Nossa Terça Metal segue firme com os plessiossauros que deram origem à série. Já tivemos Purple e Sabbath, então nada mais natural do que seguir com o bom e velho Led Zeppelin. Apesar de entrar na categoria de precursor do Heavy Metal, o lendário quarteto Page/Plant/Jones/Bonham foi muito além disso. Tem blues de arrepiar, baladas pungentes, experimentações viajantes e muito mais, tornando nosso “Zepelim de Chumbo” a banda musicalmente mais rica do movimento protometaleiro. Porém, já que o nome na coluna é Terça “Metal”, escolhi uma chapuletada clássica para animar a galera: “The Rover”, da obra-prima Physical Graffiti.

Assim como a maioria dos álbuns do LedZep, o Physical Graffiti consegue ir da mais profunda delicadeza (vide Bron Y Aur) até a pancadaria de “Rover” ou “Houses of the Holy”, passando pelas viagens de “Kashmir” ou “Ten Years Gone”. Eu pessoalmente sempre fui fascinado pelas canções acústicas do Zeppelin, com suas afinações abertas e texturas flutuantes, como “That’s the Way” ou “Going to California” ou “Thank You” ou “Babe I’m Gonna Leave You”. Aliás, foi uma extrema alegria quando a trilha sonora do filme “Quase Famosos” incluiu justamente “That’s the Way”, uma das minhas canções preferidas na vida.

Bom, já deu pra perceber que eu teria total disposição para fazer uma “Terça do Zepelim do Chumbo” por anos a fio, mas por hoje ficamos por aqui. Até a próxima Terça Metal!

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Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

3 comentários

Joshué Fusinato · 21 de julho de 2015 às 9:24

Aê! The Rover, a minha música favorita do Zep!

Diego Ricarte · 21 de julho de 2015 às 20:20

Agora matou a pau.
Quando eu era pequeno, época em que eu só conhecia Guns n Roses e Aerosmith. Ouvia os caras mais velhos falarem de Led Zeppelin. Era virada dos anos 90 para 00, internet era coisa que eu só tinha ouvido falar ainda. Até que um dia, um amigo disse que seu tio tinha um cd do Led. Pedi emprestado na hora,
Olhei e vi escrito. LED ZEPPELIN II. Meio que me decepcionei com aquela capa avermelhada, cheio de pessoas na capa. Pensei que eram todos membros da banda.
Mas enfim, volume no máximo e fui ouvir… Whole Lotta Love me deu um choque no cérebro. Com aquele riff inicial fantástico, mas depois veio aquele clima obscuro seguido daquela entrada matadora na bateria e… me faltam palavras para descrever o que senti ao ouvir o solo do Page. E o solo da Heartbreaker então… até hoje não me esqueço de que se deve voltar para os dois minutos da faixa para repetir o solo.
Ainda um dia, tatuarei os 4 símbolos Zeppelianos..

Jordan Bandeira · 22 de julho de 2015 às 10:14

Led Zeppelin é uma daquelas bandas que sempre estarão no topo das melhores de todos os tempos e no imaginário daqueles que nunca os viram tocar. (Como é o caso desse que vos escreve, e de Diego, logo acima)

Entre as várias músicas citadas acima, fico com “Babe, I’m Gonna Leave You”, a primeira música do Zep que ouvi nos idos anos 2000.

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