontecer novamente em 1994, no GP de Mônaco, a primeira corrida após a morte de Ayrton Senna.

Existe no entanto, uma #treta razoável nesse recorde de Bruce McLaren: naquela época, apesar de ninguém do circo da Fórmula 1 dar as caras, as 500 Milhas de Indianápolis faziam parte do calendário oficial do Mundial de F1. E um jovem ianque tinha vencido as 500 Milhas em 1952 com 22 anos, 2 meses e 19 dias, aproximadamente 20 dias mais jovem que Bruce quando venceu em Sebring. Seu nome era Troy Ruttman, e apesar do recorde ser dele, sempre o nome de Bruce que apareceu na literatura europeia como o mais jovem vencedor da história da F1, até ter seu recorde quebrado por Alonso no GP da Hungria de 2003.

No ano seguinte, 1960, a dupla da Cooper-Climax, formada Jack Brabham e Bruce McLaren, dominou a temporada. Bruce venceu a corrida de estreia da temporada, o GP da Argentina, e chegou ao pódio em quase todas a provas do ano, mas a vitória na Argentina acabou sendo sua única do ano. Jack Brabham venceu cinco corridas e foi campeão, apesar de só ter tomado a liderança do campeonato de Bruce McLaren na segunda metade da temporada, ao vencer o GP da Inglaterra.

O ano de 1961 teve uma mudança brusca de regra, diminuindo o tamanho do motor da Fórmula 1 para o tamanho da Fórmula 2, ou seja, motor aspirado de 1,5 litro. De maneira um tanto suspeita, a Ferrari tinha um motor 1.5 prontinho para 1961, e seus pilotos terminaram em primeiro e segundo no campeonato (Phil Hill à frente de Wolfgang von Trips, que faleceu antes do campeonato terminar). Bruce McLaren terminou o campeonato em oitavo, duas posições à frente do companheiro de equipe e então campeão Jack Brabham. Em 1962, Bruce terminou o campeonato em terceiro, atrás apenas de Graham Hill e Jim Clark, tendo vencido o GP de Mônaco com seu Cooper-Climax.

1963-65: Fundação da Equipe McLaren, mas ainda não na F1

De 1963 a 1965, Bruce não venceu nenhuma corrida oficial de Fórmula 1, porque apesar de ainda ser piloto da Cooper-Climax, sua cabeça estava em outro lugar. Em 1963 ele fundou a equipe McLaren, que se transformaria numa potência nas próximas décadas. A equipe começou com o nome de Bruce McLaren Motor Racing Ltd. e no início não disputava a Fórmula 1, e sim a Tasman Series, nos anos de 1964 e 1965.

A Tasman Series (ou campeonato tasmaniano) recebia esse nome porque o mar que fica entre Austrália e Nova Zelândia se chama Mar da Tasmânia. Tem também a ver com o Diabo da Tasmânia, já que é um animal que realmente existe e é encontrado na ilha da Tasmânia, na mesma região. De qualquer forma, a Tasman Series era um campeonato de carros monospostos, geralmente chassis de Fórmula 1, com motores de 2,5 litros, que já não eram usados desde 1959. Muitas equipes e pilotos pegavam o chassis de F1 do ano anterior, colocavam algum motor de 2,5 litros e partiam para a Oceania durante o inverno europeu, época que o automobilismo fica fechado para balanço e para fugir da neve.

Em 1964, a Bruce McLaren Motor Racing foi campeã da Tasman Series com seu piloto Bruce McLaren. Mas notem que o carro era um Cooper-Climax, já que nessa época a nascente McLaren era uma escuderia e não um construtor. No ano seguinte, Bruce foi vice-campeão na Tasman Series, novamente pilotando pela Bruce McLaren Motor Racing. Nesse ano o campeão foi ninguém menos que Jim Clark, com a Lotus, com outros grandes nomes no grid como Jack Brabham, Graham Hill, Phil Hill e outros.

1966-67: Estreia da equipe McLaren na Fórmula 1

Houve dois fatores que fizeram Bruce estrear sua própria equipe de Fórmula em 1966: seu sucesso na Tasman Series e também uma percepção de que a Cooper-Climax não estava indo tão bem quanto poderia. Além disso, haveria uma mudança na regra, o que sempre ajuda equipes jovens: o motores passariam de 1,5 litro para 3 litros, abandonando a regra que havia sido criada de maneira polêmica em 1961. A Fórmula 1 resolveu aumentar o tamanho dos motores porque os carros de Le Mans estavam ficando mais rápidos que os monopostos, muito graças aos motores. Só para se ter uma ideia, o mitológico Ford GT40 que venceria Le Mans em 1966 tinha um motor de 7 litros.

Para a estreia na temporada de 1966, a McLaren usou somente um carro, pilotado justamente por Bruce. Mas foi um ano bastante difícil, usando dois motores ruins: um Ford V8 que era um motor de Indy adaptado, e um outro motor V8 com o peculiar nome de Serenissima. A estreia foi no GP de Mônaco, com o motor Ford, que durou apenas 9 voltas. Mais interessante ainda: o primeiro ponto da McLaren foi conseguido nesse ano de 1966 em Silverstone por Bruce justamente com uma McLaren-Serenissima… Vale aqui o parêntese: Serenissima era o nome de uma Scuderia de uma cara chamado Giovanni Volpi, que geralmente usava carros da Ferrari com algum sucesso no começo dos anos 60. Além de Silverstone, a McLaren só marcou pontos novamente no GP dos Estados Unidos em Watkins Glen, desta vez com o motor Ford adaptado.

Para 1967, Bruce resolveu usar os motores V12 da BRM, mas o ano foi ruim do mesmo jeito. O V12 acabou não ficando pronto, forçando o Bruce no começo da temporada a usar um V8 de Fórmula 2 adaptado. Foi com esse carro que Bruce pontuou pela única vez no ano, logo na segunda corrida, em Mônaco, com um quarto lugar. Curiosamente, Bruce disputou três etapas do campeonato por outra equipe, a Anglo American de Dan Gurney, e voltou com o McLaren-BRM V12 para as últimas quatro corridas. Então foi ano movimentado, com direito a férias para a equipe na metade do ano e novamente dois motores diferentes. Mas tudo isso mudaria para 1968: no ano seguinte, a Bruce McLaren Motor Racing conheceria o gosto do sucesso.

1968-69: Sucesso

O ano de 1968 traria duas grandes novidades. Pela primeira vez, Bruce teria um companheiro de equipe em sua McLaren: o campeão do ano anterior, Denny Hulme, que havia vencido o duelo contra o próprio patrão Jack Brabham, se transferiu para a McLaren para 1968. Denny Hulme era da Nova Zelândia como Bruce, e os dois formaram uma dupla que seria conhecida como “The Bruce and Denny Show”. A dupla ficou lendária mais no campeonato Can Am do que na F1, mas de qualquer forma algumas vitórias viriam.
O outro segredo para 1968 seria o motor. Depois de dois anos penando, Bruce negociou simplesmente os melhores motores da época, os Cosworth V8 DFV. Esses motores estariam entre os melhores da Fórmula 1 durante mais de uma década dali pra frente. O Cosworth foi desenvolvido para a Lotus, que o usou com exclusividade em 1967, porém perdeu o título justamente para a Brabham-Repco, campeã com Denny Hulme e vice com Jack Brabham. Para 1968, a Cosworth resolveu comercializar o motor para outras equipes, por achar que a concorrência seria fraca demais. O V12 da Ferrari era fraco, o V12 da BRM era pesado, o Maserati quebrava demais e assim por diante. Bruce também construiu a McLaren M7A já visando o Cosworth, e o resultado foi um carro rápido e consistente.

Nessa temporada de 1968, Bruce McLaren se tornou o terceiro ser humano da história (e até hoje o último) a vencer uma corrida com seu próprio carro. O primeiro tinha sido Jack Brabham e o segundo tinha sido Dan Gurney, que construía seus próprios carros Eagle. A corrida que Bruce venceu foi a quarta etapa do campeonato, o GP da Bélgica no antigo Spa-Francorchamps, que tinha 14 quilômetros e cercas de arame farpado nas laterais da pista no setor da reta Masta e da curva Masta.

Nesse ano de 1968, Denny Hulme foi ainda melhor, terminando em terceiro no campeonato e vencendo duas corridas: GP da Itália em Monza e GP do Canadá em Mont-Tremblant. A McLaren terminou a temporada num excelente vice-campeonato entre os Construtores, atrás apenas da campeã Lotus. A combinação McLaren M7 com o motor Cosworth tinha se revelado sensacional, no primeiro grande ano da McLaren na Fórmula 1.

O ano de 1969 não foi tão bom, com apenas uma vitória, conquistada por Denny Hulme na última corrida, que foi o GP do México. Esse ano foi totalmente dominado por Jackie Stewart e sua Matra, que venceu simplesmente seis das primeiras oito corridas e foi campeão com três corridas de antecipação. Bruce teve um bom ano, apesar de não ter vencido nenhuma corrida: terminou o campeonato em terceiro lugar, com três pódios. A McLaren terminou o campeonato de Construtores em quarto lugar.

1970: Ao Infinito e Além

Em 1970 as duas primeiras corridas foram bem para a McLaren, com pódios para Denny Hulme na primeira etapa, no GP da África do Sul em Kyalami, e para Bruce na segunda etapa, no GP da Espanha em Jarama.

E então, sabe o aconteceu? Nada.

Como assim?

Eu explico. Eu sou um sonhador. Muitas vezes eu imagino uma realidade alternativa, e passo alguns minutos naquele meu mundo em que certas coisas não aconteceram. Às vezes eu passo um tempinho num mundo onde Gilles Villeneuve fez aquela curva por fora de outro carro em Zolder na Bélgica, e nada aconteceu. Um mundo onde Ayrton Senna derrapou de traseira na Tamburello e passou uns dias no hospital e depois voltou a correr. Um mundo onde Michael Schumacher escorregou do seu esqui e machucou o joelho.

Então este programa vai terminar assim, no meu mundo imaginário, com Bruce vivo, trabalhando arduamente na sua McLaren M8 no Circuito de Goodwood. Achou o carro mais ou menos, mudou algumas coisas e foi pra casa, planejando muita coisa para aquele ano de 1970.

E no próximo capítulo, que vai ser a parte 2, sabe, de quem vamos falar? De alguns nomes dos quais vocês devem lembrar bem, como Emerson Fittipaldi, James Hunt e até 500 Milhas de Indianápolis. Até lá.

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211 Mexico: Vettel Bocudo, Verstappen Foi mas não Foi, Ricciardo Promovido e muito mais

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Cerimônia do pódio: Verstappen removido da antessala, de maneira inédita e controversa

Alonso: grosseria inacreditável com o engenheiro no rádio

Williams: perdeu um pouco de terreno para a Force India

Groselha: largou em último pela primeira vez na carreira

Vettel: movimentou a corrida com estratégia diferente e ainda foi ao pódio

Ricciardo: controle fenomenal do carro na batalha contra Vettel

Rosberg: só falta um segundo e um terceiro para o título

Verstappen: chegou a ameaçar Rosberg e tentou manobra banzai

Hulk: belo treino, quinto no grid, boa corrida em sétimo, mesmo com a rodada contra Kimi

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