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VÍDEO – DESAFIO QUIZ DA FÓRMULA 1®

No novo vídeo dessa sexta-feira, o BOTECO F1 continua o quadro de desafios. Dessa vez, com Sérgio Siverly respondendo as perguntas do quiz oficial do site oficial da Fórmula 1®.

Será que ele se deu bem? Assista.

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Memórias de Interlagos.

Trilha sonora indicada para a leitura: Hugh Laurie – Tipitina

Senhores, meu texto de hoje vai ser um pouco diferente dos anteriores que apresentei para vocês. Vai ser algo mais próximo das recomendações que Os Quatro Cabeças de Gasolina do Apocalipse dão nos episódios pré corrida do nosso amado Podcast.

Vou falar um pouco das minhas lembranças de corridas acontecidas em Sâo Paulo.

Minha lembrança mais remota de vida é a chegada do GP do Japão de 1988. Tinha 3 anos na época, e nem teria como dizer que acompanho a F1 desde lá, pelo fato de que nem falar direito sabia.

Nosso amado esporte a motor me chamou a atenção pela primeira vez em 1993, naquela corrida inaugural da temporada. Lembro da família toda reunida na casa da minha vó, todos sentados na sala após aquele almoço que só as casas dos avós podem proporcionar… Seis pirralhos sentados em um sofá de três lugares para aquela épica apresentação de Ayrton Senna numa corrida que começou no seco, choveu cântaros, e secou outra vez. Épico.

Isso é um cântaro, pra quem não sabe...
Isso é um cântaro, pra quem não sabe…

Outra memória vívida foi do primeiro treino livre que acompanhei de uma etapa de F1. Foi em 1995, quando ainda se treinava na quinta feira. Estudava de manhã e a Rede Globo encaixou na sua programação o treino livre da tarde (e pensar que hoje nem os treinos classificatórios eles não passam mais! Humpf!). Choveu até o início do treino, que foi disputado com a pista secando.

A memória mais vívida que tenho desse treino foi que, pela primeira vez, assisti dois pilotos empatarem os tempos no milésimo de segundo. Um desses pilotos foi o Mika Häkkinen, com aquela Mclaren  empurrada pelos motores Mercedes pela primeira vez (e esse ano será a última!) que tinha uma asinha imediatamente acima do Santantônio e que, apesar de ser um carro lento pra burro, eu achava lindão.

Coisa linda!
Coisa linda!

Não lembro exatamente quem era o outro piloto com quem o Häkkinen empatou na tabela de tempos (acho que foi com o Frentzen, de Sauber), e acho que foi por uma quarta posição que isso aconteceu. Mas ver pela primeira vez uma diferença de tempos de 0.000 Segundos foi impressionante.

2002 teve um momento estarrecedor. Vocês devem se lembrar disso:

Durante o warm up  de domingo da manhã da corrida, Henrique Bernoldi, de Arrows, bateu forte na segunda perna do S do Senna, e como o seu carro ficou parado no meio da pista, a bandeira vermelha foi acionada. No mesmo momento em que foi dado o sinal de interrupção, Alex Dias Ribeiro, o piloto do carro médico, entrou na pista para a intervenção necessária ao acidentado brasileiro.

O lance é que não houve tempo hábil o suficiente para que os pilotos que vinham contornando a curva reduzirem o suficiente. No vídeo dá pra notar que a bandeira vermelha só começa a ser agitada no momento em que o carro do Heidfeld já está passando por ela. Assustado, ele dá uma guinada para a esquerda, passando pela grama, no instante que Alex abre a porta do carro médico.

Uma cena bizarra, que poderia ter acabado em uma tragédia de grandes proporções, se tudo tivesse acontecido meio segundo antes ou depois.

O que nos leva pra minha última lembrança de Interlagos, pelo menos dessa leva. As outras ficam para um próximo texto!

A etapa de 2003 do GP do Brasil foi uma edição bizarra. O Boteco F1 fez uma boa recapitulação dela na série Grandes Corridas. Não viu ainda? Pô, não vacila!

2003. Que corrida memorável!
2003. Que corrida memorável!

Nunca fui à Interlagos, e nessa corrida estava na casa dos meus pais assistindo, acompanhado do meu melhor amigo, o Dudi (oi Dudi!) e besteiras à vontade pra comer, enquanto me rasgava de inveja dos meus primos que estavam no Setor A, tomando chuva.

Eis que, no meio da prova, toca o telefone de casa. Telefone, pra quem não é do Século passado, era algo como um iPhone, mas ficava ligado na parede.

Ao atender, uma cacofonia inaudível e altíssima me atingiu: era um dos meus primos ligando pra me dar um gostinho de quão alto era o som dos carros passando em altíssima velocidade e aceleração total ao final da Curva do Café. Conversamos por mais um par de minutos e ele desligou. Foi ele quem me avisou que o Rubens Barrichello tinha voltado pra ponta da corrida!

Em êxtase, volto pro sofá, e demoro uns 30 segundos pra entender o que se passa… Peraí, mas cadê o Rubinho?! Meu amigo, com uma desolação profunda na voz, apenas diz: “Pane seca”… Decepção.

Minha cara ficou bem parecida com isso.
Minha cara ficou bem parecida com isso.

Claro, a corrida ainda teve muito mais momentos incríveis, mas esse vai ficar pra sempre guardado na memória. Assistam o vídeo ali em cima e vejam por vocês mesmos!

Abraços!

A História de Bruno Senna

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Saber da história dos pilotos é sempre bom, pois assim, conhecemos a estrada pela qual o profissional trilhou até chegar na maior categoria do automobilismo mundial. É por isso que criamos “A História em 1 Minuto”.

No episódio de hoje, falamos de Bruno Senna, filho da Viviane Senna e sobrinho de Ayrton. Você vai conhecer de onde ele saiu e por onde passou antes de chegar na F1.

Então, prepare-se pois, a partir de agora, você conhecerá a história do Bruno em 1 minuto. Assista: