Arquivo da tag: Jean Alesi

VÍDEO – DESAFIO QUIZ DA FÓRMULA 1®

No novo vídeo dessa sexta-feira, o BOTECO F1 continua o quadro de desafios. Dessa vez, com Sérgio Siverly respondendo as perguntas do quiz oficial do site oficial da Fórmula 1®.

Será que ele se deu bem? Assista.

Nosso Patreon:

podcast patreon 550
Nosso Padrim:

padrim vermelho

Confira nossas camisetas de F1 na Gasolina Store:

Curta nossa fanpage no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcast

VÍDEO: RETROSPECTIVA DA FÓRMULA 1® EM 2015!

Hora de relembrar os momentos que marcaram o ano de 2015 na Fórmula 1®. O Boteco F1 pegou as suas fotos mais curtidas durante a temporada e transformou num vídeo para guardar os acontecimentos no YouTube.

Assista:

podcast patreon 550

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

GASOLINA-STORE-BANNER-JPEG

Email: contato@podcastf1brasil.com.br

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcast

144 Especial Ferrari parte 4: A Grande Seca

Para ouvir, clique Play:

Host, Boss, Timoneiro, Contínuo, Editor-Chefe, Asno Volante e Office-Boy:  Carlos Del Valle

Convidados deste programa:

Valesi, do Edição Rápida

Fernando Campos, que pilota o Instagram do PF1BR

podcast patreon 550

Nossos sinceros agradecimentos a nossos amigos que ajudam nosso projeto no PATREON! Saudações a nossos patronos Leandro de Souza, Eduardo Martins, Rubens Netto, Débora Almeida, Alexandre Pires, Thiago Vilela, Marco Oliveira, Wreygan Gomes, Mateus Ferreira, Douglas Kaucz, Bernard Port, André Lima, Bruno Shinosaki – Fim do Grid, Bruno da Mata, Anthony Santos,William Schlichting, Diego Proença, Marco Santo, Alísio Meneses, Carlos Nascimento e Cesar Augusto. Você também pode colaborar com o Podcast F1 Brasil, com quantias a partir de 1 Obama/mês.

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

suzuka cut crop 2

1980: De campeã ao final do pelotão
A Ferrari havia sido campeã com Jody Scheckter no anterior, mas quem ouviu nossos Especiais sobre a Williams já viu que a Williams foi esmagadora na segunda metade do campeonato, num prenúncio de sua dominação com Alan Jones em 1980.
O último ano da vitoriosa 312T foi melancólico. Usando a versão 312T5, Villeneuve e Scheckter não venceram nenhuma corrida, e não foram para o pódio nenhuma vez. Acredite se quiser: a Ferrari ficou em décimo lugar nos construtores. Para o ano seguinte, haveria grandes mudanças.

1981: Turbo, mas com chassis de Cadillac
A Ferrari 126CK foi o primeiro modelo com turbo V6 de 1,5 litro. O motor era bom, mas o próprio Harvey Postlethwaite, que projetou o carro junto com Mauro Forghieri, disse que a aerodinâmica era muito ruim. A downforce seria quase 50% menor que Williams e Brabham.
Os pilotos eram a famosa dupla Villeneuve/Pironi. Foi Gilles Villeneuve que deu à Ferrari 126CK o apelido de “Cadillac vermelho”, pelo chassis ruim.
Apesar das críticas ao chassis, Villeneuve ganhou duas corridas seguidas, em Mônaco e na Espanha.
A vitória de Villeneuve no GP da Espanha é aquela famosa pela “Defesa de Jarama”. Com seu motorzão e seu chassis questionável, Gilles segurou quatro carros colados em sua traseira durante boa parte da corrida. Os cinco primeiros terminaram todos dentro da diferença de 1 segundo e 26 centésimos.
No campeonato de construtores, a Ferrari chegou em quinto lugar. Nenhuma maravilha, mas uma boa melhora em comparação com o décimo lugar do ano anterior.

1982: tragédias e título de Construtores
A famosa dupla Gilles e Pironi chegou com tudo para 1982. O carro, chamado 126C2, era um ótimo upgrade em comparação com o carro do ano anterior. O motor era ainda mais potente, e os problemas de aerodinâmica foram solucionados. O carro até bateu alguns recordes na pré-temporada. As três primeiras corridas foram cheias de problemas. Na quarta etapa, em Imola, foi uma dobradinha da Ferrari, um pouco graças ao boicote de várias equipes contra a FISA, incluindo Brabham, Lotus, McLaren e Williams, que não disputaram a corrida. Mas a corrida ficou ainda mais famosa pela famosa briga entre Villeneuve e Pironi. Gilles acusou Pironi de não seguir as ordens de “trazer as crianças para casa” e fazer uma ultrapassagem “traíra” no final da corrida.
Um transtornado Villeneuve morreria nos treinos para o GP da Bélgica em Zolder. Seu carro decolou após tentar ultrapassar Jochen Mass por fora numa curva de alta velocidade durante uma volta voadora (sem trocadilhos). O GP da Bélgica era a quinta etapa do campeonato.
Pironi foi bem nas corridas seguintes, e terminou a décima-primeira etapa na França na liderança do campeonato, nove pontos à frente do segundo colocado. Mas os deuses da tragédia voltaram a atacar. Na etapa seguinte, em Hockenheim, uma nova decolagem: no treinos com chuva, Pironi acertou a traseira de Prost e capotou várias vezes, se ferindo gravemente. O francês nunca mais correria na Fórmula 1, principalmente devido às lesões em suas pernas.
Pironi só foi ultrapassado no campeonato na antepenúltima corrida, quanto Keke Rosberg venceu e encaminhou sua conquista do título de 1982.
Mesmo com as tragédias, a Ferrari acabou conquistando o Campeonato de Construtores.

1983: Motorzão
A grande mudança nas regras para 1983 foi a proibição do carro-asa com efeito solo. Os assoalhos deveriam ser planos a partir desse ano. Para recuperar a downforce perdida, a Ferrari 126C3 tinha enormes asas traseiras. O motor V6 turbo era o mais potente do grid, se aproximando de 800 cavalos em treinos de classificação.
Os pilotos ferraristas eram Patrick Tambay e René Arnoux, que chegaram a lutar pelo título, mas algumas quebras mecânicas custaram caro, e a batalha final acabou sendo entre Piquet (Brabham) e Prost (Renault chaleira-amarela), com título para o brasileiro.
Com quatro vitórias, sendo três de Arnoux, a Ferrari conquistou os bicampeonato de Construtores, com seus pilotos em terceiro e quarto no Mundial de pilotos.

1984: Abram Alas para a McLaren
No último ano do modelo 126C, a McLaren apareceu com um chassis revolucionário, todo em fibra de carbono, e com uma das duplas mais fortes que já disputaram a Fórmula 1: Niki Lauda e Alain Prost dominaram a temporada de forma impiedosa. A Ferrari 126C4 tinha um dos melhores motores do grid, mas o chassis ficava a dever muito em pressão aerodinâmica.
A única pole e a única vitória da Ferrari na temporada foram conquistadas por Michele Alboreto, que estava fazendo seu primeiro ano na Scuderia, no GP da Bélgica em Zolder, justamente palco da trágica perda de Gilles Villeneuve. O companheiro de Alboreto em 1984 foi René Arnoux.
A Ferrari foi vice-campeã de Construtores, porém longe da McLaren (86 pontos).

1985: Luta pelo Título
Luta pelo título com Michelle Alboreto na F156/85. Seu companheiro de equipe foi Stefan Johansson, depois da misteriosa demissão de René Arnoux após a primeira corrida.
A F156/85 foi a primeira Ferrari projetada desde o início para usar um monocoque de fibra de carbono, item essencial para competir com a pioneira McLaren nesse aspecto.
O modelo conseguiu duas vitórias com Alboreto, e ainda mais sete pódios, sendo cinco com o italiano e dois com seu companheiro Stefan Johansson.
Isso foi suficiente para conseguir o vice-campeonato de Construtores, com 82 pontos, a apenas oito pontos da campeã McLaren-TAG. O italiano chegou a liderar o campeonato após sua vitória na quinta etapa, em Montreal, e manteve a ponta até Hockenheim, que foi a nona corrida do ano. Mas Prost empatou com Alboreto no GP da Áustria, e foi lentamente ampliando a vantagem.
Em Brands Hatch, o italiano sofreu uma falha catastrófica no turbo ainda na volta 13. Com a traseira do carro em chamas, Alboreto fez questão de dirigir sua 156/85 até os boxes, e fez ainda mais: entrou na garagem com o carro pegando fogo, para desespero de todos que estavam por perto.

(Artigo Ferrari da Sexta-feira sobre a Ferrari 156/85)

ferrari-156-85-alboreto

1986: Sem Vitórias
A dupla Alboreto / Johansson foi repetida. O ano de 1986 foi clássico para a F1, mas foi muito ruim para a Scuderia, sem nenhuma vitória e com apenas quatro pódios.
Quarto lugar no campeonato, atrás de Williams, McLaren e Lotus.

1987: Confiabilidade Terrível, mas bom Final de Ano
Para 1987, a dupla foi Berger/Alboreto. O jovem austríaco Gerhard Berger foi contratado após fazer um ótimo ano a bordo da Benetton-BMW em 1986.
Tanto a McLaren como a Ferrari tinham bons carros, mas nenhuma foi páreo para a incrível eficiência da Williams-Honda de Piquet/Mansell.
Confiabilidade horrível: Alboreto chegou a abandonar oito corridas seguidas. Alboreto abandonou 10 etapas, e Berger nove.
O ano terminou muito bem para a Ferrari, com vitórias de Berger nas duas últimas corridas, no Japão e na Austrália, quando o campeonato já havia sido decidido em favor de Piquet. Apesar de chegar apenas em quarto lugar entre os construtores, havia um otimismo no ar para o ano seguinte.

1988: Enzo se vai, dobradinha histórica em Monza
Morte do Comendador em agosto. A Fiat aumentou sua participação de 50% para 90% da Scuderia.
Vitória em Monza na semana seguinte à morte do Comendador. Uma dobradinha histórica, após um acidente de Senna ao ultrapassar o retardatário Jean Louis Schlesser. Única vitória que não foi da McLaren no ano.
Vice-campeonato (McLaren 199 Ferrari 65)

1989: Mansell, carro revolucionário
Volta dos motores aspirados, com deslocamento de 3,5 litros. Ferrari optou pela configuração V12, que duraria até 1995. A era Schumacher, de 1996 em diante, foi toda com V10, exceto 2006, quando os V8 se tornaram obrigatórios.
Mansell, vindo de um ano ruim na Williams com motor Judd.
Acidente Berger Tamburello.
Vitórias (Brasil, Hungria).
Berger abandonou em 12 das 16 corridas. Não participou de uma por conta das lesões do acidente. Nas três restantes, chegou ao pódio. Pode-se dizer que Berger teve 100% de aproveitamento para pódios nas corridas que chegou.
Câmbio semi-automático. Borboletas atrás do volante. Hoje até as SUV de levar filho na escola tem borboletas.
Terceiro lugar no campeonato.

Um maluco em um carro vermelho, com o costal #27... Não é por nada que o Comendador escolheu o Brutânico!


1990: Prost Luta pelo Título pela Scuderia
Luta pelo título com Prost
Senna, Suzuka
Por vezes o melhor chassis
Artigo sobre Jerez 1990
Vice-campeonato (McLaren 121, Ferrari 110)

Ferrari641F1side

1991: o Caminhão
Prost demitido, caminhão etc.
Luta McLaren (139) / Williams (125); Ferrari em terceiro, com 55,5.

1992: um Caça Nada Supersônico
Pilotos: Ivan Capelli e Jean Alesi
Carro F92A
Carros as entradas de ar de caça
Assoalho duplo
Fracasso – quarta colocação, atrás de Williams, McLaren e Benetton

1993: Berger e Alesi
A Ferrari teve a mesma dupla de pilotos por três anos seguidos: Berger/Alesi foram a dupla dinâmica em 1993/94/95.
Em 1993, apenas três pódios (dois com Alesi em Mônaco e Monza), um com Berger na Hungria. Nenhuma vitória. Alesi abandonou nove das 16 corridas.
Novo quarto lugar, mesma ordem do ano anterior.

1994: Melhor que 1993, mas em meio a tragédias
Um ano melhor que o anterior, com dez pódios e uma vitória, no caso de Berger em Hockenheim.
Nesse GP da Alemanha, a Ferrari garantiu dobradinha no grid de largada, com Berger na pole e Alesi em segundo.
Confiabilidade ainda ruim: Alesi chegou a abandonar cinco corridas seguidas, num total de seis, e Berger abandonou sete das 16 etapas.
Terceira colocação (Williams/Benneton)

alesi 1994 ferrari

1995: Último com V12
O ano de 1995 foi o último de uma Ferrari V12 na Fórmula 1.
Apenas uma vitória, no caso a única vitória da carreira de Jean Alesi, no GP do Canadá.
Em 1996, o motor seria mudado para V10, configuração vencedora da Renault. E chegaria também um jovem piloto alemão bicampeão mundial chamado Michael Schumacher, mas esse será o tema do próximo capítulo.
Terceiro lugar nos construtores ( atrás de Benneton/Williams)

Grupo do Podcast F1 Brasil – Roda com Roda no Facebook

GASOLINA-STORE-BANNER-JPEG

Email: contato@podcastf1brasil.com.br

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter e no Instagram

Estamos também na TuneIn Radio e no Stitcher, além do iTunes

Música podsafe / Creative Commons: Brother Love e American Heartbreak

Feed do Podcast F1 Brasil: http://feeds.feedburner.com/PodcastF1BrasilPodcast

VÍDEO: HÁ QUANTO TEMPO O BRASIL NÃO VENCE NA F1?

Faz tempo que não vemos a bandeira e nem ouvimos o hino brasileiro. Mas você sabe quem foi o último piloto do país verde e amarelo a subir no lugar mais alto do pódio? E qual foi o maior jejum sem vitórias do Brasil?

Fique sabendo agora no vídeo dessa semana do Boteco F1. Assista: