Saudações, amigos headbangers e petrolheads! O tempo não anda, ele corre. Já chegamos ao número 17 da nossa Terça Metal, que é a sua coluna semanal que traz muito peso e intensidade.

Já tivemos quatro minisséries aqui na Terça Metal: thrash, primórdios, NWOBM e a mais recente, Power Metal. Hoje é dia de iniciarmos mais uma minissérie de quatro capítulos, e desta vez vamos para um lugar ainda mais viajante: o Metal Progressivo.

Canções longas, com mudanças de ambiente, letras trabalhadas, esmero técnico, um senso artístico aguçado. Isso define o nosso querido rock progressivo. E o que acontece se a galera travar o volume no máximo e começar a fazer um barulho fenomenal? Bem vindos ao Prog Metal!

Eu me prometi que esta Terça Metal seria uma das mais longas da história, simplesmente porque a banda de hoje é uma das minhas preferidas da vida toda. O Rush tem uma carreira longa e prolífica, então não falta material sobre o qual falar. Além dos tradicionais sucessos, vou tentar colocar algum “tesouro oculto” aqui ou ali.

RUSH – 1974

Assim como o primeiro disco do Floydão não é progressivo, o primeiro disco do Rush é mais de hard rock do que outra coisa, sendo muito comparado ao Led Zeppelin. Esse disco ainda não tinha o mestre Neil Peart na bateria, mas John Rutsey consegue dar conta do recado. Desse disco, escolhi “Before and After”, uma faixa obscura para a maioria, coisa do tempo em que ouvíamos os discos inteiros. A lindíssima introdução instrumental mora até hoje no meu coração. Se eu pegar numa guitarra para testar os efeitos, verificar a afinação etc, geralmente vou tocar “Before and After”. Aos críticos, eu concedo que a segunda parte da música escorrega num xerox de Led Zeppelin, mas isso não é necessariamente tão ruim assim:

FLY BY NIGHT – 1975

Já com o tímido e genial Neil Peart pilotando não só a bateria, como também as letras, Fly By Night já foge um pouco do zeppelinismo. Já contém uma faixa épica de 8 minutos, que os fãs adoram (“By-Tor & the Snow Dog”), inclusive. Mas não vou conseguir escapar da clássica faixa-título, que é simbólica ao falar sobre uma mudança de ares, além de ser outro “standard” meu na hora de afinar instrumentos:

CARESS OF STEEL – 1975

Pode isso, Arnaldo? Esse disco foi lançado no mesmo ano que Fly by Night, numa diferença de apenas sete meses. Fora eu, pouca gente costuma gostar desse disco. Deve ser porque esse era um dos poucos álbuns que eu tinha da banda, fora a ubíqua coletânea “Chronicles”. Claro que muita gente até conhece “Bastille Day”, com os vocais de Geddy Lee atingindo o ápice do seu estilo “Mickey Mouse com gás hélio”. Mas eu vou deixar aqui uma mais progressiva, que eu ouvia até furar na adolescência: “The Necromancer”. Num ambiente totalmente tolkeniano, a letra fala de três caras que se metem em altas enrascadas numa espécie de Terra Média Peartiana, mas o herói aparece no final e mata o vilão. Aos 8:40, quando aparece o herói, a música, que era só ruído e fúria, se resolve numa das mais simples e belas melodias já escritas:

2112 – 1976

A galera tinha ficado meio cabreira com o disco anterior, mas este aqui espantou todas as dúvidas que alguém pudesse ter sobre a banda. É um álbum que representa um certo renascimento, já que a banda tinha voltado inclusive a tocar em ginásios menores e mais vazios. Não é à toa que todo mundo gosta tanto desse disco. Até a capa com o “Homem da Estrela Vermelha” se tornou motivo de muitas camisetas e pôsteres pelo mundo afora. A faixa-título “2112” é uma longa viagem de sete partes, narrando um futuro onde acontece uma revolta na galáxia que é dominada pela Federação Solar, que usa como símbolo a tal estrela vermelha. Numa alusão libertária inspirada por Ayn Rand, o letrista Neil Peart tece críticas contra o totalitarismo da Federação, que tem um conselho de Sacerdotes que decidem o que as pessoas podem ver e saber. É uma faixa muito recomendável, mas hoje resolvi mandar para vocês a maconhífera “A Passage to Bangkok”, com suas belas melodias orientais e um peso que sempre agrada aos ouvidos:

A FAREWELL TO KINGS – 1977

Pela primeira vez o Rush não gravou na simpática Toronto, preferindo cruzar o Atlântico e gravar o disco no Reino Unido. O sucesso foi crescendo, e com A Farewell to Kings pela primeira vez a banda atingiu o status de disco de ouro nos Estados Unidos. Creio que todos conhecem o mega-hit “Closer to the Heart”, mas os grandes tesouros desse disco são as suítes progressivas. Uma delas é uma iguaria finíssima para pessoas fanáticas por Astronomia. “Cygnus X-1” fala de uma longa viagem rumo à Constelação do Cisne, onde existe um buraco negro que emite quantidades colossais de raios X. A bordo da nave “Rocinante”, o protagonista sofre o destino peculiar temido por muitos fãs de ficção científica: ele cai no buraco negro, devido à gravidade devastadora do fenômeno. O destino dele só será conhecido no próximo disco.

Vou recomendar aqui a longa e viajandona “Xanadu”. Esse clássico é baseado (opa!) num poema maluquete do século 19, e tem 11 minutos de duração. Foi a primeira faixa onde os teclados assumiram um nível igual ao das guitarras, num prelúdio do que viria nos anos seguintes. Linda e complexa, “Xanadu” se tornou quase obrigatória nos shows da banda pelo mundo afora:

HEMISPHERES – 1978

O time estava ganhando de lavada, então não havia por que mexer. Marco da fase mais francamente “progressiva” do Rush, o disco também foi gravado no UK, e tinha apenas quatro faixas: duas músicas curtas (incluindo a metafórica “The Trees”) e duas longas. Uma das longas é o “Livro 2” de “Cygnus X-1”, que havia sido começada no disco anterior. O “Livro 1″ contava sobre um explorador intergaláctico que passava pela desagradável intercorrência de cair num buraco negro, e neste disco a continuação de sua aventura é ainda mais insólita. O explorador emerge na Grécia Antiga, onde está havendo uma guerra civil entre os seguidores de Apolo e de Dionísio, pelo direito de ter uma sociedade mais racional ou mais emocional. A guerra termina por conta de um ensurdecedor” grito silencioso” dado pelo protagonista, que passar a ser conhecido como Cygnus, símbolo do equilíbrio entre a razão e a emoção.

Mas não adianta. Minha recomendação de faixa do Hemispheres tem que ser aquela que eu considero a obra-prima do Rush. A primeira faixa inteiramente instrumental da história da banda. Aquela que eu ouvia todo santo dia no carro ao sair do trabalho, a caminho de mais trabalho.  Aquela que minha banda de garagem tocava de cabo a rabo, um feito e tanto para um trio de moleques pretensiosos.  Aquela sobre a “Vila Esquisita”. Um exercício de auto-indulgência. Sim, essa todo mundo sabe qual é: “La Villa Strangiato”.

PERMANENT WAVES – 1980

A banda voltou a gravar no Canadá, e se afastou um pouco das longas suítes progressivas. Permanent Waves contém músicas mais curtas, porém sempre com o selo “Rush” de composição esmerada e qualidade técnica. Impossível não recomendar “The Spirit of Radio”, uma simpática homenagem às rádios que tocam músicas maneiras no caminho para o seu trabalho:

MOVING PICTURES – 1981

Esse é o disco que tem “Tom Sawyer”. Se você é daqueles que diz que gosta de Rush e responde “Tom Sawyer” ao ser perguntado sobre sua música preferida da banda, saiba que você está agindo como quem fala que gosta do Floydão e diz que sua preferida é “The Wall”. Nem existe uma música chamada “The Wall”, mas isso fica para outro dia.

O título do disco é uma brincadeira de triplo sentido simplesmente genial. O termo “Moving Pictures” pode ser interpretado como:

1. “Movendo Quadros”. Está na capa. O pessoal da mudança carregando as pinturas.

2. “Quadros Comoventes”. Está na capa. Algumas pessoas olhando emocionadas para os quadros. Em inglês, “moving” pode significar “comovente”, “tocante”.

3. “Filmes” ou “Vídeos”. Esse é o significado mais óbvio, e está representado na contra-capa no álbum. No fundo, a capa do disco é uma grande piada com dois trocadilhos. Nada mais progressivo.

A música, vocês já notaram que não vai ser “Tom Sawyer”. Já que nosso site fala de corridas de carros, então é impossível não sugerir a linda e complexa “Red Barchetta”, que conta a história de uma Ferrari que ficou 50 anos guardada num celeiro e é descoberta pelo sobrinho do dono, durante um futuro sombrio. Gostaria de recomendar também o Episódio do Crazy Metal Mind sobre o Moving Pictures.

SIGNALS – 1982

Não é fácil fazer um álbum para suceder Moving Pictures, e o Rush mostrou que não ficaria gravando o mesmo disco para sempre. A banda entrou de cabeça nos anos 80, usando grandes quantidades de teclados e efeitos eletrônicos nas canções. O álbum foi um sucesso, assim como seu primeiro compacto, “New World Man”. Mas a canção mais marcante é outra, uma daquelas que forjaram para sempre o caráter do Rush: “Subdivisions” tem os belos teclados que dão um ar tecnológico à música, mas também tem a precisa e orgânica bateria de Neil Peart em uma de suas obras mais belas. Durante alguns trechos, Geddy Lee larga os teclados e apavora no contrabaixo. Não é à toa que “Subdivisions” é um dos pontos altos de qualquer show do Rush.

GRACE UNDER PRESSURE – 1984

Para quem não sabe, o baixista e vocalista Geddy Lee é filho de judeus sobreviventes do Holocausto. Tanto o pai quanto a mãe dele perambularam por lugares como Auschwitz e Dachau durante a Segunda Guerra Mundial, e emigraram para o Canadá após terem sobrevivido ao conflito. A canção “Red Sector A” é inteiramente dedicada ao tema, com uma letra sombria e que soa ainda mais comovente (“moving?”) na voz de Geddy Lee.

(Este vídeo casa imagens de “Band of Brothers” com “Red Sector A”. O nome do episódio é “Por que lutamos?”).

POWER WINDOWS – 1985 E HOLD YOUR FIRE – 1987

Esses álbuns marcam o auge da fase “pop dos anos 80” na carreira do Rush. Quem me conhece sabe que não sou exatamente um fã desse gênero. Claro que a competência e o bom gosto do Rush estão lá, mas aproveitei os anos 90 para ouvir os discos antigos até furar.

PRESTO – 1989 E ROLL THE BONES – 1991

Estes discos já não dão tanto peso aos teclados e à tecnologia, mas o tom pop das composições ainda me deixavam cabreiro. Acho que eu ainda estava traumatizado pelos dois discos antes desses.

COUNTERPARTS – 1993

Em 1993, até o Aguinaldo Timóteo e o Wando estavam se arriscando no rock alternativo, impulsionados pelas conquistas de Nirvana e Pearl Jam. Os fãs do Rush foram presenteados com um discão maneiro, com rock muito bem composto e bem tocado. Muita gente conhece a pesada “Stick It Out”, mas vou recomendar aqui a humanista “Nobody’s Hero”, cuja letra é tão atual, mais de 20 anos depois:

TEST FOR ECHO – 1996 E VAPOR TRAILS – 2002

Logo após o lançamento do bom álbum Test for Echo, a filha e a esposa de Neil Peart faleceram num intervalo de 10 meses. O baterista partiu então numa jornada solitária pela América, percorrendo 88 mil quilômetros em sua moto. Os colegas de banda chegaram várias vezes a pensar que a banda tinha terminado, e o hiato foi realmente longo para os padrões do Rush: seis anos se passaram até o lançamento de Vapor Trails, outro ótimo disco. Foi o primeiro trabalho desde Caress of Steel (1975) a não contar com nenhum sintetizador e nenhum efeito eletrônico avançado. Como se diz, “do pó viemos e ao pó retornaremos”… Vale a pena conferir “One Little Victory”, em que a banda parece querer mostrar que sabe tocar muito:

FEEDBACK – 2004

Maneiro, um álbum só de covers. Tem “Summertime Blues”, além de canções do Who, Buffalo Springfield, Yardbirds e do bluesman Robert Johnson.

Velho do céu, vai ter uma carreira prolífica assim lá na casa do cacete. Não ouvi os discos Snakes and Arrows e Clockwork Angels o suficiente para dar opinião. Fica a dica para vocês mandarem dicas sobre esses dois discos, e claro, sobre todos os outros também. Tem sido um prazer e uma honra compartilhar estes pequenos fragmentos com vocês, tendo em vinda a imensa vastidão do espaço-tempo. Até a próxima Terça Metal!

Link para: Todos os artigos da série Terça Metal

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Categorias: ArtigosMetal

Carlos Del Valle

Podcaster. Imerso em Fórmula 1. Nada mais lógico do que um podcast sobre Fórmula 1.

20 comentários

Mateus Ferreira · 1 de setembro de 2015 às 19:24

Sensacional falar do Rush. Confesso que li só até a metade, mas daqui a pouco volto para ler e ouvir o resto. Parabéns.

    Carlos Del Valle · 1 de setembro de 2015 às 23:04

    Valeu Matheus! O texto ficou propositalmente longo mesmo, mas dá para ler um pedaço de cada vez, sem problemas 🙂

Arthur · 1 de setembro de 2015 às 19:52

Algum amor aí pelo Grace Under Pressure? Eu acho um dos álbuns mais dark que o Rush já produziu.

    GEcKoDriver · 1 de setembro de 2015 às 20:24

    Curto demais o “Under”!!!! Aliás, gosto de alguns albums que não são tão falados como “Presto” e “Counterparts”. Bem, mas sou suspeito pois sou fã da banda de carteirinha, rs

      Carlos Del Valle · 2 de setembro de 2015 às 0:16

      Velho, Counterparts é um discaço! Neste exato momento estou ouvindo “Between Sun and Moon”. Material finíssimo 🙂

      Joshué Fusinato · 2 de setembro de 2015 às 9:01

      Os únicos discos do Rush que eu passo batido são o Presto e o Hold Your Fire, mas ainda assim eles contém algumas boas músicas.

      O Counterparts foi o disco que me apresentou Rush de verdade. Já tinha ouvido Tom Sawyer na abertura do McGyver, já tinha ouvido Red Sector A na abertura do Jornal do Almoço (Quem é do Rio grande do Sul ou de Santa Catarina e viveu no fim dos anos 80 também), mas foi com Nobody’s Hero que eu prestei atenção pela primeira vez em Rush, e não larguei mais!

        GEcKoDriver · 2 de setembro de 2015 às 9:32

        Confesso que quando ouvi na primeira vez fiquei meio receoso com o “GUP”, pelo excesso de bateria eletrônica, o que também deixou o disco muito datado. Mas nem isso tirou a qualidade das músicas da banda, tornando esse álbum incrível!

          Carlos Del Valle · 2 de setembro de 2015 às 16:26

          Esse lance da eletrônica às vezes assusta, mas no fim acaba sendo muito maneiro esse lance deles sempre explorarem novos sons e texturas

    Carlos Del Valle · 1 de setembro de 2015 às 23:03

    Muito amor! Inclusive eu emprestei um vinil do Grace Under Pressure de um amigo nos anos 90 e demorei pacas para devolver! 😛

    Joshué Fusinato · 2 de setembro de 2015 às 8:56

    Eu gosto muito! Red Sector A é uma das minha favoritas desde sempre, mas não tinha dado uma chance ao disco até pouco tempo atrás, e me apaixonei!

Diego Ricarte · 1 de setembro de 2015 às 21:15

Aí foi um Terça Metal de respeito!
Além de contar com uma banda que está no meu Top 10, fez um grande apanhado na história da banda.
Eu gosto muito da fase dos anos 80 às atuais, mas a fase primordial, dos anos 70 é sensacional.

    Carlos Del Valle · 1 de setembro de 2015 às 23:06

    Eu gosto da maioria das fases, mas a que mora no meu coração é aquela com aquele sonzinho do Farewell e do Hemispheres. Um som sem muita compressão, um som sem nada embolado, dá para degustar cada nota de cada instrumento, desde baixo até bateria, passando pela guitarra 🙂

GEcKoDriver · 1 de setembro de 2015 às 23:30

Posso dizer que Neil Peart foi um dos meus “mestres” quando comecei a tocar batera! Sempre me influenciei na sua pegada e fiquei feliz da vida quando consegui fazer as levadas de Tom Sawyer. Essa com certeza, é uma das bandas TOP 5 da minha história…

    Carlos Del Valle · 2 de setembro de 2015 às 0:20

    Com certeza meu amigo, tocar as músicas do Neil Peart é um projeto de vida! Tocar uma Subdivisions ou Strangiato da vida não é pra qualquer um, e é muito recompensador 🙂

Joshué Fusinato · 2 de setembro de 2015 às 9:11

Finalmente Carlos Del Valle!!!!!!! Finalmente!!!!!!!!

Já estava te cobrando esse Terça Metal faz tempo, e valeu muito a espera!

Rush é uma das minhas 3 bandas preferidas, e a que eu escuto com mais frequência no dia a dia.

Usando o termo cunhado pelo Troca o Disco, vou deixar algumas recomendações das minhas “bolachadas” preferidas, posso?

Lá vai:

Here Again: https://www.youtube.com/watch?v=SojuN3Dg9Yc

Anthem: https://www.youtube.com/watch?v=N5gg9ObM8uU

Bastille day: https://www.youtube.com/watch?v=mT1gmKUoqbY

The Camera Eye: https://www.youtube.com/watch?v=Nc1YPRbkWQA

Freewill (achoq ue a minha preferida de todas): https://www.youtube.com/watch?v=OnxkfLe4G74

Natural Science: https://www.youtube.com/watch?v=u7W0Nm8iHwk

Iria colocar mais, mas por hoje chega… Esse terça Metal tinha que ter uma parte dois!!!!!

Fabiano Forte · 2 de setembro de 2015 às 11:24

Sensacional! Não só pela banda escolhida, mas pelo detalhamento, pelo capricho de pôr os vídeos junto, muito bom!
Só “para não dizer que não falei das flores”, eu gosto muito dos discos deles dos anos 80, todos (sou oitentista assumido), e acho “Presto” um dos melhores! Desse disco, eu recomendaria “The Pass” e a faixa-título.
Quanto ao “Snakes and Arrows” e ao “Clockwork Angels”, vou sugerir as faixas de abertura de cada um, “Far Cry” e “Caravan”.
Ah, sim: a capa do “Fly by Night” é uma das mais lindas que eu já vi!

    Carlos Del Valle · 2 de setembro de 2015 às 16:31

    Que legal que você gostou, Mestre Fabiano! Eu realmente tenho que aprimorar meu conhecimento sobre o Presto e o Roll the Bones, felizmente é bastante material que eu tenho para digerir

Guilherme · 2 de setembro de 2015 às 17:49

Excelente cara, parabéns! Rush é minha banda preferida e é sempre uma facilidade poder ler sobre essa banda infelizmente pouco conhecida e menosprezada na nossa Terra Brasilis.
Só não gostei do Test for Echo ter passado meio batido, acho um baita disco com a qualidade “Rushstica” de sempre.
Claro, a fase ghost rider do Peart vai chamar mais atenção durante essa passagem da história da banda.
Mais uma vez parabéns, irei acompanhar sempre a partir de agora.

    Carlos Del Valle · 3 de setembro de 2015 às 17:55

    Seja muito bem-vindo Guilherme! Se puder, manda aí suas preferidas do Test for Echo, para eu por na playlist 🙂

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